Irei viver dez dias só com leituras e águas e algumas caminhadas e passeios.
Mas antes da partida para Alcafache ainda leio este policial curioso, sobretudo por ter sido escrito por uma ex-primeira-ministra:
e um autor consagrado. E com um excelente e imprevisto gran finale!A partir do livro em posta anterior encontro este:
ou melhor vou procurar porque parece que foi "proibido", em Espanha não existe nem em França e em Portugal, Edição Cotovia tão pouco.E encontro também este:
https://www.babelio.com/livres/Mandel-Meurtres-exquis--Une-histoire-sociale-du-roman-po/1016945
onde em baixo se pode ver um documentário interessante sobre a vida de Mandel, interessante mas ele é um adepto do produtivismo e do crescimento a esse ligado. É um economista clássico que não percebeu a economia da entropia e apoiou muitos bandidos, por aqui, ali e acolá...
Labels: Ernest Mandel, Polar, Policial
Um livro engraçado e com registos referentes, para quem gosta de polars e os seus enquadramentos.
nos tempos "mortos" que vivemos é preciso enquadrar tudo. O: https://obseribericoenergia.pt/index.php , tem estado, segundo comentários, de grande qualidade e a vida prossegue com o El Niño, ora também designado por El Trump, a atazanar-nos todos.....
" As relações são, seja o que aconteça, determinadas pelo domínio e a transacção"
" A língua é uma matéria viva", logo...
" A destruição da língua é um aspecto da destruição do mundo, da vida mesmo"
e alguns slogans de Maio 68:
«Cours, camarade, le vieux monde est derrière toi»,
«Elections, piège à cons,
«Fermons la télé, ouvrons les yeux»,
«Je ne veux pas perdre ma vie à la gagner»,
«Il est interdit d'interdire!»,
«Les murs ont des oreilles. Vos oreilles ont des murs»,
«Sous les pavés la plage!»,
Há livros que demoram a "pegar"*. Este é um deles. E hoje com más notícias da Islândia, em que a demagogia voltou a ganhar referendos.
onde o populismo, sem sentido, ganhou. A democracia é um regime imperfeito.
*E este é um livro entranhado na Islândia, nas gentes e nas paisagens, nos vulcões e nos banhos sufurosos, nas escarpas e nas comidas, várias. Uma delícia, parece que estou.
Ora vejo os locais onde se passa este policial, fraquinho tenho que o lamentar, de um autor que já nos deu melhor.
um final mau, no sentido do estilo. Mas um bom romance, islandês.Labels: Islândia, Polar, RagnarJónasson
É um livro espesso e caro de leitura. Foi difícil entrar na trama, muitas estórias a articularem-se, muitos personagens vagamente, e um, navio. Quando ele aparece as coisas compõem-se e o interesse vai aumentando. Muitos mortos, quase todos.
É um romance negro, muito negro de um romancista islandês, que tem excelentes autores nesta área. Tenho andado com este livro há 7 ou 8 dias, intercalado com algumas revistas.
Um final sem esperança, como a vida...Um livrinho para papar com o pequeno almoço, uma hora de leitura e três estórias deliciosas, com espessura e uma a última aventura de Maigret.
Vejo os antigos Halles e revejo o mundo dos cafés de Paris...
uma escrita densa e envolvente.