E agora encontro este rebuçado, um enquadramento desse com a lógica economico-social da época, inicio do século XVII.
A crise do feudalismo e as dores de parto do capitalismo feroz que nos caracteriza e que Vilar designa por imperialismo, de império:
um pequeno texto de referência.
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Já está seleccionado para uma das, talvez a, leitura no retiro natalício deste ano:
Este ano, com um cada vez melhor domínio do castelhano, será esta edição, de 1300 páginas da Real Academia.
Livro em posta anterior de Muñoz Molina abriu as águas.
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