Foi maior que a vida, ele que era também um homem grande de tamanho e postura. Me cruzei diversas vezes com ele, e não posso dizer que tenha sido amizade à primeira vista. Conflitámos, e concordámos e nos amistámos. Há muito que não o via, mas está sempre presente quando falamos de abutres ou lobos ou de quando falamos das cañadas reais e da transumância que ele capitaneava através de Madrid do norte ao sul da Ibéria.
era um grande homem, que deixou marcas que continuarão.
Hoje, enquanto em Madrid se celebravam antigos rituais:
estive em Cascais, numa organização com muita gente, muitas actividades, muitos ruídos, mas sem qualquer linha de condução, e com uns expositores, no espaço da feira do artesanato, genericamente (havia 1 ou 2 excepções) do mais miserável e caduco que se pode imaginar.
Cheguei para almoçar a um dos únicos locais onde se podia e às 15 horas... já não havia ... comida! Inacreditável!
A Câmara Municipal de Cascais deve repensar esta chamada #Greenfest# que vai pelo caminho do esgoto, sem reciclagem nem nada.
E quero deixar uma nota para alguns promotores, do que de resto até são engraçadas sessões de animação, que respostas erradas e questões absurdas não ajudam a criar lógicas de sustentabilidade!
E as crianças são verdadeiras esponjas...