Aqui, no número 814, dou algumas dicas, que irei manter, em próximos números (inscrevam-se!) sobre algumas coisa, pensamentos, ideias que se devem concluir do acto eleitoral recente, onde um partido com 25% do universo eleitoral e 41% dos votos expressos tem 55% da representação parlamentar (e venham-me falar dos círculos eleitorais e do método dessas).
Nada contra o P.S. que beneficia do sistema que já beneficiou a A.D., mas contra a nomenclatura de analistas (onde os foram buscar?) e comentadores e alguns jornalistas ora putativos especialistas disto e daquilo, que metem estes factos para debaixo do tapete, pois são a base modo de vida.
Perorar sobre o que convém ao sistema, mesmo quando dizem bla, bla, bla.
Aqui:
https://obseribericoenergia.pt/index.php/arquivo/ultimo-envio
e aqui em primeira mão venho informar que haverá novidades, desde logo "fogo sobre o quartel general" slogan que nos enche o espírito de nostalgias definitivamente passadas.
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É uma pouca vergonha, três meses, 3!, de campanha eleitoral. Para ficar tudo na mesma.
Eu, salvo se o céu me cair na cabeça, irei votar nos mesmos, de quase sempre, salvo parcialmente nas autárquicas onde deito voto útil:
temos um sistema político partidocrático e infecto, um sistema eleitoral sem qualquer responsabilidade nominal e uma perversão do estabelecido método de Hondt, e total falta vontade aos actuais caciques para mudar esse sistema.
Ou não votarei, como me é habitual, ou se votar será nulo, que já dei para este peditório.
E vamos ter 3 meses, três de campanha, que já está na estrada, e em breve poluirá, novamente todo o país, com caratonhas de meter medo ao susto.
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