insignificante
1- Um livro duro, muito. Sobre a pena de morte, a morte e a vida. A luta pela justiça e contra o colonialismo e o racismo, duas faces da mesma moeda. Também sobre o poder, o enorme poder da massa, manipulada, e hoje nas mãos das piores vilanias, como no caso em apreço neste livro, e as redes socias e o anonimato dessas, nessas que destróiem o minmo de humanidade, tudo isso este livro, magnífico denuncia:
2- Tenho andado em missão, por isso algo ausente, aqui sobretudo. Estive em Alpalhão de que trago fotos magnificas:
O dedo, sem comentários....:
e um espectacular cação de coentrada, na Regata do nosso estimado João Junqueiro:
e finalmente uma das muitas magnificas chaminés que povoam a vila, cheia de casas em venda.....
a chaminé é maior que a casa....
Labels: Alpalhão, Chaminés, Livros, Pena de morte, Regata
É engraçado, não sendo a 1ª e já tendo estórias para contar, que o simpático Monte Filipe, onde estou instalado em mais uma produtiva escrita, me tenha chamado escritor. Pois, o que escreve...
Mas, depois da tal 1ª "barracada", acho que não está mal, sendo que o meu rendimento, também, vem das escritas.
Em baixo os dois mimos....
Labels: Alpalhão, Ambiente Inteiro, Grão de areia
O amigo João Junceiro e a "sua" Regata têm das melhores cozinhas do Alentejo, o que quer dizer do mundo e o seu arroz de Cachola é um dos ex-líbris:
e embora seja matéria de um concurso #O melhor arroz de Portugal# tenho que dizer que seja qual seja o resultado temos aqui petisco!
Labels: Alpalhão, Regata
O tempo é um dos meus temas de reflexão, um dos meus temas de escrita e pensamento.
Aqui, em Alpalhão, perto da Ermita, encontrei um tempo em espera.
Na caixa do tempo, entre os monstros que lá estão antes deste tempo e o templo que é doutro tempo, mesmo com o raio de sol a "iluminá-lo", está esta caixa, com as coisas que este tempo quiz deixar para a posteridade abrir daqui a cerca de 100 anos.
O tempo ainda lá estará, os montros certamente mas o templo? será que aguenta o tempo do tempo?
Acabei o "tempo" de Alpalhão, este primeiro tempo de escrita e recolhimento.
Outros tempos seguirão o tempo...
Labels: Alpalhão, tempo
Por terras de Alpalhão encontramos muitos animais, em granito.
Estes peixes, indesmentíveis, logo no centro:
e saindo da vila encontramos uma tartaruga gigante:
vigiada por um toiro, que é só cornadura:
e na volta, insólito, a tartaruga terá, por efeito do contra-luz, sido transformada em porco?
por Alpalhão, pelo concelho de Nisa, estão espalhados monumentos dos simpósios do granito.
Por aqui estão espalhados granitos e estórias.
Labels: Alpalhão, Granitos
Acabei a minha 1ª revisão de 170000 caracteres de textos novos e 100000 de retocados e fui comer um excelente sarapatel à REGATA, uma das referências gastronómicas da região e depois andei a passear pelas ruas de Alpalhão onde além da abundantes casas senhoris, que impressionam, quase todas fechadas, onde descobri muitos azulejos "património do pobres" e me deliciei com as chaminés.
As chaminés são um dos ex-libris de Alpalhão.
E esta com a torre sineira, na rua do inexistente Castelo, em fundo:
Labels: Alpalhão, Chaminés, Regata
Hoje andei a dar uma volta por Alpalhão.
Esta aldraba:
notável numa casa singela, num povo cheia de mansões senhoris...
e este Sto da minha "devoção", num cantinho na rua da cadeia, que era também a antiga sede de concelho (extinto pelo Mouzinho da Silveira e incorpado em Nisa)...
e à porta, outra isto:
e mais isto...
embora a vila esteja mantida nota-se muitas casas (também senhoris!) ao abandono, e muitas para venda.
O interior precisa de alguém com visão e estratégia para não morrer!
Há que apontar o caminho, certo!
Labels: Alpalhão, Nisa