insignificante
Saturday, June 30, 2018
 
É raro ler algum livro em português a não ser que sejam pré acordo.
Sou consumidor, comprador de cerca de 400 livros por ano... em francês, espanhol, inglês, e até noutras línguas. Mas em português só se forem sem esse nefando acordo ortográfico ( editoras vejam o vosso prejuízo!).
Hoje tive um tempinho para ler, ou melhor folhear este interessante levantamento recolha de informação...
com alguns dados de relevo.

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Este sim, é dos melhores que tenho lido, e uma referência, desde logo para desmascarar os nacionalismos, incentivados por todos os parvos, e então com o futebol passamo-nos...

Que é uma criação, cheia de mitos e invenções absurdas do século XIX, a que se vieram agregar os trapos e uns hinos que não chegavam a últimos em qualquer festival.
Em todo o lado é o mesmo, o mesmo cenário, as mesmas pesporrências, em muitos casos copiadas umas das outras e todos reclamando-as suas, as língua é outro dos temas desenvolvidos por este autor, também filólogo, das inventadas, o hebreu, o basco, o servo e o croata (antes uma só!), ao catalão que não é catalão, mas sim aragonês, adaptado por uns padrecas, até ao fantasma que é comum aos dois países do Viriato, inventado na Idade Média e consagrado pelo  padre Juan de Mariana no século XVIII, antes do Herculano, outro grande inventor...
Um livro para estar entre os eleitos....

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Thursday, June 28, 2018
 
É um dos piores, piores fantasmas que percorre a Europa e o mundo, de mãos dadas com o populismo e a incultura que este arrasta.
O nazionalismo.
Assoberbado pela finalização de dois livros, enquanto espero a produção do meu colaborador e amigo Nuno Farinha vou lendo um dos livros sobre Cultura e Europa na pilha.
Para lutar contra os fantasmas este:
é um excelente resumo, sem grandes novidades mas com excelentes interligações.

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Wednesday, June 27, 2018
 
Veio de Zamora, um livro de contos do interior, de estórias de outros tempos ou dos nossos que ainda se continuam nos campos em vias de extinção e nas gentes e na sua frontalidade que vai desaparecendo...

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Tuesday, June 26, 2018
 

Informam-me do estado terminal do Afonso Cautela.
Foi um dos maiores da Ecologia Política em Portugal. Irascível e de humor fino e fatal, capaz do melhor e do resto, foi um radical.
Deve-lhe o movimento ecologista uma homenagem e um preito de gratidão. Foi um dos primeiros a denunciar a complexidade dos problemas ambientais enquadrando-os socialmente, contra os que achavam que o ambiente eram os linces e as mimosas, que também o são mas num enquadramento global.
Já muito escrevi dele e sobre ele, por isso agora só quero aqui deixar o meu bem haja, pelas posições, pelas polémicas, pelas estórias de muitos, tantos tempos e convergências, pelos repastos partilhados, pelas ideias em comum e também pelas que nos separavam.
Ao Afonso que ficará no registo da História do ambiente em Portugal com um grande OBRIGADO!

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mais 1500 kms e pouco tempo para o blog, reuniões e livros em crise de produção...
este número da Quercus foi para relaxe...
e ver que as certezas são cada vez mais duvidosas....
e....
em Caldas da Rainha...
e outras viagens, estas sem grandes novidades e desenhos banais....


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Friday, June 22, 2018
 
Estive ontem em Caldas numa reunião de que aqui darei conta em breve, e hoje em assuntos familiares no Hipódromo do Campo Grande, notável espaço em Lisboa,
 amanhã vou à Figueira e Domingo a Barrancos.
Em meia dúzia de dias faço mais 1300 quilómetros, e com dois livros às costas, em produção, até inicio de Julho.
Hoje conclui a série Picasso da National Geographic, que achei globalmente muito boa.
https://www.natgeo.pt/video/tv/genius-picasso
E tenho em mãos este
mais um livro chapéu de chuva, que faz ligaçoes, estabelece bases, articula pensamento.
Acabá-lo-ei em viagem, mas não vejo razões para optimismo....

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Wednesday, June 20, 2018
 
Enquanto por cá se vai brincando e rindo...
http://expresso.sapo.pt/internacional/2018-06-20-Canada-torna-se-segundo-pais-a-legalizar-uso-recreativo-de-canabis#gs.eQONOqI
há quem leve a polis a sério!

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Hoje termino esta viagem, que continua no espírito e noutros locais...
já não sei de qual das catedrais é este magnifico orgão...

mas a casa das Conchas é definitivamente de Salamanca,
e esta custódia de Zamora...
fantástico mundo...
e ontem, o meu estimado Mário Beja Santos, que muitas vezes nos envia coisas sem as ter enquadrado... enviou-me um excelente trabalho do 11º  ano História e Geografia do Liceu Camões, sobre o Maio 68. Em PDF, quem quiser peça que envio, mais essa viagem.

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Tuesday, June 19, 2018
 
Já li, nalguns casos tresli, 400 das 500 páginas deste livro espesso...
com textos de referência e outros de passagem.
Encontrei alguns que irei usar...


e coloquei numa das listas que frequento isto:

Estou a ler um livro que recomendo # Falas da Terra#, Ed. Colibri e nele, além de muitos, muitos textos de referência encontro uma menção a uma artista e cientista que desenhou insectos em zonas de acidentes ou centrais nucleares.
O desmentido mais eficaz aos que acham que... não há problema nenhum
Aqui algumas das ligações:

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Aqui, a magnífica urbe...
onde  o Douro é represado...
e nesta ergue-se uma catedral que poderia estar em Constantinopla ou Moscovo...


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Monday, June 18, 2018
 
Só agora deitei a mão a este, mais um, excelente número da National Geographic...
aqui:
https://www.nationalgeographic.com/magazine/2018/06/plastic-planet-waste-pollution-trash-crisis/
o nosso planeta já não é o que foi, nem voltará a ser...

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Sunday, June 17, 2018
 
É um dos melhores museus de Portugal e foi conseguido com muitos esforços e empenhos...
No meu livro Almaraz e Outras Coisas Más pela escrita de Mila Simões de Abreu parte dessa história fica registada-
e
e
no regresso de Salamanca e Zamora, depois de passar por uma ex-central nuclear e por um...


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Sou um amante do sushi... e do bom humor!

o vídeo não se deixa ver... os que quiserem ter acesso a este momento colossal de humor digam que envio.

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Saturday, June 16, 2018
 
Só hoje aqui venho trazer a simpática manifestação de dia 9 em Salamanca,

continuarei a acompanhar estas lutas, e também as movimentações que nesta área forem surgindo.
Estou em processo de produção de pensamento e lançamento de uma nova organização, o Observatório Ibérico de Energia, embora com o FAPAS já me esteja a envolver num projecto transnacional de luta contra a nuclear.

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Friday, June 15, 2018
 
A montra de uma simpática ( e muito desorganizada) livraria de Zamora:
e uma página de um jornal local, com o meu velho amigo Jesus Garzon e a transumância:

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Estou de regresso e em breve farei aqui muitas colocações...
Mas, sabendo embora que faltam 3 meses e meio de votação, venho desde já dar-vos conta...
https://opp.gov.pt/proj?search=Burros%20contra%20altera%C3%A7%C3%B5es%20clim%C3%A1ticas#proposals-list
e apelar ao vosso voto.
Mais documentos de sensibilização serão editados...

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Friday, June 08, 2018
 
Por entre as trevas, por aqui e por ali raios de luz!
https://www.dn.pt/mundo/interior/senado-canadiano-aprova-consumo-de-canabis-para-fins-recreativos-9421341.html
estou de partida, por 8 dias. Voltarei a comentar esta.

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Thursday, June 07, 2018
 
Este testemunho quase vale a revista, que tem diversos assuntos de interesse...
« Quand Camus dit à Sartre : "Si la vérité me paraissait à droite, j'y serais", il résume l'"en même temps". Le service de la vérité passe avant celui du bien (ou celui de la vertu). »
e algumas indicações de livros (as traduções de relevo em espanhol já estão disponíveis à muito....) e temas em debate de relevo.
E recebo uma parebenização do meu velho companheiro Fernando Pessoa pelo artigo do 5 de Junho e do blog dele, este, que também subscrevo:http://daquidobarrocal.blogspot.com/

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Tuesday, June 05, 2018
 

Estive na feira do livro, novamente. 9 ou 10 "clientes" com os quais tive agradáveis conversas. Voltei a lembrar, já não recordo quem, me disse com certeza que me havia conhecido a distribuir G3 à porta do Palácio Foz, em 75.
Impossível disse-lhe logo, embora tenha admitido que aí estive, nesse dia e até dei alguns conselhos e fiz de "serviço de ordem", coisas da vida...sempre fui um não-violento!

enquanto também li este livrinho, do autor de um livro de referência, "2048: la fin du monde".
Neste, pequenas estórias e palavras burriladas são enquadradas com "memória da história", que é sempre ficção, contada e re-contada.
Na feira do livro abundam livros sobre o Viriato e Nossa Senhora de Fátima. Acredita quem quer. Provas não há.
Hoje também apresentei a minha demissão, que se repete de movimentos que fui criando... UEDS, MPT, AT, MIA, e outros, todos deixei nos estertores. Alguns morreram de morte assistida, outros deixaram-se penar pelos becos.
Aqui deixo para memória, futura...


(...)
Venho por esta via dar-vos conta que deixo a partir de amanhã o MIA/Portugal e ibérico, a quem desejo, se continuar, os sucessos previsíveis.

Enquadramento:
A partir do momento em que a questão da paridade de género foi introduzida, mal como nos dizia Simone de Beauvoir, sexo não é género, sem a nossa reacção, no MIA, começou a instalar-se uma corrente radical e extremista que contraria em absoluto a lógica política que temos em Portugal e a que também permitiu muitos sucessos em Espanha. Só se pode ter sucesso na luta anti-nuclear e por outras energias criando hegemonia e procurando sensibilizar sectores que à partida não alinham nas nossas posturas.
Tal implica o dialogo, que não pode ser gritaria, e posições firmes e sensatas, que tenho que dizer sempre encontramos nomeadamente no nosso coordenador ibérico Paco Castejon, entre outros.
O deslize, por vezes menos perceptível, foi-se avolumando, posições mal enquadradas, extremismos orais, afastamentos vários, incapacidade de aceitar posições fora do sector radical, ainda que em Portugal tenhamos dado continuidade ao nosso múnus.
Tivemos uma reunião muito participada, há cerca de um mês em Lisboa, onde foram feitas propostas para a continuidade do movimento, com outro tipo de paridade, e lógicas de decisão, com alteração dos sistemas de comunicação e de gestão, e nessa foram valorados vários elementos imprescindíveis para a continuidade.
Infelizmente a situação têm-se continuidade a degradar e não parece haver um mínimo de capacidade de regeneração a que acrescem vaidades pessoais e lógicas de protagonismo, ocas, insensatas e escusadas.
Embora não seja o elemento detonador o facto de passado um mês não ter sido possível ter a acta da reunião de Lisboa ( Fábrica do Braço de Prata) nem a proposta que saiu dessa para os companheiros espanhóis e assim ser impossível discuti-la numa AG para a qual fomos, novamente, totalmente ignorados levam-me a dar este grito do Ipiranga.
Acresce que nunca, nunca mais, houve qualquer informação ou contacto por parte dos companheiros espanhóis, salvo alguns feitos por nós a título individual e nomeadamente sobre os eventos previstos para Salamanca.

Desenvolvimento
Vou sair, e irei propor ao FAPAS o abandono  do que resta desta associação ( MIA).
Irei, honrando mais de 40 anos de luta ecologista e anti-nuclear criar, como foi anunciado em Lisboa uma nova organização que se poderá chamar Observatório Ibérico de Energia, e darei continuidade à produção do suplemento Pela Vida, em estado de inicio de produção, e procurarei  ainda com este  (OIE) organizar um colóquio ibérico em Setembro, em Lisboa.
Penso que com um novo governo em Espanha os desafios são crescentes e seria necessário outra organização que pudesse estabelecer diálogos e confrontos num quadro de disponibilidade e que levantasse a bandeira do confronto ambiental e busca da hegemonia social.
A nova ministra do Ambiente, Energia e Alterações Climáticas Teresa Ribera, deveria, por exemplo, receber um incentivo nosso (vem dos movimentos) e um pedido de audiência, mas julgo que nada se fará, também nesse caso.

Quem quiser continuar ligado faça-o, caso não esteja já, enviando-me um mail pessoal  para o mail em cópia ou através do  nno-NuclearNaoObrigado@yahoogroups.com
onde diariamente  se recebe notícias de todo o movimento anti-nuclear mundial.
Saudações, amistosas se for o caso,
(...)

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No Público teve que sair com alguns cortes, por razões de espaço.
https://www.publico.pt/2018/06/05/sociedade/opiniao/contrariando-a-entropia-e-o-antropoceno-1833087

Aqui a versão integral:

Em defesa da sustentabilidade e contrariando a entropia

Há discussões e controvérsia científica sobre se já entrámos numa nova idade geológica, o antropoceno, e até sobre o nome a dar-lhe caso esse facto seja acreditado pelas instituições relevantes na matéria.
As alterações, todavia, já realizadas na biosfera pela nossa espécie não têm precedentes e já existe uma fina camada radioactiva que cobre a Terra, resultante de milhares de ensaios nucleares e das centrais nucleares, sobretudo dos acidentes de Chernobyl e Fukushima, camada essa que está identificada para o futuro.
Não vamos discutir o termo, se relevando de mais ou menos antropocentrismo, pois sabemos que somos nós quem faz a História e esta com H grande é feita por nós com base nos factos num espaço e num tempo determinado.
Mas já a discussão sobre se estamos ou não nesse momento merece referência.
Há quem defenda que essa nova era começou há cerca de 10.000 anos com a domesticação de algumas plantas e animais e as primeiras interferências do homem na biodiversidade e natureza. Outros referem a incerta data da revolução industrial, a queima de fósseis e a utilização de agro-químicos, mas sem dúvida no século XVIII e XIX.
Com as alterações climáticas, o aumento do dióxido de carbono atmosférico é um dado incontornável, também no século XIX , com a globalização da Terra e da economia temos um incremento da extinção de espécies, que prossegue. Alguns autores referem-se hoje à sexta extinção, dado o grande número de espécies que se vão extinguindo, só comparável às outras cinco grandes extinções porque a Terra passou.
Mas é, sem a mínima sombra de dúvida, em 1945 com as primeiras explosões atómicas no Novo México e depois em Hiroxima e Nagasáqui que introduzimos no ambiente elementos incontornáveis. As radiações nucleares dessas explosões estarão presentes na Terra daqui a muitas, muitas centenas de milhares de anos.
Sem sombra de hesitação,  o que na história do universo e mesmo na da terra é o equivalente a milionésimos de segundo de diferença, sobre se é a revolução agrícola, industrial ou nuclear o elemento detonante, o certo é que se não contrariarmos a 2ª Lei da Termodinâmica que nos diz que toda a energia se degrada no quadro da sua utilização, a entropia que aumenta, como um sinal do aumento da desordem e da degradação deste organismo gigante, mas um grão de areia no universo, que é a Terra será irreversível.
A 2ª Lei da Termodinâmica diz-nos que a entropia aumenta nos sistemas isolados. A Terra não o é. Está aberta ao Universo e recebe energia de baixa entropia do Sol. É possível pois diminuir o aumento da entropia.
A história dos que têm procurado contrariar essa entropia e conservar as energias ( que toda ela se mantêm, no quadro da sua degradação como nos diz a 1ª Lei da Termodinâmica) e a defesa deste novo conceito, recente mas que mergulha também no tempo e nos princípios éticos e filosóficos de há milhares de anos,  das grandes religiões e de muito  pensamento filosófico, é uma luta que se desenvolve em múltiplos planos.
Nas instituições, nas acções de milhares de indivíduos e associações, na palavra e nos empenhos e lutas não violentas que inúmeras comunidades ou tantas vezes grupos isolados levam a cabo para defender a sua terra, o seu espaço vital, esse quintal muitas vezes tão desprezado, e no espaço público que procuramos ocupar e onde temos vindo a intervir.
Os rios vivos onde se deve continuar a usufruir do bem comum que é a água a correr e a sua utilização compatível com a manutenção dos ecossistemas, e sobre o Tejo temos tido particular preocupação. O Tejo é um exemplo claro de degradação e de como estas decisões de conservação devem ser articuladas a nível internacional.
Preocupação que é também com a utilização de uma forma de aquecimento da água, a partir da fissão do átomo, que nos dois grupos de Almaraz e no de Trillo afecta, pode afectar este recurso, mas também o ar e os solos onde se terão que gerir as toneladas, toneladas de resíduos desse aquecimento.
Aquecimento que não é, ao contrário do que muitas vezes os vendilhões do templo, mercadores do oligopólio energético, nos dizem um aliado na luta contra as alterações climáticas, mas antes pelo contrário. A nuclear é um aliado do modo de produção e gestão energética, de desperdício e poluição  (irreversível)  que tem na base a queima de combustíveis fósseis para fazer girar as turbinas que vão esmagando a Terra no seu espaço.
Alterar o paradigma de desenvolvimento, mudar as palavras que usamos para o enfrentar, alterar comportamento e modos de ver, ouvir e sentir é um elemento fundamental para criando hegemonia social, alargando as áreas sociais e políticas em que nos situamos, no quadro do pensamento que é sempre individual mas enquadrando-o em lógicas sociais que se devem amplificar, e interligar nesta jangada ibérica, que está, também, ligada a esta Europa hoje em crise profunda e que partilha responsabilidades globais.
O empenho por uma mudança do paradigma energético e de desenvolvimento é transversal e tem que contar com novas políticas públicas. Requer múltiplos actores políticos e sociais, mas também científicos e económicos. E um envolvimento transfronteiriço. A atitude do governo espanhol de avançar com o cemitério nuclear em Almaraz e a mina de urânio de Retortillo sem consultar e ouvir a opinião do governo português está nos antípodas desse empenho na procura de soluções comuns para a crise ambiental que vivemos.
Nós, aqui, vimos dar conta da nossa, toda, todos.
Ricardo Sixto, presidente da Comissão de Energia, Turismo e Agenda Digital do Congresso de Deputados e membro da Esquerda Unida
Pedro Soares, Presidente da Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território,
Descentralização, Poder Local e Habitação e membro do Bloco da Esquerda
Francisco ( Paco) Castejon , Porta Voz Ibérico do MIA e Doutorado em Física
António Eloy, moleiro e escritor


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Monday, June 04, 2018
 
Assisti a duas ou três "aulas" do mestre e tive com ele uma reunião em que abordámos (terá sido ele?) a questão que refere a pag. 331, a falha de Peniche, e a central nuclear de Ferrel.
Orlando Ribeiro nesta recolha de textos geomorfológicos, onde tenho que referir que os sobre vulcanismo, a ilha do Fogo e os Capelinhos no Faial me prenderam especialmente, assim como os últimos sobre o Homem no quadro da evolução geológica.
Um livro de referência de um grande mestre do nosso conhecimento.

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Sunday, June 03, 2018
 
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Três números ou mesmo quatro acumulados, histórias com referências e com História, e desenhos na linha clássica.
Uma revista sem surpresas....

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Mais um artigo notável!
Só posso subscrever. Também estou fart!
https://elpais.com/elpais/2018/05/28/eps/1527504319_676899.html
e outro na mesma linha de denúncia, de outro nazionalismo:
https://elpais.com/internacional/2018/06/01/actualidad/1527860998_662589.html
e vi hoje um interessante filme, de quando os judeus eram anti-nazis...

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Dia 5 de Junho
Que espero marque um ponto na luta contra o "antropoceno", voltarei a estar na Feira do Livro na Colibri, das 17 ás 20, esperando uma tarde tão agradável como a anterior.
Lá vos espero, para outras viagens..
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Saturday, June 02, 2018
 
É total hipocrisia ou o chamado double speak, dizem uma coisa e fazem outra...
https://euobserver.com/environment/141972
e mantêm o subsidio ...
da vaca.
Inconcebível!

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Friday, June 01, 2018
 
Ontem mesmo tive ocasião de pressionar o MIA/Espanha para tomar posição face à demissão de Rajoy e à entrada de um novo governo presidido por Sanchez.
E hoje forcei a tomada de posição, contra a vontade dos radicais que tomaram praticamente conta das estruturas deste movimento, em Espanha.
A entrada de um novo governo vai permitir que as discussões sobre política energética, a luta contra as alterações climáticas, a retirada de impostos absurdos ás renováveis (vamos ver se não seguem a linha do sector radical do Bloco), o encerramento das nucleares no fim do seu período de vida ou até antes no âmbito de negociações com as empresas destas titulares, o fim da ideia mirífica de minerar urânio, ao enquadramento global dos resíduos desta produção, são algumas das questões que terão que estar na nova agenda.
Assim como o Tejo, que com a que me anunciaram ser a nova responsável do Ambiente vai ter mais uma aliada.
Será um momento para varrer as imensas sequelas de corrupção que inundam Espanha, embora não se deva esquecer a responsabilidade do PSOE em muitas dessas manobras e "mãozinhas leves".

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civetta.buho@gmail.com

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