insignificante
Friday, June 01, 2018
 
Ontem mesmo tive ocasião de pressionar o MIA/Espanha para tomar posição face à demissão de Rajoy e à entrada de um novo governo presidido por Sanchez.
E hoje forcei a tomada de posição, contra a vontade dos radicais que tomaram praticamente conta das estruturas deste movimento, em Espanha.
A entrada de um novo governo vai permitir que as discussões sobre política energética, a luta contra as alterações climáticas, a retirada de impostos absurdos ás renováveis (vamos ver se não seguem a linha do sector radical do Bloco), o encerramento das nucleares no fim do seu período de vida ou até antes no âmbito de negociações com as empresas destas titulares, o fim da ideia mirífica de minerar urânio, ao enquadramento global dos resíduos desta produção, são algumas das questões que terão que estar na nova agenda.
Assim como o Tejo, que com a que me anunciaram ser a nova responsável do Ambiente vai ter mais uma aliada.
Será um momento para varrer as imensas sequelas de corrupção que inundam Espanha, embora não se deva esquecer a responsabilidade do PSOE em muitas dessas manobras e "mãozinhas leves".

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Thursday, September 21, 2017
 
Hoje, Catalunha, Espanha. Ibéria!
Aqui, uma entrevista fantástica que não poupa os argumentos...
http://www.huffingtonpost.es/2017/09/21/puigdemont-aspira-al-martirologio-low-cost_a_23216355/?utm_hp_ref=es-homepage
e aqui:
https://elpais.com/elpais/2017/09/20/opinion/1505920628_019009.html
e aqui um nacionalista:
https://politica.elpais.com/politica/2017/09/21/actualidad/1506026305_627309.html
que reconhece a fraude em curso!

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Monday, November 14, 2016
 
É um livro caudaloso e com muita informação, bem alicerçada em dados e referências.
A identidade espanhola é um processo, nem sempre paralelo à construção do Estado e menos em sintonia com a nação, nações.
Falta-me o último capítulo*, que os restantes foram digeridos na viagem...
mas não ficou sózinho, li com agrado e a propósito...
* As conclusões valem e mais o peso do livro. Deviam ser lidas, obrigatóriamente, a todos os nacionalistas, de pacotilha!

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Wednesday, August 03, 2016
 
Um livro brutal.
Uma escrita clara e documentada. Um desenho entre sepiamente realista e que empresta uma força enorme ao texto, nas suas 230 páginas.
Equilibrado, com inúmeros detalhes, que eu próprio desconhecia, fruto de grande investigação.
Um livro brutal.

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Monday, June 27, 2016
 
Hoje, entre a leitura do
interessante livro sobre "linguagens" e a sua formatação, uma ida a Zafra, ver o ambiente, preparação do programa de rádio de amanhã, vi um pouco de mais um jogo medíocre, ganho e bem pela Itália e vi enquanto bebia uns tintos de verano e petiscava um presunto a sério, um jogo, esse sim, espectacular.
Uma equipa amadora, como já tinha feita também com Portugal, fez gato sapato dos "craques", agora ingleses. A Islândia, aconteça o que aconteça é o verdadeiro campeão destes jogos!
Parabéns, amadores da Islândia:


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Sunday, June 26, 2016
 
Dizia Oscar Wilde " que o patriotismo é a virtude dos sanguinários", que retiro do excelente artigo de Cebrian, hoje no El Pais.
Nunca votaria no Unidos Podemos, pelo bolivarismo, mas também e sobretudo pelo patriotismo (dizem-me que o seu Bolivar usou 60 vezes, 60 vezes a palavra pátria no discurso de meia hora com que fechou a campanha!), além de desacordo com quase tudo o que defendem (só os apoio no cerrar Almaraz!).
Hesitaria, e conforme o sítio, ou votaria PSOE ou Ciudadanos, conforme a utilidade do voto.
Mas hoje, com o Brexit a fazer reviver o pior (e é que não há nada bom nelas!) das pátrias, e o futebol a ajudar, afastando até os que ainda gostam, mesmo que cada vez menos, desse ex-desporto.
Ontem vimos um jogo miserável (*), onde a única jogada boa foi a que culminou com o golo de Portugal, mas apesar de num aniversário, com gente civilizada, o ruído e os transtornos foram muitos.
Não há paciência.
As frustações pessoais e sexuais são sublimadas no orgasmo do golo....
P.S. (*)
Um jornal desportivo francês compara a nossa selecção a uma equipa da 3ª divisão francesa e chama a nossa equipa... miserável. De facto, e também refere só uma jogada, um remate, um golo. É pouco, muito pouco para quem foi daqui já campeão da Europa. Como referi logo é uma desgraça de uma equipa!

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Tuesday, September 23, 2014
 
Hoje em Espanha o direito à vida do Direito triunfou.
O ministro da Justiça que queria o regresso à Idade Média, ao obscurantismo e ao tempo em que o direito das mulheres não existia, o ministro que queria eliminar uma lei moderada de defesa do corpo da mulher e do seu direito à vida, penalizando o aborto como crime, pois esse sr. foi obrigado a demitir-se pois nem o governo de direita é capaz de inverter a marcha da humanidade e dos seus direitos.
A interrupção voluntária da gravidez, embora com entorses na sua legalidade, vai continuar a ser protegida pela lei em Espanha.
É um dia feliz!
estamos todos e todas orgulhosos da campanha que fizemos para obstaculizar este entorse ao direito à vida do Direito!

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Tuesday, January 22, 2013
 


Uma portada sensacional (por cá haveria material também muito substancioso, mas faltam "los cojones!") da revista  #eljueves# em venda amanhã por toda a Espanha.
A estória é a de todos ou quase todos os que nos governam e dos seus partidos, organizações mafiosas, cheias de padrinhos e afilhados, por aqui por ali por acolá.
Este blog, neste momento a chegar ás 700 visitas diárias não faz de avestruz.
España, manãna, será republicana!

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Monday, November 12, 2012
 
Entre diversas ocorrências ontem e hoje leiu este livro, ofertado por amigo especialista na guerra civil espanhola.
Tenho que dizer que:
(...) 
Este livro proporciona a primeira visão de conjunto do que foi a intervenção soviética e comunista na revolução e na guerra civil de Espanha. Documenta com uma precisão até hoje inédita as estratégias postas em prática pela URSS, as actividades da Internacional Comunista, e o papel desempenhado pelo P.C.E. desde o início dos anos 30 até 1939 e ao termo da guerra civil.
Baseado num vastíssimo leque de fontes primárias soviéticas e espanholas, algumas das quais só recentemente foram disponibilizadas para consulta pública. 
(...)
é um autêntico desvendar dos podres que existiram, e que no meu próprio caso ignorava, do lado da República. Uma República manietada pela insídia comunista, (recordo que estávamos num dos momentos, aliás foram quase todos, de delírio paranóide de Staline, com os vários processos de assassinato dos seus companheiros) que ia desenvolvendo a sua rede.
E neste livro percebemos que a paranóia do Trosky não era menor...aliás este livro é mais uma vacina contra o pensamento único!, sem par, com documentação abundante e escalpelo acertado.
Percebemos, ao ler estes testemunhos, que se tivesse ganho Carrillo (outro crápula) e os seus a ditadura não teria sido mais benigna, assim como não foram mais humanitários os seus actos.
centenas de fusilados sem juízo, muitos os próprios brigadistas, enquadrados por Dimitrov, os de Jarama, nunca esclarecidos, o Andrés Nin (também execrado pelo Trosky, ao contrário da lenda) torturado e morto pela NKVD.
A história não os absolve!



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Saturday, November 10, 2012
 
Um livro para ler nos transportes, embora duro e verídico. Conta estórias de polícias, jornalistas contam-nos estórias policiais, verdadeiras com verdadeiros bandidos, sequestradores, pedófilos, assassinos de mulheres, os canalhas assassinos do bando da ETA, proxenetismo e outras.
Estas tiveram final, infeliz para as vítimas, mas a lei e o direito acabou por dominar a vida.
São estórias envolventes, que nalguns casos seriam bons enredos de filmes, que neste momento bordejam a indigência e a leviandade do "não pensar".
Estas deixam-nos a pensar na maldade do mundo, sem lhe atribuir valoração social específica,que a maldade está na natureza humano e não há, definitivamente essa grande invenção e embuste do comunismo, nenhum homem novo no horizonte.
A vida é esta, essa luta constante pela vida do direito, a luta pela vida da vida.
Este livro, serve para encher de outras estórias a história, desta Espanã que também pode ser negra.

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Sunday, September 30, 2012
 


Não há nada como a criatividade e imaginação para alegrar os nossos dias.
Esta é do kamando.

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Tuesday, September 18, 2012
 
Tenho estado ausente, em exercício de saúde e meditação.
E também um pouco de levitação.
Depois da deplorável conversa em família do 1º ministro, e da também lamentável prestação do seu acólito das finanças, o país mexeu, no sábado passado veiu à rua (e foi pena um partido político ter tentado cavalgar a onda...) e mostrou que é possível outra política.
Julgo, já aqui o referi, que o problema é estrutural e tem que ver com uma lógica de crescimento insustentável que tem sido continuada.
Auto-estradas ( e neste momento não percebo porque razão continuam a construir essas inutilidades!), barragens (e a inutilidade de Alqueva, a que se vão juntar outras ao arrepio da enegia e do ambiente), pontes ( e sobre isso estamos falados), megalomanias e inutilidades, e essas ninguém parece pôr o dedo em cima e atribuir responsabilidades...
Pois a outra política é cortar com essa lógica de crescimento e apostar no capital humano e na economia social e de pequena escala.
Teremos que alterar os paradigmas conómicos e sociais e a organização do poder político ( e nada de bom se anuncia com a incapacidade de revisão da legislação eleitoral para as autarquias e para as legislativas!).
Noutro dia, ou local desenvolverei o tema.
Hoje morreu Santiago Carrillo.
Era um velhaco, mas teve influencia na transição democrática espanhola, e um papel de honra no 23F. Merece os tributos que agora lhe prestam. Redimiu-se do seu sinistro passado, durante e após a Guerra Civil, e passando pelo stalinismo.

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Friday, August 17, 2012
 
A história é feita de pequenas estórias, de gentes no seu melhor e no seu pior, de imponderáveis e de "baraka", que foi o talismã que levou um baixote sem qualidades, a não ser a completa ausência de humanidade e espírito traiçoeiro e beatão, chamado Franco a ocupar o trono espanhol durante 4 decadas. Este livro dá-nos conta dos anos 50, dos anos da sombra depois da catastrófe,
Nele vemos, lemos muitas vilanias, e outras estórias que fazem a história.
Juan Eslava tem sido uma descoberta, os aspectos picaros e os meandros do "franquismo", regime que só se explica neste quadro, no quadro do que é a Espanha, a Espanha profunda, que passa toda por aqui:

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Thursday, August 16, 2012
 
Tenho uma pilha de livros de Juan Eslava para ler. E li agora o 2º da trilogia que se prolonga até ao fim dos anos 50, depois tenho os sobre a decada da transição e um que me tentou pelo título...
Este que acabei agora, sendo o primeiro, deixa pouco espaço para repensar a história nas suas estórias.
Não há lados bons mas há vileza, muita vileza, sobretudo do lado nacional. E também dos comunistas e de outros radicais. O valor da vida humana não existe, o valor da humanidade não conta. Poucos casos, estórias que valam a pena, nesta guerra que se continua hoje nos espíritos, nestas duas Espanhas que se continuam social e politicamente e também debaixo das sotainas, civis ou militares.
O pensamento liberal, infelizmente, não consegue quebrar o bloqueio dos pensamentos únicos, do clubismo e do sectarismo.
Ler este, estes livros dá-nos um tempo e deixa-nos empenhados para que este tempo não volte.

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Sunday, July 22, 2012
 
Um livro muito curioso, e denso, resultante de muita investigação e bem estruturado.
Devedor da estória da história, onde descobri muitos factos que desconhecia e tive oportunidade de confirmar, também, algumas leituas e interpretações da História.
Adolfo Suaréz assume o papel de protagonista, o General dela Rovere, num filme, que já repousava no esquecimento de Rossellini, o mau que se transforma no General.
Escrita agradável, enredo a fascinar, e quem não sabe da realidade pode imaginá-la uma ficcção.
Um livro retrato, que também faz a exegese da imagem, dessa imagem da capa.





E notável o paralelo, a referência à história que é retratada, também, neste filme/marco:


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Saturday, July 07, 2012
 
A história é feita de estórias, e nesta, por estas pode haver muitos factos, muitas interpretações, muitos e diferentes leituras.
Neste livro, que tenho que dizer foi uma agradável surpresa, contam-se as pequenos histórias, as tragédias, dramas e comédias, ou "fait-divers" da vida em Espanha de 1939 a 1959.
Pequenas pérolas, segredos e contos são cerzidos por mão de mestre que nos informa sem proselitismo mas não nos deixa sem norte.
Só tinha lido o #Em busca do Unicórnio# mas vou procurar os outros livros de Eslava que por este me deixou em expectativa.

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Saturday, June 16, 2012
 

Ontem li parte substancial deste.
Tenho que dizer que é do melhor que já li, mais explicativo e imparcial livro sobre as ditaduras.
Muito curioso, e tenho que dizer a merecer o meu maior apreço, a análise, que julgo nestes termos li pela 1ª vez, do fascismo como resultante, continuidor do leninismo, no quadro dos seus referentes, anti-liberalismo e desumanidade, amesma e enorme desumanidade, para além de todos os inúmeros pontos de contacto que estabelece entre totalitarismos.
Também não mostra simpatia, ou melhor enquadra objectivamente na História, pelas violências da esquerda no período prévio à Guerra Civil. Li 3/4 e só agora chego à vésperas da dita.
Um livro de referência, cuidadoso, isento e bem elaborado em termos de leitura.
E notável como contributo para o pensamento demo-liberal.

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Tuesday, June 12, 2012
 

Já só leiu o que me interessa e com o que me sinto envolvido.
Espanha, a sua história e a Guerra Civil, o seu enquadramento, num labirinto de factos e estórias e consequências, que ainda hoje se sentem, como em Portugal.
Este livro de um referente do pensamento demo-liberal e protagonista de factos e também casos (a fuga histórica de Cuelgamuros e também a desmistificação desta construção, Valle de los Caídos, com trabalhos forçados, numa quase escravatura) e também de andanças pelo mundo é uma leitura que enche a alma.

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Tuesday, April 17, 2012
 



Ainda o rei e o elefante

Este episódio merece uma reflexão pelos que se preocupam com os direitos humanos e o ambiente.
Antes de mais uma reflexão sobre as monarquias.
Estas são estruturas de poder que surgem no âmbito da criação de excedentes e da sua apropriação por alguns, nas sociedades do designado modo de produção asiático, em que uma estrutura de classes verticalizada é culminada no rei/imperador/deus.
É talvez, até aos estudos de Regis Debray sobre mediologia e a moderna física quântica, que entronca com o Zen, o mais evidente testemunho da invenção de deus pelos homens e pelas suas lógicas de organização e reprodução social.
As monarquias continuam-se na lógica do divino, sendo a sacralização pelo Papa ou outro qualquer dignatário, um momento dessa.
E as monarquias ibéricas tem, alem desse lado divino, uma história pouco limpa de crimes, devassidão, incestos fratricídios e toda a espécie de tropelias.
A monarquia não tem hoje nenhuma lógica nem função no quadro das democracias e Estado de direito, nem sequer como representação de uma mitologia chamada nação.
Dito isto sobre a monarquia vamos agora aos Bourbons. E aos tempos recentes.
Neste momento a família real está atolada na lama, um caso de corupção e tráfico de influências envolvendo a filha e o genro do rei (como se o rei pudesse não saber...) está em julgamento e num momento em que Espanha está com 20% de desemprego, com uma situação social calamitosa,,, pois neste momento o rei gasta o equivalente a um ano, um ano de salário do Presidente da Republica portuguesa (esta é para os que referem os custos menores da monarquia em relação à democracia) para ir,,, caçar elefantes, o que não lembra ao careca.
E acaba aí a história.
A questão da caça ao elefante, no Botswana, é ecologicamente sustentável e faz parte da boa acção de gestão (management) das espécies, além de espoliar esses ricaços sem consciência de umas lecas.
Talvez por isso esta parte da questão (e bem!) não tem sido referida, e por isso aqui venho saudar a maturidade das organizações sociais ambientais.

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Saturday, April 14, 2012
 

Ainda me lembro pelos anos de 1975/76 de me manifestar pelas ruas de Madrid, em corrida, ao som de "Espanã manãna sera republicana" e do "non queremos ni a Franco ni a Juan Carlos el pelele, queremos una Republica que es lo qu'el pueblo quier" no estertor do caudilho.

As monarquias são estruturas que mesmo com os poderes que hoje lhes estão constitucionalmente atribuidos (embora possa haver um ou outro caso em que esses são ...alguns) que são nulos ou de representação não tem a mínima justificação para a sua continuidade, a não ser um mitologico nacionalismo e por vezes razões de conveniência.

A monarquia espanhola à medida que Juan Carlos vai ficando velho e cada vez mais tropego e insensato (esta de ir matar elefantes pró Botswana não lembra o careca!) vai dando tiros nos pés ou mesmo na anca. Está coxa e julgo que nos seus momentos terminais. Pode levar algum tempo, mas é inevitável que a modernidade e a democracia de facto cheguem à Federação.
A Republica já tem bandeira (acima) e o hino pode manter-se, que não tem letra para modificar.
A história não volta para trás.

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