Para memória futura...
Antigamente era ilegal e a força também estava presente na praça...
Hoje (2019) é legal e aí estão... muito BEM!
no momento prévio de convívio...
e
também muito bem, antigamente estavam no chão da praça!, à direita do Presidente da Câmara!!!!
Labels: Barrancos, G.N.R., memória futura

Estive na feira do livro, novamente. 9 ou 10 "clientes" com os quais tive agradáveis conversas. Voltei a lembrar, já não recordo quem, me disse com certeza que me havia conhecido a distribuir G3 à porta do Palácio Foz, em 75.
Impossível disse-lhe logo, embora tenha admitido que aí estive, nesse dia e até dei alguns conselhos e fiz de "serviço de ordem", coisas da vida...sempre fui um não-violento!
enquanto também li este livrinho, do autor de um livro de referência, "2048: la fin du monde".
Neste, pequenas estórias e palavras burriladas são enquadradas com "memória da história", que é sempre ficção, contada e re-contada.
Na feira do livro abundam livros sobre o Viriato e Nossa Senhora de Fátima. Acredita quem quer. Provas não há.
Hoje também apresentei a minha demissão, que se repete de movimentos que fui criando... UEDS, MPT, AT, MIA, e outros, todos deixei nos estertores. Alguns morreram de morte assistida, outros deixaram-se penar pelos becos.
Aqui deixo para memória, futura...
(...)
Venho por esta via dar-vos conta que deixo a
partir de amanhã o MIA/Portugal e ibérico, a quem desejo, se continuar, os
sucessos previsíveis.
Enquadramento:
A partir do momento em que a questão da
paridade de género foi introduzida, mal como nos dizia Simone de Beauvoir, sexo
não é género, sem a nossa reacção, no MIA, começou a instalar-se uma corrente
radical e extremista que contraria em absoluto a lógica política que temos em
Portugal e a que também permitiu muitos sucessos em Espanha. Só se pode ter
sucesso na luta anti-nuclear e por outras energias criando hegemonia e procurando
sensibilizar sectores que à partida não alinham nas nossas posturas.
Tal implica o dialogo, que não pode ser
gritaria, e posições firmes e sensatas, que tenho que dizer sempre encontramos
nomeadamente no nosso coordenador ibérico Paco Castejon, entre outros.
O deslize, por vezes menos perceptível, foi-se
avolumando, posições mal enquadradas, extremismos orais, afastamentos vários,
incapacidade de aceitar posições fora do sector radical, ainda que em Portugal
tenhamos dado continuidade ao nosso múnus.
Tivemos uma reunião muito participada, há
cerca de um mês em Lisboa, onde foram feitas propostas para a continuidade do
movimento, com outro tipo de paridade, e lógicas de decisão, com alteração dos
sistemas de comunicação e de gestão, e nessa foram valorados vários elementos
imprescindíveis para a continuidade.
Infelizmente a situação têm-se continuidade a
degradar e não parece haver um mínimo de capacidade de regeneração a que
acrescem vaidades pessoais e lógicas de protagonismo, ocas, insensatas e
escusadas.
Embora não seja o elemento detonador o facto
de passado um mês não ter sido possível ter a acta da reunião de Lisboa (
Fábrica do Braço de Prata) nem a proposta que saiu dessa para os companheiros
espanhóis e assim ser impossível discuti-la numa AG para a qual fomos,
novamente, totalmente ignorados levam-me a dar este grito do Ipiranga.
Acresce que nunca, nunca mais, houve qualquer
informação ou contacto por parte dos companheiros espanhóis, salvo alguns
feitos por nós a título individual e nomeadamente sobre os eventos previstos
para Salamanca.
Desenvolvimento
Vou sair, e irei propor ao FAPAS o abandono do que resta desta associação ( MIA).
Irei, honrando mais de 40 anos de luta
ecologista e anti-nuclear criar, como foi anunciado em Lisboa uma nova organização
que se poderá chamar Observatório Ibérico de Energia, e darei continuidade à
produção do suplemento Pela Vida, em estado de inicio de produção, e procurarei
ainda com este (OIE) organizar um colóquio ibérico em
Setembro, em Lisboa.
Penso que com um novo governo em Espanha os
desafios são crescentes e seria necessário outra organização que pudesse
estabelecer diálogos e confrontos num quadro de disponibilidade e que
levantasse a bandeira do confronto ambiental e busca da hegemonia social.
A nova ministra do Ambiente, Energia e
Alterações Climáticas Teresa Ribera, deveria, por exemplo, receber um incentivo
nosso (vem dos movimentos) e um pedido de audiência, mas julgo que nada se fará,
também nesse caso.
onde diariamente se recebe notícias de todo o movimento
anti-nuclear mundial.
Saudações, amistosas se for o caso,
(...)
Labels: 2084, memória futura, MIA
Faz esta semana
13, sim 13 anos, que com posta quase diárias, já a caminho de 5000 ( cinco mil) aqui estamos, num dos blogs mais antigos e permanentes do nosso país.
Muitas das coisas que aqui tem aparecido já estão publicados por aí ou em livros, mas para memória futura este será seguramente um manancial de dados socio-culturais do nosso tempo.
Labels: Insignificante, memória futura, signos