Estive 4 ou 5 dias em Segovia, há, talvez 30 anos. A recordo mal, mas ao ler este livro parece que estou lá, a comer o cochinillo, por exemplo. Ou a percorrer as ruas estreitas ao pé do aqueduto.
É um policial/negro sem desenlace, ou melhor o desenlace é só para o autor e os leitores que os criminosos escapam todos e nem sequer passam pela água entre os pingos da chuva. Ora há muitos assim e juízes incompetentes também, feitos....
este conta como o 1º, de facto 2º livro desta quadra. Vou seguir por umas revistas e a seguir os calhamaços.Foi um momento.
Só há pouco terminei o livro negro antes mencionado, sobre Segovia... e a sociedade dessa.
Bem escrito com enredo desarmante e só peca pela escassez de comidas, embora o protagonista beba muito, Juan Carlos Galindo é uma referência do novo romance negro. Já está pedido o seu livro anterior a este.
Entretanto vou começar esta leitura, esquecida no báu das memórias e que hoje encontrei na Palavra do Viajante, por 8 €, para consulta e leitura, ou melhor releitura dispersa...
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