Começo os dias com um golpe profundo de depressão ao ler a recensão de imprensa da:
só consigo reagir depois do Guronsan e de escrever ao Trumpa e evacuar o dito.
Esta revista, atenção salvo os bonecos, onde é tudo, tudo verdade, deixa-nos com a moral de rastos:
infelizmente vivemos rodeados de incapazes, de gente sem capacidade nem estofo para agarrar nas verdades e agir. Por aqui, por ali e acolá vivemos com falta de acção, com falta de palavra, coagidos, coagidos a vegetar com um poder cada vez mais totalitário e com todos, todos os seus elementos do controle da justiça, ao controle da educação e dos tropas, da propriedade e censura dos jornais e outros ex-orgãos de informação, do domínio da saúde ao lavrar de todos os capitais, tudo tudo isso é nesta revista denunciado. Mas não chega.
Labels: Charlie Hebdo, hegemonia, Trump a
Labels: Charlie Hebdo, Rússia, sionismo, Ucrânia
Um grande cozido à portuguesa no Pombalino e um enorme Charlie Hebdo preencheram o dia:
Labels: Charlie, Charlie Hebdo, Je suis Charlie
Somos todos Charlie.
há 10 anos morreu alguma da fina flor do humor sarcasmo e da crítica social, política e religiosa.
Não o esquecemos e continuamos Charlie!
Labels: Charlie, Charlie Hebdo
Cabu foi um dos grandes. Um espírito indomável, um artista da palavra e do boneco, que não deixava uma ou um em pé.
Um ecologista brilhante, como tantos outros que fizeram o Charlie Hebdo.
ora é-lhe dedicado um especial, só dele. Um levantamento de uma vida, muitos bonecos bem datados no tempo, outros de total actualidade, porque as moscas não mudam e o entorno em que estas se mantêm também.
Vale a pena, recordar e pensar.
Labels: Bonecos, Cabu, Charlie, Charlie Hebdo, Ecologia política
Continuei nas Jornadas sobre o Património, onde de manhã ouvi um cretino universitário dizer um chorrilho de mentiras e disparates e à tarde assisti a duas conferências notáveis, uma mesa redonda sobre as 3 Contendas, de Moura, Aroche e Encinasola, onde se introduziu uma questão que pode fazer caminho de as agregar numa lógica supra-nacional, e uma notável do meu querido amigo Miguel Rego sobre o castelo de Noudar e o seu enquadramento. Ontem já tinha assistido a duas apresentações de grande qualidade.
Depois de comer uma sopa e uma torrada li este que me acompanhava à algum tempo:
com artigos e reflexões da maior actualidade, e retenho do final do editorial:de facto a introdução das discussões trans, a problemática do véu, a prostituição e também outros direitos tem dividido o movimento. Como todos os "classificantes" hoje é cada vez mais difícil estabelecer fronteiras claras.Labels: Charlie Hebdo, feminismos
Hoje dia de pausa. Leituras de revistas, suculentas, estas tenho previstas:
que já folheie e está resinosa e bem nutrida! E esta, irreverente e iconoclasta, como habitual:
talvez saía para almoçar ou não.Labels: Cáñamo, Charlie Hebdo, Revistas
Um número espantoso do Charlie Hebdo:
sobre os problemas da água nas suas várias vertentes sociais e políticas e claro ambientais.
Textos de alta qualidade jornalística, reportagem de fundo e os desenhos inegualáveis:
este mostra a vampirização da água por parte de todos os interesses exportulos.
Um número para guardar em arquivo!
Labels: água, alterações climáticas, Charlie Hebdo
devia estar na prisa há muito, não o dito, inexistente, mas os seus arautos e ditos representantes.
Labels: Charlie Hebdo, Je suis Charlie
Não é das minhas revistas favoritas, mas comprei para dar uma força e solidariedade ao protagonista:
uma dos heróis do Charlie Hebdo. Alah Akbar e o Mafoma que vá pentear macacos.Labels: Charlie Hebdo
Uma grande estocada!
Labels: Charlie, Charlie Hebdo, Islamofascismo, Je suis Charlie
Foi muito bonita a tomada do Libération pelo Charlie, hoje, na comemoração dos 50 anos:
o tempo passa mas o papel e os que o fizeram continuam, no nosso espírito e acção.Labels: Charlie Hebdo, Libé
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