O artigo abaixo, de um dos jornalistas verdadeiramente sérios e independentes deste jornal, chamou-me a atenção para esta pérola:
https://youtu.be/0UITfDm-8Bk?si=CFNaoUEclRbjxmJ7
Labels: Jorge Palma, política, vinho, World Music
É dos poucos jornalistas ainda sóbrios deste outrora bom jornal:
Pedro Garcias, que não conheço e pelo s desde logo não tem comigo nenhum parentesco, é dos poucos que resiste à hegemonia e ao pensamento único que domina.
Um copo!
Sou um apreciador plebeu de vinhos.
Há os que gosto e os que não gosto. Desde logo não gosto da invasão de Syrah que, sobretudo no Alentejo está a destruir o gosto do vinho, uniformizar palatos e a tornar o vinho efeminado e bom para "estrangeiros" que não sabem reconhecer vinhos. É a minha opinião de plebeu. Gosto das nossas castas tradicionais e menos das francesas mais redondas, todas, além do tal mencionado que é uma autêntica droga. Mesmo quando só misturadas.
Também não gosto dos brancos frutados e por isso ontem no casamento da Matilde e do Henrique muito apreciei este, excelente:
de resto sou um plebeu, que me encontro com direito de opinião. Sobre o que como e o que bebo.Labels: Quinta da Boa Esperança, vinho
Temos um país pejado de estátuas de miseráveis, bandidos, vigaristas e alguns até inexistentes, como o tal Viriato tido destas terras.
Encontro uma estátua de um homem de bem, que também os houve, embora poucos e raro objecto de estatuária:
este por bem servir, copos e espíritos. Falta de informação, ausência de cultura ou só imbecilidade? Talvez minha que posso não ter percebido que era mero gozo....
Li hoje um artigo (de opinião?), no que já foi um jornal de referência e é hoje um pasquim ao serviço da hegemonia e dos interesses desta, sobre o tema abaixo, que mostra a actual qualidade do mesmo.
Nele dizia que azeitonas sim azeite não, mas podia ser uvas sim vinho não, ou qualquer outro aproveitamento de qualquer fruta, que obviamente num caso mais e noutros menos as rentabiliza e justifica assim a sua produção e o trabalho que todo o seu processo implica.
Claro MEC é hoje um humorista bem pago para dizer disparates e inanidades diariamente, mas no caso alguém tem que dizer que há limites para a brincadeira, a mentira grosseira, e o disparate.
conheci-o bem e com ele tive argumentos, é também cliente da minha ortopedista, mas parou no tempo em que alguns o achavam engraçado.Só o azeite justifica a azeitona, só o vinho justifica a uva, e podíamos continuar até à exaustão. Ele defende o abacate!A comparação é outro nonsense.
Isto é o que resta da miserável campanha eleitoral a que assistimos.
só sobra um copo de vinho. Não, não podemos votar.De uma aridez notável, já não se cultiva cereal e os camelos só se mantêm para excursões turísticas, já não vi nem um burrinho, que os houver pequeninos.
Muitas vinhas, numa lógica parecida com o Pico, aqui dois dos bons que bebemos:
e este
e vi 4 ou 5 parques eólicos, que me agradaram, mas nenhum, nenhum mesmo parque de fotovoltaicos, que dispõem e imenso, mas imenso terreno. Não sei o que estão à espera.
Visitei a casa de Saramago, já referido, e as duas de César Manrique, a onde hoje sedia a sua fundação e aquela onde habitava à sua morte. As duas de excepção, nos arranjos e design. De Manrique são também diversas estátuas ou arranjos em rotundas e tenho que manifestar o meu entusiasmo sobre essas.
Também visitámos umas salinas em linha com outras que conhecemos por cá, mas que merecem registo, e esta Lua, quase cheia:
que só nos iluminou.
Quase tudo tem um toque ou uma inspiração de Manrique, ou dos seus colaboradores.
E também inesquecível as suas intervenções a denunciar a massificação turística e o empobrecimento que tal significava para Lanzarote e para todo o lado.
Por cá continuamos, como se não fosse nada.
Labels: casa Manrique, Lanzarote, lua, vinho
Pelo rótulo morre o peixe:
temos rótulos fabulosos nas nossas garrafas de vinho, esta, claro que foi comprada pela minha afficion, também, pelos mochos. Um excelente boneco, e tenho que dizer que é um excelente vinho, de Arraiolos.Labels: literatura, vinho
Labels: poder, Sociedades, vinho