E ora este:
que encontrei num alfarrábio por 7 paus. Um exaustivo leitor de policiais, com algumas observações interessantes e bons enquadramentos.
Descrição completa de quase toda a literatura policial ou negra e até alguns relacionados, com relacionamentos com momentos sociais e económicos relevantes.
Labels: Ernest Mandel, Policial
A partir do livro em posta anterior encontro este:
ou melhor vou procurar porque parece que foi "proibido", em Espanha não existe nem em França e em Portugal, Edição Cotovia tão pouco.E encontro também este:
https://www.babelio.com/livres/Mandel-Meurtres-exquis--Une-histoire-sociale-du-roman-po/1016945
onde em baixo se pode ver um documentário interessante sobre a vida de Mandel, interessante mas ele é um adepto do produtivismo e do crescimento a esse ligado. É um economista clássico que não percebeu a economia da entropia e apoiou muitos bandidos, por aqui, ali e acolá...
Labels: Ernest Mandel, Polar, Policial
Um livro engraçado e com registos referentes, para quem gosta de polars e os seus enquadramentos.
nos tempos "mortos" que vivemos é preciso enquadrar tudo. O: https://obseribericoenergia.pt/index.php , tem estado, segundo comentários, de grande qualidade e a vida prossegue com o El Niño, ora também designado por El Trump, a atazanar-nos todos.....
" As relações são, seja o que aconteça, determinadas pelo domínio e a transacção"
" A língua é uma matéria viva", logo...
" A destruição da língua é um aspecto da destruição do mundo, da vida mesmo"
e alguns slogans de Maio 68:
«Cours, camarade, le vieux monde est derrière toi»,
«Elections, piège à cons,
«Fermons la télé, ouvrons les yeux»,
«Je ne veux pas perdre ma vie à la gagner»,
«Il est interdit d'interdire!»,
«Les murs ont des oreilles. Vos oreilles ont des murs»,
«Sous les pavés la plage!»,
Uma descoberta:
um "falso" policial, de facto uma análise socio-antropológica de uma terra "ficcionada" no Ribatejo, em linha com o neo-realismo e com alguns laivos de romance policial. Lembrei-me do Ricos e Pobres de Cutileiro aqui já comentado, claro com registo completamente diferente. Personagens bem caracterizados, a pulhagem que dominava sob o mando do facho, e as lutas sociais em fundo, no limite da censura, ou não.
Labels: neo-realismo, Policial
Estive 4 ou 5 dias em Segovia, há, talvez 30 anos. A recordo mal, mas ao ler este livro parece que estou lá, a comer o cochinillo, por exemplo. Ou a percorrer as ruas estreitas ao pé do aqueduto.
É um policial/negro sem desenlace, ou melhor o desenlace é só para o autor e os leitores que os criminosos escapam todos e nem sequer passam pela água entre os pingos da chuva. Ora há muitos assim e juízes incompetentes também, feitos....
este conta como o 1º, de facto 2º livro desta quadra. Vou seguir por umas revistas e a seguir os calhamaços.Foi um momento.
Islândia policial, negro....
um livro que corre pelas paisagens islandesas e por uma família de crápulas, de muito ricos como é o caso. Com um enredo de excelência embora o final pudesse ter mais força.
A seguir...
Labels: Islândia, livro negro, Policial
Só há pouco terminei o livro negro antes mencionado, sobre Segovia... e a sociedade dessa.
Bem escrito com enredo desarmante e só peca pela escassez de comidas, embora o protagonista beba muito, Juan Carlos Galindo é uma referência do novo romance negro. Já está pedido o seu livro anterior a este.
Entretanto vou começar esta leitura, esquecida no báu das memórias e que hoje encontrei na Palavra do Viajante, por 8 €, para consulta e leitura, ou melhor releitura dispersa...
Labels: Aquilino Ribeiro, Galindo, lobos, Policial, Segovia
Mangualde é incaracterística... lá encontrei "O Valério", onde comi muito bem num bom ambiente. Passeei um pouco. Os últimos dias trazem sempre nostalgias. Vamos seguir, já comecei a activar cenas...
E, entretanto, começo a ler este livro negro, passado em Segovia. Estou a gostar...
comidas, social e a cidade. Q.B.
Labels: cenas, Gastronomia, Policial, Segovia
É um livro espesso e caro de leitura. Foi difícil entrar na trama, muitas estórias a articularem-se, muitos personagens vagamente, e um, navio. Quando ele aparece as coisas compõem-se e o interesse vai aumentando. Muitos mortos, quase todos.
É um romance negro, muito negro de um romancista islandês, que tem excelentes autores nesta área. Tenho andado com este livro há 7 ou 8 dias, intercalado com algumas revistas.
Um final sem esperança, como a vida...Um livrinho para papar com o pequeno almoço, uma hora de leitura e três estórias deliciosas, com espessura e uma a última aventura de Maigret.
Vejo os antigos Halles e revejo o mundo dos cafés de Paris...
uma escrita densa e envolvente.Uma trama bem engendrada, com conteúdo social e político, encontrando D. Miguel Unamuno e ficcionando-o, com contexto.
uma leitura prazenteira.um policial, dito negro, com alguma graça, e um final, mais ou menos feliz.
Tensão ao longo do livro, demasiadas personagens e muitos, muitos mortos....
Divertido.
Há sempre um idiota, por detrás....
Labels: Policial
500 e poucas páginas que prendem, embora sem grande mistério. Este é mais um policial "negro" em que o que conta é a acção, embora com laivos de intriga. Detectives conhecidos e polícias.
uma artista já referenciada, embora tenha outros muito melhores, que é uma leitura agradável. Foi.Labels: Fred Vargas, Policial
Outro Camilleri que se lê como se o tivesse visto:
a trama das relações sociais e familiares, os esquemas "mafiossi", a esquadra de Vigàta.....Este é um policial que nos prende pelos pêlos, com um enredo de excelente lavra, e passado onde me habita um sonho.
outros bons escritores de policiais há na Islândia e nos países nórdicos......Um livro "policial" leve, escrito a duas mãos, que se lê de relâmpago:
Labels: Policial, Rosa Montero
Ler policiais não é certamente processo de "healing", mas a mente flutua entre os enredos e neste caso as paisagens aspiradas. Um livro com um processo narrativo exdrúxulo, com saltos atrás e à frente, como aliás os outros deste autor islandês.
um livro sobre a loucura e o isolamento, não que os dois tenham que estar associados, com uma trama que se vai intuindo facilmente, e apartes de fundo psicológico centrais.No fim morrem todos.
Labels: Islândia, Policial, Psicologia
A sinopse para uma conferência e organizar algumas coisas a que se seguiu um almoço com um velho amigo e camarada no excelente Entrecopos (as iscas com elas são uma maravilha!), a finalização do Olho Vivo e o começo da preparação do programa da Rádio Movimento de 6ª, e mais um dia de dar com a cabeça da parede, o Black Dog continua por aqui a rondar.
Chego quase ao fim de mais este, mais volumoso, policial de Ragnar Jónasson, e fico a pensar se será o ou a.... um livro denso da loucura das ilhas, mas também do seu melhor espírito. Muitas vezes tive a sensação do espaço imenso da reclusão dos ilhéus.....
um livro tão envolvente como irritante.....A Islândia poderá ser o meu único regret.
vou descobrindo autores islândeses, este é um mestre do polar, que desenvolve em trama sociológica.
O regret continua, mas ilumina-se.
Uma leitura agradável, embora tenha que referir a minha desilusão com a introdução, onde faltam franceses e italianos, como Fred Vargas ou até Boris Vian, Camilleri ou Calvino, e outros tantos de tanto mundo.
O irmão do meu amigo Carlos, Luís Pessoa tem excelentes referentes e uma escrita ágil e tributária de grandes mestres.