insignificante
Hoje acabei outro erro. Já li e apreciei muito dois calhamaços de Régis Debray sobre a formatação das religiões e a criação de, dos deuses, livros de grande cultura e referência que se encontram por aqui.
Mas este é outro flop, total.
sem articulação e com informações a esmo, mesmo se algumas interessantes.
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Ao ler este livro que é um conjunto de ditos sem sentido nem a mínima lógica:
lembrei-me do que já foi um intelectual de mérito:
https://signos.blogspot.com/search?q=debray
e também um personagem curioso. Os seus livros sobre história das "religiões" são obras de 1ª plana, e nesse link também encontrei artigos meus quew não merecem esquecimento.
Esquecimento e quiçá lixo merece este pequeno opusculo, de nada, sobre nada e sem nada a acrescentar, parece de um internado mental. Alguém não está a cumprir o seu papel de editor.
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Recordo sempre com prazer os espectaculares livros de Régis Debray sobre a Invenção de Deus e tanta leitura e discussão que temos tido sobre rituais, transcendências, ficções, materializações dessas, sobre as palavras e os sonhos, ou o local no cérebro (como estabelece nos livros acima) onde alojamos deus.
Se esse existisse seria intrinsecamente mau, dado o nosso conhecimento e a história, seja em que etnia ele seja, mas o espaço ritual e de religião, que a partir dessa in-realidade criámos é da maior relevância em termos da História e das nossas sociedades.
Uma boa discussão agora que a própria, as próprias igrejas mataram ou cancelaram os seus deuses e todos os rituais.
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É um personagem curioso. De grande e diversificada cultura, nem sempre ao lado do devir da história, mas sempre coerente.
Aprecio e muito os seus livros, escavações sobre as religiões, obras "magister".
Este tem momento de brilho e muita palha, como quem já vive para a recolecção, embora os contributos ( repetidos, é certo) para a compreensão das imagens sejam relevantes.
Conclui este,
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Hoje falei para a Montemuro, devo dizer que não tive muito que preparar;
a propósito da saída de Carlos Pimenta da EDF, Novas Energias, fiz-lhe um retrato biográfico, uma vida fantástica onde tive ocasião de o cruzar muitas vezes.
Que o Clima não lhe seja pesado.
Pesada não foi esta leitura
que agora conclui. Um livro que retoma teses já defendidas noutros mais suculentos, este tendo a vantagem da síntese.
Retenho " a política: arte de fazer acreditar, que é a melhor maneira de fazer fazer", de um livro cheio de suculências, que sem disparar um tiro, acertam no alvo.
Um capítulo muito interessante sobre a Europa!
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