Este é mais um livro "catrastofista" mas cheio de lucidez e lógicas para acção. Esse não é um fatalismo.
um instrumento de grande utilidade para trabalhar o pensamento de uma plétora de autores de ghrande qualidade e envolvimento.Labels: Apocalipse (in)certo, Entropia, hegemonia, Obsolescência
Não há nada inocente no Estado. Desde a sua criação, ao seu desenvolvimento e funções, aos seus órgão policiais e de controle das ideias.
E claro ao seu papel de sustentáculo dos predadores, das empresas monopolistas, dos oligopólios, que vivem assentes sobre o escravagismo, o colonialismo, e a mentira e manipulação.
e nós somos os inocentes úteis? Não, not in my name.É um petisco para alguns, para outros nem tanto. Está a ficar raro, por diversos factores, espécies exóticas nos nossos rios (o siluro que mencionei na Assembleia da Republica!), a predação da pesca excessiva, as alterações climáticas e dos ciclos hídricos, e claro tudo isso articulado com outros factores diversos.
Aqui um soberbo prato, na marisqueira Atlântico, em Carcavelos:
Labels: Arroz de Lampreia, lampreia, Pesca
O tempo não estava convidativo, a difusão foi pouca e má, mas menos de 20 pessoas assistiram à conferência magistral de Jorge Paiva na apresentação do seu livro:
que irei degustar com calma e tranquilidade, enquanto o tempo passa.Aqui uma imagem do Jorge:
Labels: Botânica do Império, Camões, Jorge Paiva
Um livro excelente, onde aprendi muito e com o qual me tenho deliciado:
recordo as aulas de história de África com a minha estimada Isabel Castro Henriques e a longa, longuíssima conversa em companhia com o Zaluar com o J. Kizerbo. Este está nessa linha, mas aprofundando muito a relação entre o colonialismo e sobretudo a escravatura e o processo de acumulação capitalista.
As relações tecidas entre estas lógicas e o bloqueio ao desenvolvimento social dos povos africanos, o que também me recordo Dumont e a sua África que partiu mal, claro com esta ganga toda atrás.
Um livro compacto, 400 páginas de leitura dura, que resiste.
Labels: África, imperialismo, Walter Rodney
Fiquei feliz com a vitória, esmagadora de António José Seguro. 3 portugueses em cada 10 (com capacidade eleitoral) votaram nele. Ora é Presidente de todos, mas infelizmente a nossa informação é omissa em fornecer a informação real.
Assim como o Chega, juntando os votos da IL só recolheu mais 300.000 do que sózinho (e não esquecer que Ventura tinha perdido mais de 100.000 em relação ao Chega na 1ª volta) e ficou longe, muito longe dos votos da AD nas legislativas, embora o mentiroso Ventura tenha tentado criar ilusões com a percentagem (menos cerca de 400.000!).
A.J.S. será um presidente na linha do actual, menos pesporrente pelo menos no 1º mandato, depois logo se verá, mas sobretudo irá respeitar o Estado Democrático de Direito, as liberdades públicas e os direitos constitucionais.
Vamos continuar.
Labels: António José Seguro, Presidenciais
Toda a mineração gera toneladas de resíduos, e muitos, muitos altamente contaminantes e perigosos. As soluções são poupança, reciclagem e alteração do paradigma. Minerar o mínimo. E mais minas não.
* pois burrinhos são pretexto para falar de tudo, tal como a dita.
Labels: Entropia, resíduos, Valdelamusa
Tenho escritas e outras em preparação sobre a publicidade, essa moléstia que desenvolve a doença que é o consumismo...
é claro que isto não é bem publicidade, é informação, desde que não passe da caixa...e é arte...Labels: Consumismo, Publicidade