Já vi mais 4 filmes no DOC, mas só este me merece a melhor referência:
um obra notável sobre o elemento da nossa História, passado e presente e segue.
E estou a ler, finalmente que este já viajou muito...os Tardigrades, igual em português.
um livro que se lê como se fosse um romance real e sério. Pena a ficção cientifica que contradiz a lógica de todo o livro, e muito bem os exercícios para miúdos.Labels: Docs Lisboa, Jornal do Fundão, Tardigrades
E agora encontro este rebuçado, um enquadramento desse com a lógica economico-social da época, inicio do século XVII.
A crise do feudalismo e as dores de parto do capitalismo feroz que nos caracteriza e que Vilar designa por imperialismo, de império:
um pequeno texto de referência.
Labels: Don Quijote de la Mancha, Don Quixote, História
Como o progresso destrói a natureza e a vida:
Hoje dei inicio a 7 ou 8 documentários que tenho registados para o Doc Lisboa.
Um filme notável que nos deixa ainda mais estarrecidos com o que irá acontecer no Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=nN1K0VwrFJ4
os crimes da ditadura, a campanha pelas Anistia e pelos direitos todos.
E ver personagens, legendas, foi gostoso.
Tudo, tudo foi mal feito. As esquerdas foram, são de uma imbecilidade enorme. E Lula ter dado autorização para minerar a foz do Amazonas e outros, muitos outros desastres ambientais não ajudou nada.
Labels: Brasil, Docs Lisboa
Ficámos empenhados com esta visita ao excepcional museu:
um museu notável e não digo isto por muitos amigos e conhecidos lhe terem feito a história, nem pelas aventuras de registo fílmico de tantas, tantas fugas e de outros acontecimentos que aqui ocorreram.
Um museu muito didáctico e sem palavras a mais, sem fotos que não esclareçam. E com muito gente, no dia em que o visitámos mas pelas informações todos e muitas escolas, todas, todas elas deveriam aqui vir e ver.
Contei a solidariedade do povo de Peniche para com os presos, elemento que me pareceu pouco valorizado nasa exposições, mas muito subliminar, e claro nas fugas.
Quase duas horas e vontade de voltar. Obrigado à Liberdade que nos permite isto.
Labels: Cadeia, Fascismo nunca mais, Peniche
Nestes três dias não podia deixar de lado algumas leituras, além de revistas li este... suficiente mas muito levezinho:
uma razoável bibliografia, mas um livro no vento, com pouca raiz.Labels: Lisboa
Nesta ida a Rio Maior também estivemos na Folio, onde me cruzei com alguns amigos e conheci outros. Falámos com gratidão e saudades do José Pinho, que nunca será demais recordado:
aqui homenageado e muito bem numa parece. O seu riso aberto, a sua disponibilidade e seu empenho vertiginoso continua... também recordámos outro querido amigo o João Paulo Cotrim.A vida é um poço de saudades...
Labels: folio, João Paulo Cotrim, José Pinho, Livros, Obidos
Estivemos uns dias pelo oeste, base em Rio Maior:
onde é incontornável voltar às salinas.
Ficámos na excelente: https://www.casadoforal.com/ onde tivemos ocasião de cruzarmos o dono desta Carlos X Madeira, e com ele recordar velhos amigos como Gonçalo Ribeiro Telles.
Mostrou-nos amavelmente a sua própria casa, que encontrámos um primor e uma parte da adega:
um poço com túnel no fundo e outros milhares de garrafas.
Um espaço excelente e encontrámos dois restaurantes de qualidade, nesta terra que anda muito degradada, mas a que procuraremos voltar, assim com a esta casa, onde tivemos também muita simpatia.
Noutra posta escreveremos sobre a nossa ida a Óbidos e a Peniche, aqui não queremos deixar de referir este monumento de sincretismo religioso, o Dólmen e igreja (que já houvera sido) de Alcobertas:
aqui algo que parece um "Buda" sobre no templo neolítico.aqui de fora não se tem a dimensão do espaço dolménico e da sua adulteração.
as pedras resistem. as religiões e os tempos cruzam-se e sobrepõem-se.
Labels: Alcobertas, Dólmen, G.R.T., Rio Maior
Não há nada, nada mais a dizer depois de ver este espectacular filme.
Nazismo=Zionismo=Nazionalismo. Mito da superioridade rácica. Mito do povo escolhido. Mitos e mitos. E Bárbaros.
eu semita me confesso.Labels: Nazionismo, nazismo, Semitas, Zionismo
Muitas vezes aqui o tenho referido. O conheci pessoalmente e partilhámos uma conferência e um alço épico. É uma referência incontornável da ecologia política. E do movimento não violento de contra o crescimento.
Labels: Ivan Ilitch
Novamente no palácio do Conde de Anadia, em Mangualde: https://palacioanadiamangualde.com
e com mais fotos de burrinhos, tiradas pelo Alan!:
Labels: AEPGA, Burrinhos, Mangualde, Palácio Conde Anadia
“A nação é estruturada só para sancionar os impostos” *
*e “tem que desenvolver-se por fronteiras artificiais” de Pierre Kropotkine, aqui: https://signos.blogspot.com/search/label/Kropotkine
1-A História
É área de muita, muita invenção. Mas escavando sempre vamos descobrindo a verdade. Que desagrada aos maiores falsificadores da dita, os nacionalistas, os xenófobos, os racistas.
No número anterior dissemos, e o temos repetido em sessões públicas, que todos, todos temos tetravós pretos africanos, e passámos no âmbito da criação das proto-línguas por ser bengalis, e os nossos egrégios avôs eram meio pretos.
São factos científicos, que só defensores de teorias estilo a Terra é plana ou, como acontecia com a plana maior nazi, é oca e nós vivemos na parte de dentro, ignoram. Vejam no que deu ou dá o disparate. Dá no Trump que tinha muitos como ele no Júlio que pensavam que eram o Napoleão. Alguns até em camisas de força.
2- A nação
Estas são as maiores mistificações do nosso tempo. As nações, como entidades socio-culturais e espaços geográficos (tema que desenvolveremos em próximos textos), sempre flutuante e ao sabor de eventos, só se constituem no século XVIII e/ou no início do século XIX, sobretudo com e após Napoleão.
É conhecida o facto de no final do século XIX, o rei D.Luís se ter deparado com pescadores que lhe referiram que o seu país era... a Póvoa de Varzim. Não há sentimento nacional, pese a invenção de mitos como Viriato ou a escaramuça de Aljubarrota, ou a defenestração. Um país inventado por atirar por uma janela o amante da rainha é isso a brava nação lusa?
E mesmo chegados ao século XX Salazar tremia ao pensar na união ibérica e reforçou o único elemento que distinguia os dois países, os toiros, que eram até meados dos anos 70 o ponto fulcral das identidades e festejos populares na Ibéria.
O golpe militar e movimento popular de 25 de Abril acabou com outro mito nacional, muito pouco integrado no sentir português é certo, refiro, aqui, um livro de grande nível de Jorge Valadas “Os caminhos da Insubmissão”, onde além da descrição dos tempos negros se percebe que não havia a mínima ideia que as colónias eram (da) nação, nem pelos nossos ”egrégios” que nelas vivem!
3- A Europa
Sou um iberista, um europeísta e um mundialista. Como referi em texto anterior e foi frase de ordem de Maio de 68 “Les frontières on s’ent fout”, e como nos diz também o enorme teórico em título só o Apoio Mútuo constituiu Humanidade (ver a ligação! Em título).
Mas a Europa poderia ser um desafio em defesa dos direitos, humanos, sociais, ambientais e todos em geral. A ideia de Europa, não a pervertida, raptada pelos medíocres Estados nações que a adulteraram em nome da lógica monetária e centrados unicamente na liberdade financeira e dos capitais, Europa projecto político que, em linha com ilustres filósofos, deveria ser uma trave para um mundo de paz.
Mas claro há dívidas a pagar, há ressarcimentos e passados que não se podem varrer para debaixo do tapete. A Europa é responsável, e, hoje infelizmente vivemos em redes de ilusão, desprezamos a responsabilidade, ignoramos.
E para acabar, a tema a que voltaremos, como nos dizia Gramsci temos que lutar contra a hegemonia e o pensamento dominante (que por isso tem os meios de dominar) e isso é tarefa de formiga. O sou.
4- O Mundo
Não é plano. O boneco é o mapa mundo, tal como ele é. Vem da NASA!
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