Foi ontem publicado na revista online A Ideia:
https://aideiablog.wordpress.com/2025/10/03/as-ideias-voam-mas-tem-bases-solidas/
As ideias voam, mas têm bases sólidas
As palavras têm o significado que o poder lhes dá e que o uso depois integra nos espíritos. Talvez, observem que o dubitativo já introduz a negação, e talvez nenhuma seja tão usada como essa, pelo menos em política, e nem sequer estou a falar da conhecida cassete “os trabalhadores e o povo”, sendo que este não existe na semântica marxista... O povo não é uma classe tanto o Zé Ninguém como o pior dos Salgados são povo. Utiliza-se por falta de objecto preciso, quem o usa está em ninho de aranha a ser devorado pelo tempo. Seja quem seja.
Tenho ultimamente com mais vigor denunciado o nazionalismo e as guerras que esse motiva, supostamente entre os povos. Mas não são todos o mesmo, bem sei que o internacionalismo proletário foi morto com Jaurés sendo que Lenine colocou-o num mausoléu para que de lá não saísse. Pois tenho que informar-vos que não há, não há mesmo essa entidade mítica chamada povo. Existem funções, profissões, e organizações sociais, nas quais se desenvolvem estruturas e línguas. Sabemos também que o conceito de classe nunca se conseguiu definir, pelo que sou tentado a excluí-lo também da nomenclatura (essa talvez o seja!). Mas povo, povo é que não existe.
Se perguntar a alguém o que é o povo português estou certo que em dez pessoas haverá trinta ou quarenta definições. Talvez o bacalhau nos estruture, talvez a língua (mas quantas vezes não desejo legendagem para alguns na televisão, para já não falar de alguns políticos que até mereciam outro discurso), em tempos foram os toiros (a ditadura nacional proibiu, os de morte, para diferenciar Portugal de Espanha, claro também pelos cavalos), hoje o futebol erigido em altar da pátria.
Mas é a propósito do novo Holocausto em curso que escrevo agora. O povo judeu, como aliás todos os outros, não existe. Foi inventado, como escreve um grande académico judeu (Shlomo Sand). O que existe é uma língua inventada (hebraico) no século XX, uma história também inventada (a origem da Terra há 4.000 anos!), e uma parte semita, os sefarditas, (que com os árabes, iranianos, fenícios e outros povos do Media Oriente o são) e outra asquenaze, eslavos, (de origem no colapso do Império Kazar, ver Aldous Koestler! 1). Daí o absurdo do anti-semitismo, propositadamente confundido com anti-sionismo (nazionalismo judaico!)
Continuamos com a interpretação de palavras ou sentidos, sabendo como referia o Coelho Mágico, na Alice, que quem manda é quem tem o poder. Pois o poder, a hegemonia que actualmente nos domina escamoteia o significado das palavras e nalguns casos até nos tenta proibir as usar.
Já expliquei acima que não existem povos, e claro desde logo nenhum que não exista é escolhido seja ele ário ou judeu. Identidade é outra coisa..
Podem perguntar-me ora que o Zionismo, nazionalismo judaico protagoniza um novo genocídio, porque não chamar-lhe mesmo Holocausto? (atenção a identidade judia usa a palavra Shoah para designar esse no que toca aos 6 milhões de judeus mortos e procura limitar o uso dessa palavra Holocausto, aos campos de extermínio onde também morreram mais 4 milhões de ciganos, comunistas, homossexuais ou outras pessoas de bem).
A palavra Holocausto é de origem grega tem a ver com lógicas sacrificiais pelo fogo e diz-nos a enciclopédia: Durante séculos, a palavra "holocausto" foi usada para designar grandes massacres; ou seja como o que Israel está a fazer com o povo do gueto de GAZA, e não me venham meter os dedos nos olhos, que os tenho bem abertos. Podem chamar-lhe genocídio, mas de facto é a política da terra queimada, logo um Holocausto.
Sobre esse também se estabeleceu uma indústria (livro do também judeu Norman Finkelstein) e a palavra está proibida, de uso. Mas temos que chamar os bois pelos nomes.
Os habitantes de GAZA são os que resultam, também, da expulsão das populações árabes da Palestina, hoje Israel em 1948, como outro académico judeu Illan Pape tem divulgado em inúmeros escritos, recordem que os nazis primeiro expulsaram os judeus e depois exterminaram-nos e lembrem-se que um ministro israelita considerou lançar uma bomba atómica sobre GAZA, o fogo sacrificial 2). Expulsos e holocaustados....
Israel sofre de uma variação do síndrome de Estocolmo, o Zionismo é de facto, em todas as dimensões uma variante de nazismo.
E então o que dá dimensão ao judaísmo? Pois como o Islamismo ou outros é uma religião que une pessoas de chineses a africanos, de eslavos a semitas, e que tem quadro higienista que o identifica, assim como preceitos morais.
A profecia é mística mas a exegese é humana”
“A Bíblia é uma fábula mais viva que todas as pedras”
Amos Oz
“Todos os textos bíblicos são total e falivelmente históricos. Contêm erros e contradições”
Baruch Spinoza
Os antigos povos semitas são os Fenícios, Hebreus, Amoritas, Acadianos, Assírios, Sírios, Caldeus, Arameus, Árabes e Hicsos. Os judeus sefarditas, nós, são semitas.
O que são os eslavos? Nome genérico que abrange os povos indo-europeus que ocupam a Europa Central e Oriental. Os judeus asquenazes têm origem no espaço da antiga Hungria/Roménia (Império Kazar) logo não são semitas, são eslavos.
Este 1º ponto é para demonstrar o absurdo e ignorância da utilização da expressão semitismo como sinónimo de sionismo (nazionalismo judaico) ou de judaísmo (religião matriz de outras bíblicas, como o cristianismo e o islamismo).
Genética é a ciência que estuda as linhas de continuidade. Os genes que são passados para a próxima geração, por meio da reprodução. Ser judeu não é um gene, há judeus brancos, negros, asiáticos, eslavos e semitas.
Ser judeu, como ser cristão ou budista é uma identidade social, hábitos alimentares e higiénicos, práticas sexuais e relacionais, articulados com uma prática religiosa ou não.
A identidade, que molda as populações de qualquer local, tem a ver com o ambiente onde estas se forjam e normalmente é base linguística. Sabemos que o hebreu é uma língua inventada no século XX, certo que com base em troços de ossos secos, como nos diz Amos Oz. Os Askenazes falam yddish (eslavo) e os Sefardies têm o ladino (espanhol arcaico). A identidade é, pois, um espaço e uma língua, além dos elementos genéticos que a estruturam.
Os judeus, identidade religiosa e práticas socias e financeiras ligadas a essa, sempre se constituíram (ver Hannah Arendt) em grupos segregados e perseguidos, relação causa efeito (como hoje também, com outras circunstâncias, o são os ciganos). No final do século XIX um asquenaze (húngaro) Hertzl desenvolve a teoria que é base hoje do sionismo, como foi base do pensamento nazi. Um povo (inventado), uma terra ou espaço vital (roubado) e uma mística mitológica de uma raça superior e um povo eleito, com os seus símbolos (cruz gamada ou estrela de David, sendo que há um símbolo hindu que tem essa cruz dentro dessa estrela!).
Sabemos de perseguições que os “judeus pela paz” e anti-sionistas têm sofrido por parte da hegemonia, do pensamento único que domina a nossa comunicação. Neste artigo só são citados e mencionados notáveis judeus, de identidade. Eu descendente de sefarditas que tiveram que fugir para Marrocos com a Inquisição, na C.M.L. fui um dos proponentes da homenagem e monumento às vítimas do pogrom do século XVI, no Rossio. Nada do que aqui tenho escrito são senão factos e esses nunca são inimigos da verdade. Shalom, para todos.
1. 1) Arthur Koestler, conselhista, húngaro e judeu, resistente ao fascismo e ao estalinismo autor de um livro de 1ª plana " O Zero e o Infinito" e escreveu, julgo que está traduzido " The Thirteenth Tribe" sobre a dispersão judaica após a queda do Império Kazar (judio) que durou 3 séculos. Era judeu, como eu, de identidade
2. 2) Soldados americanos falavam também em holocausto ao referirem-se ao lançamento das duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, com a completa redução de seus centros a cinzas, em 1945. Mais tarde, já nos anos 1980, o movimento pacifista alertava o mundo para um possível holocausto atômico.
Nota final, este texto resulta de uma montagem de 4 ou 5 documentos que escrevi ao longo de tempos, por isso algumas repetições. Preparei-o no âmbito da total solidariedade com a Ideia e o meu querido amigo António Cândido Franco, pela absurda exclusão de uma feira de livros anarquistas. Como lhe referi pessoalmente desgostei, mas claro que o defenderia e intransigente no seu direito de opinião de artigo do velho camarada João Freire, que defende algumas posições mais conservadoras, também no social, legitimas e que podem e devem ser livremente discutidas. Obviamente o discurso religioso seja islâmico, seja judaica, seja budista, ou cristão é todo ele limitador de liberdades e mais num caso que noutro, mas idêntico em muitos, erigido contra as mulheres e os seus direitos. Mas não misturo alhos com bugalhos.
E sou membro dos J.V.P. (Jewish Voice for Peace, https://www.jewishvoiceforpeace.org/ )
Aqui publicado, com algumas gralhas corrigidas.
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Preenchi um questionário sobre eleições europeias, no Expresso. Não sei onde raio foram encontrar as perguntas, mas infelizmente, por exemplo nem uma sobre a principal área de desperdício da U.E., a Política Agrícola Comum todas, todas as perguntas têm o dedo da hegemonia, são preparadas para as respostas no quadro dessa. E são todas, ou quase todas são manipuladas nos seus considerandos, muitas vezes eles próprios falsidades.
Mesmo assim respondi e deu que estou entre os 75% e os 70% entre a esquerda europeia, os verdes e os socialistas e cerca de 60% com os liberais. Os outros variáveis mas todos com negativas de chumbo.
Embora seja um europeísta e federalista já estou muito desiludido com os cenários eleitorais, sendo eu a favor de partidos transnacionais em que os europeus possamos votar. Acho inacreditável as limitações eleitorais que nos continuam a constranger, e ainda mais que estas eleições sejam dominadas pelos espaços nacionais e ainda mais pelo nazionalismo que vai dominar os processos eleitorais.
Talvez esteja em Espanha na altura das votações, talvez esteja por outro lado, mas certamente não me tirarão o sono, que já é pouco, salvaguardado pela sesta.
É que ainda por cima, as tais perguntas o ignoram totalmente, nem se problematiza a reforma das instituições europeias, no sentido do aprofundamento da democracia e a diminuição dos Estados-nacionais, e mais poderes para o único órgão eleito, o mesmo.
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As ideias tem que reforçar-se e limpar-se de velhos dogmas e chavões. Hoje procura-se agregar o eco a tudo, a algumas coisas melhor que a outras, mas sem criar novas linguagens, sem dar novos usos à palavras, por exemplo, os conceitos de capitalismo, classes, socialismo, já não tem qualquer operacionalidade prática, vivemos tempos de monopolismo financeiro, de fluências sociais (o proletariado, como Gorz nos disse há muitos anos, já não existe e nunca foi uma classe, dado que este conceito não tem conteúdo) e o socialismo, bom aqui chamado sovietismo mas na sua forma real é todo do piorio que a humanidade já enfrentou, salvo o nazionalismo e o Holocausto que são de outro patamar, na sua lógica marxista e produtivista do desenvolvimento das forças produtivas....
Bom, mas é uma revista simples e esforçada, com artigos interessantes, o de Mário Tomé, com o qual tenho claras discordâncias é de nível, e procura romper um espaço. Que não caía na tentação de transformar o título numa retórica e a retórica num movimento.
A ecologia política, a desobediência civil, a não violência, a defesa intransigente da democracia e dos direitos cívicos, de todos os direitos, todos, são a base fundamental dos ecos.
Recentemente li um calhamaço que os dissecava, nenhum lhe ficava bem, todos tinham algum proveito.
Saúdo esta nova revista e faço votos que ganhe espessura e muscule o pensamento. Estou disponível, como em tantas outras iniciativas, da social-democracia eco ao anarquismo também eco, para dar empenhos e contributos.
Sempre com o pensamento a dar choque.
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Um livro imprescindível para os tempos que correm:
de um homem de "direita", mas com pensamento articulado. A invenção das nações, a invenção do povo judeu, a invenção dewssa praga que é o nazionalismo e o Zionismo.Labels: Ernst Renan, nazionalismo, sionismo, Zionismo
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Entre um ou outro pormenor que me vai ocupando, as leituras enchem o meu tempo.
Encontrei este excelente livro/recolha de contos/estórias dos 27 países da União Europeia que estou a ler com o maior deleite, quase todos de 1ª rissima.
neles apreendemos muitos "pormenores" da nossa história, da nossa cultura e de nós mesmos, europeus.É mesmo um Grand Tour!!!!! E também excelente, contra ideias feitas e o nazionalismo, o conto de Lídia Jorge!
Recebi, de fontes do J.V.P. hoje vários relatórios, factos e verdades sobre o 7 de Outubro, e o que a hegemonia da propaganda nazionista nos escamoteia e é ignorado por quase todos os média dominantes:
continuamos imersos na ideologia do Holocausto, como se esse não fosse um momento histórico do pior nazionalismo do século passado. O deste século é sem sombra de dúvidas, e com a mesmo lógica, que foi teorizado por Hertzl e serviu de argumentação a Hitler. Um povo eleito, uma terra escolhida e um espaço vital e livre de "vermes".
Está tudo dito.
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1-Os vírus tem, talvez, a sua principal fonte de contaminação na, pela língua. A pandemia do medo, estimulada pela histeria mediática (o telejornal da SIC de ontem era aterrador, e sem o mínimo de trabalho jornalístico e de investigação, como aliás quase sempre!), mas vivemos submersos pela redução da língua (ver as tripinhas cheias de erros grosseiros, nos ditos!) e por certas palavras que marteladas fazem os discursos e dão forma ás lógicas políticas de que são serventuárias.Labels: Catalunha, democracia, nazionalismo
Leio um editorial e não posso estar mais em desacordo, mas é este o jornalismo de pacotilha, vendido à hegemonia e ao sabor da onda publicitário- Então "Ronaldo é a cara de todos os portugueses". ??????
A minha, e o sou, embora despreze totalmente o nazionalismo, a minha não é concerteza, e posso apresentar mais uns milhares, até mesmo milhões que não o chupam.
Teria sido melhor Ronaldo é a cara de alguns portugueses, mas para bebé chorão era preciso dar-lhe essa chupeta. Ronaldo é, certamente, um dos responsáveis, penso que o principal, da eliminação de Portugal, que tenho que dizer me deixou completamente indiferente.Assim até vamos ter mais descanso, embora as televisões e estes jornalistas de vão de escada, sem qualquer investigação, sem a mínima análise postulem estes titulares cheios de balofismo.
Desde o início contestei este mundial roto, no sentido que os espanhóis lhe dão, corrupto, e leviano. Sem um grama de vida autêntica, e articulado com as maiores hipocrisias, estilo defender os direitos humanos e ir bajular os xeiques.... só vi um pouco de jogos pelo canto do olho que era inevitável, os 55 canais só davam a bola quando saíamos de casa.
Felizmente este ano não houve vuvuzelas, nem a histeria das bandeirinhas (ainda se lembram desse suplício?) e nos locais por onde andei as lágrimas de crocodilo da velha, muito velha, vedeta não suscitaram a mínima.
Infelizmente há gente que não sabe viver com o passar do tempo, outro caso dramático é o do comentador mor que não sabe fechar a matraca e todos os dias do papel higiénico que devemos usar a uma qualquer inutilidade do governo comenta tudo e um carrinho de bebé. Não há forma de o restringir à dignidade do cargo, e assim como Ronaldo não se enxerga, não percebe que já passou.
Infelizmente, sinal dos jornais e comunicação social que temos, dominados todos pela hegemonia do pensamento único, não há meio de termos notícias ou editoriais com uma réstea de seriedade.
Não há quem investigue e nos explique o engano do hidrógeneo, não há quem fale do novo ATI de Almaraz, não há a mínima noção dsos problemas das cheias a não ser ouvir os mesmos de sempre, os mesmos que são os responsáveis disto, tudo.
Agora irão, desde já, embrenhar-se no próximo campeonato e sobre a reforma ou não do tal, que motiva o virar de cara de milhões de portugueses, para não se verem nele reflectidos, esse arrogante, convencido, prepotente, solipsista e ordinário (o que aliás é de família!) e contagioso.
Hoje estive numa interessante reunião onde se incluiu no cardápio a re-naturalização dos nossos rios, melhor forma de evitar fenómenos extremos e lutar contra as alterações climáticas e introduzi o conceito de "ciclo hidrológico articulado com a termodinâmica" , que é a base de um pensamento mais alargado de ecologia política.
A Pro-Tejo é uma organização com um trabalho dos mais meritórios na frente das organizações articuladas ainda em velhos conceitos, com o de "meio" ambiente ou caudal "ecológico", mas tem que ultrapassar esses e dar respostas globais.
Em breve comentarei porquê. Hoje vou tomar um chá, ver a chuva na janela, ouvir o último do Brian Eno e enquanto a lareira crepita olhar, também, o último livro de José Manuel Naredo, um dos nossos astros.
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A linha do revisionismo histórico, a identificação da continuação do nazismo, no presente e passado alemão em linha com o colaboracionismo, quase total da sociedade alemão com o Holocausto, que hoje se repercute no sentimento de culpa e na identificação ao sionismo outra versão do nazionalismo.
Interessante também descobrir que a historiografia judaica, alguma dela, reconhece a Nakba como momento fundador, de violência e eliminação do Estado judaico (expulsão de milhões de palestinos)
Um mocho, fantástico. Foto picada do Guardian e tratada:
no momento em concluo 2/3 deste tratamento termal, e acabo a primeira leitura, abaixo já comentada. Um livro que destrói totalmente as bases para o nazionalismo, e até para a reivindicaç~çao genética, que só existe em misturas. Ou quase....Labels: Livros, Mocho, nazionalismo
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Se há nazão ou nação, se há nazionalismo, sou contra, completamente. E sobretudo contra os ridículos exacerbados e fanáticos que proliferam com todos os nacionalismos, ou nazionalismos. Bacocos, intolerantes, cheios de pesporrência e orgulhos fátuos e baseados em mentiras grosseiras.
O ridículo das bandeiras, que só servem para panos ou maior este:
então não é que um paisano pintou com as cores de uma qualquer bandeira o prédio onde vive. Não há palavras para descrever a tontatada, que deveria ser sujeita a multa!
Isto é inadmissível!
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Dia de Carne vale e para pôr leituras em dia. Este excelente e que levanta novas pistas sobre as falsidades do sionismo, ideologia que inventou um povo, uma terra e um nazionalismo.
Um dos maiores motivos de interesse do livro é a informação sobre o choque entre a comunidade judaica sefardie, de origem em Israel e os ashkenazi com origem em conversos ao judaísmo da Europa de Leste (o Império Kazar) e a sua não mistura e condenação dos casamentos entre essas comunidades.
Toda a história do sionismo é uma enorme manipulação e um embuste.
Um livro com algumas petites histoires de assinalar, registo as menções ao "papiamento", em Curaçau e Barbados, e as sobre as construções de diversas sinagogas. Também chamou a minha atenção para as lógicas da construição dos cemitérios judaicos e bem assim para os nomes.
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