Irei em breve:
https://osmeustrilhos.pt/flores-de-papel-nas-festas-do-povo-de-campo-maior/
não há nada que substitua o vivo. Estive lá creio que há 11 anos, quando das últimas.
Fiquei "astonished" . Ora depois vos direi.
Labels: Campo Maior
Hoje, no bar Nito, em Fregenal continuei:
e estive debaixo da virgem:Já as ruas:
certamente não lhes chove do chão....
Hoje foi dia de Tomatina, no Perico em Aroche:
Já os traseuntes também provaram:
e estavam de fazer crescer sal na boca.
Está na agenda um encontro que este personagem ímpar no ecologismo espanhol. Ora fico por esta leitura:
Cito:
Uma paisagem viva é a primeira matéria prima de qualquer cultura
A fertilidade é húmus trabalhando pela continuidade da vida. E humano quer dizer do húmus
Nos últimos 25 anos desapareceram cerca de 70% das aves do mundo, três mil milhões, só no hemisfério norte.
E citando Séneca “Quando uma parte do todo cai o que sobra não pode estar seguro”
Conscientes que somos água que pensa
Vários pensamentos se vão estruturando ao longo dos manifestos, ou artigos.
Gostei especialmente do “A favor dos Proscritos” que é um alegato em defesa do lobo! E do, por razões óbvias, “ A favor da Solidão”, sem comentários.
E engraçado, a descobri, o artigo sobre os bledos, que aparentemente por cá são bredos ou Grão de Amaranto e são uma planta notável, e a crítica aos pesticidas hoje disfarçados de fito-santários.
É outros dos momentos deste livro, e também da conversa a seguir postada, a manipulação da linguagem e a ditadura nos/dos média.
E a recuperação de palavras como anuestramiento, que traduziria por integração ou atalante, tranquilize, embora quem saberá....
esta leitura deve ser completada com esta conversa, genial!https://www.youtube.com/watch?v=qiUE-IzJ1CQ
que certamente despertará, conscientes!
Labels: Ecologia política, Joaquin Araújo, Manifestos
A descobri hoje:
https://youtu.be/ZOSab0F9iSo?si=m-OPPTs_xzGIYd8S
e fiquei apaixonado.
E um grande guitarrista!
Labels: Flamenco, Mayte Martin
Almaraz....
Almaraz e o silêncio português
O Observatório Ibérico de Energia estranha que o governo português preocupado com tudo e com nada sobre Espanha (e Ceuta!) não se tenha até hoje pronunciado sobre a possibilidade de prolongamento da obsoleta central nuclear de Almaraz, onde esta semana se voltaram a verificar problemas que levaram a uma nova parada do seu funcionamento.
Esta que já deveria fechar fora do prazo, encontra-se ora num limbo, após o parecer, com voto de oposição (que divulgaremos a pedido) do Conselho de Segurança Nuclear, e espera uma nova decisão do governo espanhol de encerramento, decisão aliás já aprovada pelas Cortes (Parlamento). Esperamos mantenha o calendário acordado com as empresas titulares, sendo os riscos de não o fazer são ambiental, energética e politicamente demasiado grandes.
Seria curial que o nosso governo fizesse chegar ao governo espanhol o nosso desagrado, várias vezes já expresso e também pala Assembleia da Republica, com a possibilidade continuação, muito fora dos prazos limite, do funcionamento dessa indústria que constitui um enorme risco para as nossas populações, conforme documentos da nossa Protecção Civil.
Vem, pois, o Observatório Ibérico de Energia chamar a atenção do governo português para a necessidade de se pronunciar e exigir a manutenção dos calendários, já, também, ratificados pela U.E.
(...)
de um comunicado do Observatório Ibérico de Energia
Labels: Almaraz e outras coisas más, Amanecer sin Almaraz, nuclear, O.I.E.
Quando lhe toquei me recordei Joseph Ki-Zerbo e as largas horas que, em companhia do meu camarada Zaluar Basílio, passei em conversa com ele no salão do seu quarto num hotel em Lisboa.
também sempre tenho presente a minha querida amiga Isabel Castro Henriques.Ora é uma narrativa, histórica e socialmente enquadrada em Alcântara e no processo de construção da Ponte sobre o Tejo:
Boas referências e um autor que escreve em bom português, foram, o começo.
Aqui, de referências do livro:
e
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desastre_do_Cais_do_Sodr%C3%A9