Aqui se pode ver "Los Refugiados de Barrancos":
https://morrimer.com/documentales/los-refugiados-de-barrancos/
excelente documental sobre a empatia e a resistência
Labels: Barrancos, refugiados
Hoje estive na sessão comemorativa dos 90 anos. Foi uma cerimónia"bonita!" e sentida.
Em vez de pesporrer sobre a mesma aqui trago de blog amigo:
https://estadodebarrancos.blogspot.com/search/label/Campo%20de%20Refugiados
onde além de texto que Dulce Simões apresentou temos alguma estória.
Labels: Estado de Barrancos, Fronteiras, refugiados
Não tenho a mínima dúvida que é um dos melhores livros de "doutrina" e teoria política de todos os tempos, além de "ilustres" preceitos morais e éticos.
Claro aqui e ali disfarçados de pseudo-contos para crianças.
A tradução e prólogo são de uma mulher maior que a vida, infelizmente muito esquecida, Clara Campoamor.
Do prólogo:
Labels: Esopo, literatura, política
Hoje somos surpreendido por uma nova DANA, ora mais pequena, mas já com vítimas mortais e grandes prejuízos.
Não há como estudar, compreender, corrigir e procurar gerir o território integrando a paisagem e o que faz parte dela, os caminhos da água, também chamados rios, mesmo quando eles não estão lá.
Acabadas as revistas (abaixo) e tratadas as questões em curso, assinar com a chave móvel o documento para legalizar o Vamos e prescindido dos dividendos absurdos da Cooperativa Coopérnico (não sei que ideia disparatada foi essa) e tratadas duas ou três questões locais, mergulho no rio:
de três cátedras.Labels: ordenamento do território, Rios, Território
Já andei por seis ou sete partidos, embora na verdade dois ou três nem o eram mas simples grupelhos. Os outros também pouco mais que isso, salvo o Partito. Na verdade, participei em 9 ou 11 congressos dos outros 3, e estive na direcção política de dois e fui assistente europeu parlamentar de outro (Partito Radicale).
Mas não acredito na forma partido, nos seus esquemas organizativos e tenho sérias dúvidas, como sabem os que me acompanham sobre o sistema de representação, e a super-estrutura que o forja e rodeia.
Gosto de grupos de cidadãos e lógicas sociais e cooperativas, inclusivé a concorrerem à representação autárquica, da qual acho que os partidos deveriam ser excluídos.
Envolvi-me sobretudo nos partidos onde tive responsabilidades e apresentei em 2 deles moções de desintegração (ou re-integração) nos congressos com propostas, num com 1/3 dos votos e noutro com 45%, infelizmente eles deram no que deram....
Do que gosto mesmo é de um partido não partido, de causas e com objectivos estabelecidos! em base anual, e com convenções sem delegação em que todos os membros possam participar ( e não me venham com a treta de que são muitos....sabemos que a participação nunca ultrapassa os 10% dos membros!). E de uma boa discussão. E de alteração dos discursos,
Mas vejo a nossa situação com grande apreensão. Tenho andado pelo país a semear dúvidas e incertezas sobretudo contra as ideias e conteúdos da extrema direita, mas também contra os que com ela são complacentes. E a realidade vai ganhando contra a ficção dos energúmenos. Quem viveu o glorioso 25 não pode ter outra posição.
Tenho que dizer das dúvidas que o programa aqui ( no link) apresentado me inspira, sou cada vez mais radical nos princípios e crítico dos discursos e sua prática dominantes e da linguagem moldada. E não vejo quem equacione a lógica da entropia no quadro da situação da economia e seja capaz de construir novas lógicas sociais. E que defenda propostas de roptura, talvez com medo de de outras palavras.
E acho que ser complacente, por exemplo, com opções de destruição do território não é um bom início....
Mas assinei, e darei contributos. E venho convidar a malta a assinar, não compromete e ajuda a mais rápido constituir mais este.
tenho, como sabem estima e amizades que valorizo, e muitas dessas estão por aqui. Com alguns destes membros tenho trabalhado e obtido mais valias e entendimentos o que muito valorizo. E sei que podemos discordar e acordar com a mesma confiança.
Conheço alguns passados onde convergimos e espero com confiança possam continuar-se.
Vamos. Vamos. Vamos.
Cá estão as revistas:
eA Quercus, este mês roça temas áridos e até menos entusiasmantes, mas com outras notícias úteis, mas há que dizer que a substituição do director diminue, e muito, a qualidade. É a vida que continua.
Já o Cañamo está cheio de histórias de grande nível. Para registo e abrir a boca, de espanto e para fumar umas brocas....e de admiração, enquanto se fazem círculos.... e saliento, além da interessante conversa com Jim Belushi (Blues Brothers!) a notável, que deveria ser obrigatória a todos os farsantes políticos que há por aí!, entrevista com Eduardo Hidalgo, onde trespassa a política proibicionista.
Labels: Anti-proibicionismo, Cañamo, revista Quercus
Labels: Boualem Sansal, direitos humanos
Comunicado de Imprensa
Labels: Almaraz, Fechar Almaraz