Ontem, na Avenida, foi um mar, um imenso mar de gente, compacta, feliz, cada um com a sua luta, todos com o mesmo 25 de Abril, sempre, fascismo nunca mais.
Goistei de quase tudo e retivemos estas duas:
a luta contra o extractivismo, a mineria no Barroso.
E a honra a tantos dos nossos heróis de todos, vivos ou mortos por eles, com elas cantam as nossas almas. Vozes ao alto!
É uma referência, e estes dois textos são para discussão:
e, é claro, que não posso estar mais de acordo #a democracia representativa está a perder o seu carácter representativo para as grandes máquinas partidárias que "representam" não os seus membros mas os seus funcionários# e # os meios de destruição ora determinam os fins- tendo como consequência que o fim é a destruição de todo o poder# e penso nas nossas democracias mas acrescentando que os pequenos partidos são iguais aos grandes; e ainda #terror não é o mesmo que violência é antes uma forma de governo a que esta está associada quando tendo destruído o poder, continua em total controle" que se aplica, totalmente, ao actual governo sionista, um governo de terror.
E esta que se aplica que nem uma luva ao glorioso 25 Abril:
As coisas do costume, o O.I.E., a aprovação (e um complemento) da capa, contra capa e badanas do livro, uma açorda de tomate no simpático restaurante que ocupa o lugar do antigo, notável, Central em Reguengos, e as arrumaççoes habituais depois de quase 3 semanas fora de casa.
Telefonemas, organização dos próximos dias, amanhã Mourão, sexta um almoço grupal, e Sábado Zafra.
E leio, com muito prazer, e com artigos isentos e com suculência, este último número da Visão História, onde encontro coisas que desconhecia e dados que ignorava ou tinha esquecido. Claro que falta algos mas no geral a nota é muito bom:
Viva o 25 de Abril!
Nas eleições espanholas há que fazer tudo, tudo mesmo para travar o Vox e seus aliados, os independentistas, os PP e os Cidadanos.
E mesmo que sem convivção votar no Podemos, nalguns casos, e sobretudo no PSOE é a única barreira para contrariar o fascismo e o nazionalismo, seja espanholista seja catalanista.
E nada nos Cidadanos que são a maior desilusão da democracia espanhola, aliados do impensável na Andalucia e nacional se tal calhar....
E sobre as coisas concretas ninguém, ninguém disse nada:
#
1.- El
incalculable coste ecológico y humano de la producción eléctrica
nuclear no puede ser contemplado ni cuantificado en términos económicos:
la gestión de residuos radiactivos durante cientos de miles de años, y la
contaminación del agua, de la tierra, de los alimentos, y los impactos sobre la
salud que provienen de las emisiones radiactivas en su funcionamiento
cotidiano.
2.- Los peligros, la falta de seguridad. Aunque se presentan como
“instalaciones seguras”, Chernobil y Fukushima demuestran que un accidente,
bien por un “fallo humano”, o por un evento natural impredecible o inevitable, puede
derivar en una catástrofe irreversible.
El resultado es cientos de miles de personas desplazadas, y zonas arrasadas y
contaminadas a las que ni se ha podido, ni se podrá, regresar en cientos de
años.
En los últimos 10 años se han registrado más de 250 averías en los siete
reactores que funcionan en España, situación que empeora por su deterioro; sin
entrar en su condición de objetivo potencial de posibles ataques terroristas.
3.- La producción de todo tipo de residuos radiactivos sin posibilidad de
gestión.
En la actualidad ninguna tecnología es capaz de reciclar estos residuos de
cientos de miles de años de actividad. Por ello, dejar de producirlos de
inmediato es la única opción.
Redactar el 7º PGRR (Plan de gestión de residuos radiactivos) debería ser una
prioridad, ya que el actual lleva sin actualizar desde 2006.
4.- La minería de uranio, de la que se obtiene el combustible nuclear, es
otra fuente continuada de contaminación radiactiva, que se une a las emisiones
cotidianas de los reactores, cuyo elemento más abundante es el Tritio.
5.- La dependencia exterior, ya que el cada vez más escaso mineral de uranio
y el combustible que se obtiene deben ser importados.
6.- El uso militar de la energía nuclear civil. El uranio empobrecido,
residuo de la fabricación del combustible nuclear, se usa para fabricar
proyectiles de penetración que se han empleado en todas las guerras
desencadenadas en los últimos 20 años, dispersando radiactividad por el mundo y
provocando muerte y enfermedades. Las armas nucleares tácticas, en proceso de
desarrollo, y las de destrucción masiva, son otros ejemplos de amenazas
potenciales para la humanidad vinculadas a la energía nuclear.
7.- La barrera que supone el mantenimiento de las centrales nucleares para
avanzar hacia un nuevo modelo energético basado en fuentes renovables,y para cumplir con
los compromisos urgentes en la mitigación del cambio climático. Hay que
recordar que la fabricación y gestión del combustible nuclear es una importante
fuente de emisión de gases de efecto invernadero, cosa que se oculta.
Estos siete aspectos hacen que la falta de participación social y de
transparencia en la negociación que se ha desarrollado entre el gobierno y las
compañías eléctricas se aún más vergonzosa.
dele já conheço "Le Jardin de Babilone".
Este é todavia bem diferente é sobre a liberdade e o social, com derivas pelos diversos aspectos deste. Só há liberdade social, mas a sociedade é o seu limite.
Enfim...
o 25 de Abril tem que ser continuado, no respeito pelas regras e procedimentos do Estado de direito, democrático, crescendo todos os dias, na cultura e no conhecimento que são também as relações humanas que construímos.
Aqui o Gustavo e o Daniel, o Julio está na sombra, que irão crescer e saber só por estórias o que foi, mas terão outras mostrengos para enfrentar, com arte.
A vida continua. 25 de Abril sempre, fascismo NUNCA MAIS!
Hoje, tenho que dizer da minha maior satisfação, e congratular Marcelo Rebelo de Sousa, pela decisão de atribuir a mais alta condecoração a Salgueiro Maia.