Não há a mínima, a revista Quercus perdeu e muito com a saída do anterior director.
eu com muito pouco interesse nos textos e as opiniões também a ressentirem-se do tempo.Até a capa é murcha. Por este caminho não vai seguir,,,,
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Aqui, em auxilio do O.I.E.
Recebo de um parvenu (fantástica palavra, na realidade ele vai nú de argumentos) isto:
2. A ilusão "reutilização" vs. a realidade da "reciclagem": O texto acusa o sistema de "não reutilizar nada", como se isso fosse uma falha oculta. O sistema em causa nunca foi desenhado para reutilização de embalagens descartáveis, mas sim para maximizar a recolha e reciclagem de alta qualidade.
Na realidade o sistema foi desenhado como se fora para reutilizar, veja-se o que está nas garrafas e a ideia de as colocar intactas no recipiente. E alta qualidade? Plástico esmagado misturado com latas? Qual é a recuperação disso? Só existe para melhorar a tal taxa....mas nem isso.
·Porque é que a embalagem tem de estar intacta? Para que o leitor ótico da máquina possa reconhecer o código de barras, validar o tipo de material e evitar fraudes (como a devolução duplicada do mesmo recipiente).
Esta é de morrer a rir, devolução duplicada!
·Porque é que é esmagada logo a seguir? Trata-se de uma questão elementar de logística e eficiência ambiental. Ao esmagar a embalagem no ponto de recolha, reduz-se drasticamente o volume do resíduo. Isso significa transportar ar de forma infinitamente menor, otimizar o espaço dos camiões, reduzir o número de viagens necessárias, poupar combustível e, consequentemente, diminuir a pegada de carbono de todo o processo de transporte.
Outra do parvenu. Então porque não se esmagam antes. Não tudo isto duplica o número de viagens e transporte. A maioria das embalagens vai para o amarelão!
3. ·Toda a infraestrutura industrial (desde a fábrica de recipientes até ao camião da lixo tradicional) consome recursos. Contudo, os sistemas automáticos de recolha garantem taxas de recuperação de material superiores a 90%, alimentando uma verdadeira economia circular.
Sabemos que as melhores taxas de reciclagem não ultrapassam os 30%. Onde é que o tal foi buscar esses 90%?
·Quanto ao pequeno comércio, em vez de ser um "impacto metido debaixo do tapete", a adesão a estes sistemas traz fluxo de clientes às lojas, dinamiza o comércio local e remunera os estabelecimentos pelo serviço prestado.
Manifestamente o parvenu só vai aos hiper ou saberia a crise do pequeno comércio muito aumentada por este sistema
Conclusão: É extraordinariamente fácil lançar suspeitas, apontar o dedo e criticar a partir do tique do bota-abaixo. Difícil é projetar, financiar e pôr em prática soluções reais que mudam comportamentos e modernizam a gestão de resíduos do país.
Há mais de 50 anos produzi quando este senhor andava noutras guerras o primeiro Kit para educação ambiental e reciclagem e também editei e escrevi um dos primeiros livros sobre reciclagem de embalagens. Estive em todos os processos de recuperação e reciclagem destas em Portugal e na Europa.
Este parvenu só manda bocas, merece pimenta na língua
O Observatório, nem sequer apresenta publicamente qualquer forma de contacto, limitando-se a recolher o email das pessoas para lançar as suas atoardas. Lamentável!
E com esta grosseira mentirola, de todos os que estão inscritos sabida, por aqui fico.
os bold são meus!Labels: O.I.E., reciclagem, Volta
Sou adepto de Camus, e este é imperdível:
Labels: Anarquismo, Camus, libertário, pensamento libertário
Há sempre algo mais:
este é um livro de 1ª sobre a nuclear e sobre Narbonne que vive debaixo da nuvem...
Vou aqui colocar 5 bocados significativos:
1- este recordou-me um debate que tive com o nuyclearista, logo grande mentiroso, Sampaio Nunes, quando eu a propósito de Chernobyl e da manipulação de dados pela O.M.S. referi que esta tinha sido também uma criação da A.I.E.A. ( Organização mundial da Saúde e Agência Internacional de Energia Atômica
notável não é. E continuam a dizer, quando registos sérios dão cerca, ou mais de um milhão de mortos de Chernobyl, que foram só 5, cinco.2- Sempre ligámos a nuclear dita civil à outra:
3- Sempre denunciámos o embuste da nuclear servir para lutar contra as alterações climáticas
pois se considerarmos todo o ciclo o embuste desfaz-se em fumo, muito fumo.e com rigor científico
O livro é além do mais uma análise do para mim desconhecido local de Malvési, das poluições que contaminam o local e a cidade próxima, e por ele sabemos de muitos mortos devido àsa contaminações, sempre escamoteadas pela tal.
Uma obra de impacto.
Labels: Malvési, nuclear, Radioactividade
Ontem estive, outra vez, no DOC. Vi outro excelente:
https://oublaum.com/film/nha-balila/
uma matriarca do batuku, que numa sala quase cheia deixou emoção, empatia e mergulho nas raízes.
Lamento que o governo cabo verdiano não lhe dê apoio para um fim de vida em dignidade.
Segui com um de de/sobre Zizek. Um filosofo do bom e do mau, numa obra engraçada.
Labels: Batuku, Cabo Verde, Docs Lisboa
Já vi mais 4 filmes no DOC, mas só este me merece a melhor referência:
um obra notável sobre o elemento da nossa História, passado e presente e segue.
E estou a ler, finalmente que este já viajou muito...os Tardigrades, igual em português.
um livro que se lê como se fosse um romance real e sério. Pena a ficção cientifica que contradiz a lógica de todo o livro, e muito bem os exercícios para miúdos.Labels: Docs Lisboa, Jornal do Fundão, Tardigrades
E agora encontro este rebuçado, um enquadramento desse com a lógica economico-social da época, inicio do século XVII.
A crise do feudalismo e as dores de parto do capitalismo feroz que nos caracteriza e que Vilar designa por imperialismo, de império:
um pequeno texto de referência.
Labels: Don Quijote de la Mancha, Don Quixote, História
Como o progresso destrói a natureza e a vida:
Hoje dei inicio a 7 ou 8 documentários que tenho registados para o Doc Lisboa.
Um filme notável que nos deixa ainda mais estarrecidos com o que irá acontecer no Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=nN1K0VwrFJ4
os crimes da ditadura, a campanha pelas Anistia e pelos direitos todos.
E ver personagens, legendas, foi gostoso.
Tudo, tudo foi mal feito. As esquerdas foram, são de uma imbecilidade enorme. E Lula ter dado autorização para minerar a foz do Amazonas e outros, muitos outros desastres ambientais não ajudou nada.
Labels: Brasil, Docs Lisboa
Ficámos empenhados com esta visita ao excepcional museu:
um museu notável e não digo isto por muitos amigos e conhecidos lhe terem feito a história, nem pelas aventuras de registo fílmico de tantas, tantas fugas e de outros acontecimentos que aqui ocorreram.
Um museu muito didáctico e sem palavras a mais, sem fotos que não esclareçam. E com muito gente, no dia em que o visitámos mas pelas informações todos e muitas escolas, todas, todas elas deveriam aqui vir e ver.
Contei a solidariedade do povo de Peniche para com os presos, elemento que me pareceu pouco valorizado nasa exposições, mas muito subliminar, e claro nas fugas.
Quase duas horas e vontade de voltar. Obrigado à Liberdade que nos permite isto.
Labels: Cadeia, Fascismo nunca mais, Peniche
Nestes três dias não podia deixar de lado algumas leituras, além de revistas li este... suficiente mas muito levezinho:
uma razoável bibliografia, mas um livro no vento, com pouca raiz.Labels: Lisboa
Nesta ida a Rio Maior também estivemos na Folio, onde me cruzei com alguns amigos e conheci outros. Falámos com gratidão e saudades do José Pinho, que nunca será demais recordado:
aqui homenageado e muito bem numa parece. O seu riso aberto, a sua disponibilidade e seu empenho vertiginoso continua... também recordámos outro querido amigo o João Paulo Cotrim.A vida é um poço de saudades...
Labels: folio, João Paulo Cotrim, José Pinho, Livros, Obidos
Estivemos uns dias pelo oeste, base em Rio Maior:
onde é incontornável voltar às salinas.
Ficámos na excelente: https://www.casadoforal.com/ onde tivemos ocasião de cruzarmos o dono desta Carlos X Madeira, e com ele recordar velhos amigos como Gonçalo Ribeiro Telles.
Mostrou-nos amavelmente a sua própria casa, que encontrámos um primor e uma parte da adega:
um poço com túnel no fundo e outros milhares de garrafas.
Um espaço excelente e encontrámos dois restaurantes de qualidade, nesta terra que anda muito degradada, mas a que procuraremos voltar, assim com a esta casa, onde tivemos também muita simpatia.
Noutra posta escreveremos sobre a nossa ida a Óbidos e a Peniche, aqui não queremos deixar de referir este monumento de sincretismo religioso, o Dólmen e igreja (que já houvera sido) de Alcobertas:
aqui algo que parece um "Buda" sobre no templo neolítico.aqui de fora não se tem a dimensão do espaço dolménico e da sua adulteração.
as pedras resistem. as religiões e os tempos cruzam-se e sobrepõem-se.
Labels: Alcobertas, Dólmen, G.R.T., Rio Maior