Estava sentado a escrever e passou uma tremura ou melhor duas e desvaneceram-se
e vieram-me à memória duas ou três intervenções minhas enquanto vereador na C.M.L. sobre as faltas de preparação e prevenção e bem assim sobre a completa ausência de planos de contingência. Referi também problemas com o edificado, entre outros os do Bairro das Colónias. A maioria (duas de diferentes cores) respondeu metendo os pés pelas mãos que eu estava mal informado, que isto e aquilo.Inch Allah, ou oxalá que este não seja superado por outros de maior grau.....
Labels: abalos, Lisboa, Tremor de terra
Tenho tido muito espaço... além de fazer o O.I.E. https://obseribericoenergia.pt/index.php e dar alguns conselhos por aqui e ali, tento retomar a escrita do ora "Burros contra a Hegemonia", mas está com arranque difícil. E li, e candidatei-me ora a escrever uma nota de leitura sobre esta descoberta, este livro de filigrana:
Aqui trarei essa nota de leitura, em breve.
Labels: Anarquismo, pensamento libertário, Voltairine De Cleyre
Dia de Carne vale e para pôr leituras em dia. Este excelente e que levanta novas pistas sobre as falsidades do sionismo, ideologia que inventou um povo, uma terra e um nazionalismo.
Um dos maiores motivos de interesse do livro é a informação sobre o choque entre a comunidade judaica sefardie, de origem em Israel e os ashkenazi com origem em conversos ao judaísmo da Europa de Leste (o Império Kazar) e a sua não mistura e condenação dos casamentos entre essas comunidades.
Toda a história do sionismo é uma enorme manipulação e um embuste.
Um livro com algumas petites histoires de assinalar, registo as menções ao "papiamento", em Curaçau e Barbados, e as sobre as construções de diversas sinagogas. Também chamou a minha atenção para as lógicas da construição dos cemitérios judaicos e bem assim para os nomes.
Labels: Judeus, marranismo, nazionalismo, sionismo
Um livro de excelência mas a que faltou um editor, o que acontece cada vez mais frequentemente, os editores são cada vez mais raros ou incapazes.
Dito isto o conteúdo, o texto do livro é de primeira, de um erudito, um livro de grande, enorme qualidade, como distingue o nosso Jorge Paiva.
mas em falta de uma nova edição, esta vale muito, muito a pena.Na livraria Snob, ao pé do Pedro Nunes, em Lisboa.
Labels: Botânica do Império, Camões, Jorge Paiva
Este é mais um livro "catastrofista" mas cheio de lucidez e lógicas para acção. Esse não é um fatalismo.
um instrumento de grande utilidade para trabalhar o pensamento de uma plétora de autores de grande qualidade e envolvimento.
E tenho que dizer que é fantástico o que se sabe quando se lê.
Labels: Apocalipse (in)certo, Entropia, hegemonia, Obsolescência
Não há nada inocente no Estado. Desde a sua criação, ao seu desenvolvimento e funções, aos seus órgão policiais e de controle das ideias.
E claro ao seu papel de sustentáculo dos predadores, das empresas monopolistas, dos oligopólios, que vivem assentes sobre o escravagismo, o colonialismo, e a mentira e manipulação.
e nós somos os inocentes úteis? Não, not in my name.É um petisco para alguns, para outros nem tanto. Está a ficar raro, por diversos factores, espécies exóticas nos nossos rios (o siluro que mencionei na Assembleia da Republica!), a predação da pesca excessiva, as alterações climáticas e dos ciclos hídricos, e claro tudo isso articulado com outros factores diversos.
Aqui um soberbo prato, na marisqueira Atlântico, em Carcavelos:
Labels: Arroz de Lampreia, lampreia, Pesca
O tempo não estava convidativo, a difusão foi pouca e má, mas menos de 20 pessoas assistiram à conferência magistral de Jorge Paiva na apresentação do seu livro:
que irei degustar com calma e tranquilidade, enquanto o tempo passa.Aqui uma imagem do Jorge:
Labels: Botânica do Império, Camões, Jorge Paiva
Um livro excelente, onde aprendi muito e com o qual me tenho deliciado:
recordo as aulas de história de África com a minha estimada Isabel Castro Henriques e a longa, longuíssima conversa em companhia com o Zaluar com o J. Kizerbo. Este está nessa linha, mas aprofundando muito a relação entre o colonialismo e sobretudo a escravatura e o processo de acumulação capitalista.
As relações tecidas entre estas lógicas e o bloqueio ao desenvolvimento social dos povos africanos, o que também me recordo Dumont e a sua África que partiu mal, claro com esta ganga toda atrás.
Um livro compacto, 400 páginas de leitura dura, que resiste.
Labels: África, imperialismo, Walter Rodney