Hoje acordei com estas pútegas, que ne envia o amigo Miguel Boeiro:
"As pútegas, cientificamente denominadas Cytinus hypocistis, foram anexadas à família das Cytinaceae, ou, segundo outros botânicos, à família das Rafflesiaceae. Aparecem, como já referimos, em zonas de matos xerofílicos, pinhais e bosques abertos, preferencialmente nos litorais do Mediterrâneo, todavia, no nosso país, surgem praticamente em todo o território."
Lembrei-me de tantas outras.
Labels: Flores, Miguel Boeiro
Ora tenho em mão um livro "estranho", que parecendo uma viagem por um rio, imbrinca-se por meandros e meandros. Veneza, muita Veneza, cultura e literatura.E Sarajevo muito, também. E Istambul, que tem um texto de excelência pág. 239 e seg. E outras estórias., com a sobre o ladino na pág. 149.
muitas estórias...num livro que cultiva a língua francesa e os autores balcânicos.Labels: Livro, Mathias Enard
Hoje concluo o livro, grande livro, de Kazantzaki (pena não haver tradução em português!). Este Zorba é um monumento:
Como este espigueiro:
Labels: Espigueiro, lua, Zorba
Trouxe 4 livros para estes dez dias de reclusão balnearística. Hoje com as primeiras sessões também dei início ao primeiro, são cerca de 500 páginas irresistíveis. Um "romance" complexo, cheio de referências, com uma excelente tradução e notas de Bouchet, e que nos agarra da cabeça aos pés. De um fôlego li cerca de 200 páginas.
Aqui voltarei, este livro tem a ver com outros que são base o nosso tempo:
e passaram-me pelos olhos e ouvidos estas fantásticas imagens e sons:
https://youtu.be/QskFT7AaKH0?si=sAGx04-7hm52j9qY
do filme e da música, intemporais.
" maldição para os que não se libertam dos seus Budas, dos seus deuses, das pátrias, das ideias"
" enquanto houver pátrias o homem continuará a ser um animal selvagem, uma besta feroz"
Labels: Kazantzaki, Livros, Zorba
Aqui na Beira ouço com grande agrado as crónicas do meu velho camarada Fernando Alves. Hoje foi mais uma excelente:
https://www.tsf.pt/sinais/artigo/pelos-calhabardais-da-memoria/18131565
Labels: Calhabardais, Fernando Alves, Sinais
Observatório Ibérico de Energia denuncia o duplo embuste do Volta
Já o tínhamos denunciado, está aqui:
https://signos.blogspot.com/search/label/Voltia
mas as brumas que tem rodeado este nefando projecto, que incomprensívelmente merece o apoio de alguns ecologistas, não há, não há a mínima reutilização dos produtos que pagamos antes de talvez recuperar alguns cêntimos, e ninguém protesta por estarmos a pagar mais 10 ou 20 cêntimos como “depósito” deste vasilhame, que não tem qualquer hipótese de ser reutililizado?
Por pequenez política temos ouvido alguns a protestar por causa da mineração, da busca de alguns dividendos por parte de quem nada tem, mas deviam era protestar contra o absurdo de todo este processo, e perguntar pelos custos e impactos ambientais. As taxas de reciclagem têm descido, e não há, não há qualquer reutilização do, no Volta. São um roubo (aos consumidores que pagam o depósito) e uma ilusão (aos mineradores, que ficam com mais um gasto no super!)
E ora vêm propor, ignorando totalmente os ciclos de recuperação e reciclagem querer juntar o vidro ao Volta?
As perguntas que deixámos no ar não foram respondidas e ora gostaríamos de saber, quantas, quantas garrafas de plástico foram reutilizadas depois de esmagadas no tal sistema? Quantas? E as de metal nele misturadas? Quantas?
Continuamos a soprar para o ar. Mas retenham a respiração, que o país está cheio, mas mesmo cheio de erva das pampas, que se vêem em contínuos por toda a Beira, por cidades, e vilas por todo o lado.
Ou assobiem para o ar, para passar.
E Almaraz continua parada!
Labels: Embustes ambientais, reciclagem, Voltia
O artigo abaixo, de um dos jornalistas verdadeiramente sérios e independentes deste jornal, chamou-me a atenção para esta pérola:
https://youtu.be/0UITfDm-8Bk?si=CFNaoUEclRbjxmJ7
Labels: Jorge Palma, política, vinho, World Music
Hoje estive 6 horas num hospital, a acompanhar uma querida amiga*. Li este:
um livro com o humor sarcástico de Mark Twain, e que só respeita Deus, seja ele qual seja ou todavia. Uma obra de grande vulto.* Saiu sem complicações, o lazer é, talvez, a melhor invenção para estas questões
Labels: Mark Twain, todavia