O tempo, linear, e acrobático, o tempo das coisas e o tempo das vidas, o tempo em geral, com o sem medidas, tem sido um dos meus temas.
Como a borboleta...
acima uma parte do tempo de Dali. Dá a ali, dá aqui, dá acolá!Um almoço com as 4 primas, não faz esquecer a depressão dos tempos, assim como a leitura do divertido livro autobiográfico do meu estimado Galopim:
já sabia do bota-caguismo dos tropas e este livro confirma que são uns tontos com armas e poder.-Estórias do ridículo destas gentes e desta estrutura.
Labels: Auto-biografia, Galopim, tempo, tropa
um número espesso, tirando o habitual cronista "nuclear" e a excepcional capa:
e uma critica de livros aqui e ali, que já papei tem muita leitura ficará para ir andando, parado.Labels: La Décroissance, tempo
O tempo e a sua métrica:
numa altura em que, novamente, voltamos à hora que devia ser sempre, mais próxima da hora solar, e quando se fala de acabar com este absurdo de mudar a hora, se o tempo fica sempre parado!, mas, cuidado, alguns ingénuos querem afastar-se do sol definitivamente, leio este simpático livrinho. Sobre o tempo métrico, aquele que se captura, nos relógios...
E há espaços onde não há tempo, onde o espaço se esgota num sabor, onde o olhar se perde num cheiro...
https://acoudelaria.com/ementa/#programs
e aqui, ontem:
https://acoudelaria.com/cozido-de-carnes-bravas/
dia dessa mudança aqui estivemos, numa local fora de tempo.
Labels: Gastronomia, Hora solar, mudança de hora, tempo
Enquanto o tempo passa:
Labels: Almaraz, Almaraz e outras coisas más, tempo
Uma recolha de pequenos contos, num estilo de angûstia, isso com chapéu no û.
numa altura em que as leituras, as verdadeiras, escasseiam, filmes poucos ou nem vê-los, idem teatros, e exposições já vistas. Passeios ora que o tempo abranda recomeçam, e em breve festas da "aldeia" e águas termais, até finais de Setembro....Tenho-a em estima, pelos seus livros, 2, que li, e pela sobriedade das suas tomas de posição. Apresentou um documento notável no dia de Portugal, Lídia Jorge:
acima picado na integra.
O tempo passa, mas a noção desse é diferente para cada um, esta fica.
Labels: Lídia Jorge, tempo
Lá estivemos, é bom que o passado não fique só no papel, mesmo quando a sua recordação nos deixa amargurados:
fomos destruindo a ruralidade, os animais e a produção de qualidade.Acabámos num restaurante de caminho, numa agradável conversa, entre amigos:
Labels: restaurantes, Ruralidade, tempo
Os "lobos", os nazis já estão por todo o lado. Resistir, resistir, resistir, é a única alternativa. Mentiras, manipulações, ignorância larvar, são os alimentos, certo que a hegemonia os fornece, a ideologia dominante é a que dá corpo a esses.
Vamos resistir, vamos resistir, vamos resistir.
Um texto muito bonito, que regista o meu grande agrado:
num dia de viagem em que voltei (lá não ia há anos, e está muito renovado) a almoçar na Barraca de Pau, em Évora e conclui mais uma estadia e compras no Alentejo e Extremadura.
Fascinante. Sobretudo o conto que me motivou, sobre o "efeito borboleta", #Um grande estrondo# de Bradbury, mas também os outros são suculentos.
Também simpáticos os textos da recolha assim como a análise do quadro de Cezanne em capa.
quando se modifica o passado altera-se o futuro.....Em viagem encontro as revistas habituais, de que em breve darei notícias, e uns livros encomendados, em Zafra. Almoço no Lizaran, em Badajoz (sempre me pergunto porque desapareceu de Lisboa) e jantar com um querido amigo na Plaza Grande.
Amanhã outra vida, ou a mesma a continuar-se no tempo que não se mexe.
O ano está quase a acabar, embora estejamos no 10º mês. Sou a favor de que este se começe em Outubro, dado o absurdo do calendário. Hoje andei por aí e encontrei a excelente:
grandes entrevistas, bem preparadas e com protagonistas de 1ª água, e de grande suculência. Este é o caminho que faz o caminhar.
Labels: Cannabis, Cannadouro, tempo
Irrepetível, ouvir a Billie Holiday, beber um BushMills, fumar um El Brujito e olhar a lareira.
Meia hora de orgasmo.
Labels: Irrepetível, tempo
Escapou-me a Lua cheia, de ontem. Aqui vai a quase de hoje.
já há muito sabíamos que não era mesmo redondinha.
e que emana gases.Encontrei hoje o boneco desta coruja. Gosto destes bichos e também mochos.
infelizmente há cada vez menos espaços livres e cada vez menos espécies nesses apropriadas. Vi nestes dias por acá uma raposinha, que parecia desnorteada, hoje já está a passar de praga para espécie a proteger. E vi, cruzei-me com 8 ou 9 cervos, um até meteu a cabeça no meu carro, que esses sim são uma verdadeira praga, dado que não tem predador, o lobo que gostaria voltasse não tem boa fama.....e entretanto os cervos vão proliferando.....
Nada é tão simples como parece e como em livro que recentemente aqui trouxe, não há linearidade na história (lembrem-se dos tentilhões de Darwin!), nem, nem sequer na natureza.
Do not stand at my grave and weep,
I am not there, I do not sleep.
I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glint on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn rain.
When you wake in the morning hush,
I am the swift, uplifting rush
Of quiet birds in circling flight.
I am the soft starlight at night.
Do not stand at my grave and weep.
I am not there, I do not sleep.
(Do not stand at my grave and cry.
I am not there, I did not die!)
Regresso por pouco tempo a Lisboa e encontro à minha espera este GATO:
Ontem já tinha antecipado a retirada do selo, colonialista e de muito mau gosto do Vaticano, inconcebível numa altura que esse monumento, de péssima estética além do seu ridículo enquadramento ( construído para a Exposição do Colonialismo dos anos 40 era para ser destruído.... mas ficou....) deveria era ser movido, talvez para o parque de monos (como fizeram em Cabo Verde e com alguns aqui em Lisboa) e libertar a vista do Tejo, pois neste momento sabemos que a alma penada que ainda ocupa o ministério (não não estou a referir o da Agricultura, que essa é outro) continua a fantasmar que é ministro enquanto vai sendo cozido, ora na comissão, mas já nada o safa.
não há música que o safe. Independentemente do abuso de poder do Presidente e do seu progressivo desbocamento, o caso Galamaba é um sintoma, mais um da total degradação do pessoal político (houvera uma justiça justa e haveria uma varridela quase total, houvera jornalismo a sério e o saberiamos, tais as relações de quase todos com os envelopes e capitais financeiros dos mais abjectos), mas infelizmente as bananas vão apodredendo e quando estiverem pobres (sei do que falo que um lado da minha famílçia foi produtor e comercializador das mesmas), pois quando estiverem mesmo pobres, nem o carro do lixo lhes pega.Labels: degradação política, tempo