muito interessante para quem viveu os tempos de antes e depois da revolução de Abril, no Alentejo profundo. Estórias reais, sejam imaginadas, e o sangue a ferver.
M.B.!!!!
E este, que sendo um amante de jazz apreciei nas partes históricas e nos protagonistas... mas o resto ....
não sei se se pode ver acima. Mas fiquei com pena que o som fosse deficiente, bem sei que o estilo de Moten, tipo rap e lembrando Ginsberg não o torna evidente.
É um livro de enorme erudição sobre Jazz. Um listado de alguns, quase todos os maiores (o livro é de 1997!), ilustrado e ilustre.
As vários "escolas", as diferentes nuances destas, e pormenores curiosos sobre os mestres, além de aconselhamentos de discos de todos eles, tornam este livro uma verdadeira obra-prima, para os amantes deste.
Um grupo notável, esmagado pela hegemonia socio-cultural dominante, cheia de racismo e preconceitos, ora e muito bem redescoberto. Temos que lutar contra a hegemonia!
Hoje chegámos a 0,02% da população mundial contaminada, e 0,0001% de mortes, pelo corona vírus. Não é um resfriado, só um idiota o diz, mas porque será que ninguém nos dá outro enquadramento?
É um vírus, contagioso, que em 85% dos casos se cura sem fazer nada em casa!, e mais nada.
Será que vivemos em serviços mínimos com alguma intenção nebulosa? E se fosse o ébola ou a febre hemorrágica, ou, ou, ou....a malária que mata 4 vezes mais e basta uma picadinha?
Em Portugal, no máximo 0,2% da população será infectada e 2% dessa morrerá talvez um quarto dos votantes do pous ou menos, o mesmo número dos que morrem nas nossas estradas em 2 ou 3 anos, mas metade dos mortos anuais de pneumonia.
Estes são os números. Indesmentíveis.
Será que os espertos, que agora basta dar um pontapé numa pedra e saltam que nem coelhos, não teriam outra solução, que não seguir acríticamente o Mao ze dong?, como faziam antes.
Será que não haveria outra alternativa, ainda por cima quando nos ameaçam que isto vai durar.... para sempre?
ou estamos entregues os industriais da saúde, e a essa nova classe (debaixo das pedras) dos epidemiologistas e infectologistas, e virulogistas e etc, etc, etc além da praga dos encartadados do costume... sem tino que parecem baratas tontas, quase todos?
E de ilusionistas, construtores de gráficos e de manipulações?
É que já passou muito, muito tempo, e para sempre ainda é muito mais... e ameaçam-nos com a 2ª , a 3ª a 4ª e .... vaga.... muitas vezes sempre. http://radio.garden/listen/antena-2-jazzin/ELGsdHSr
Estive ontem na sempre inesperada, qual uma verdadeira jam,https://www.bracodeprata.com/
a ouvir uma notável apresentação do
Prof. Roberto Machado sobre Proust.
Tenho poucas leituras desse, dois livros em #Procura...# e pouco mais. Mas ouvir durante cerca de duas horas uma apaixonada e apaixonante conferência sobre esse deixa-nos sequiosos.
Obrigado aos artistas que continuam a fabricar ideias, músicas, livros, projectos e realidades.
Por entre fumos passo dos Doors para Louis Armstrong e leio um simpático, estória/história sem falhas e desenhos de qualidade, livro/resumo sobre Jazz e as suas referências.
Entre ida à Gráfica, onde tenho mais um livro em conclusão, uma noite na Culturgest...
aqui:https://youtu.be/OQbUmCasz2s
tive tempo para enquanto esperava as provas de me deliciar com esta recolha de artigos e textos de Italo Calvino:
toda a escrita é também areia, ou pode ser uma corda....
É agradável estar numa terra onde muita gente nos cumprimenta, com apreço, e onde temos amigos e entidades em quem nos encostar.
Podia estar a falar de muitas terras, Niza, Barrancos, mas não estou a mencionar as Caldas da Rainha.
Estive a ler no Parque e meia duzia de pessoas pararam para me cumprimentar, estive a almoçar no Maratona e dois ou três, fui ao Jazz, excelente Salomão Soares, e muitos amigos.
E comprei e li esta simpática revista:
sendo que o meu livro de companhia, que foi uma descoberta, seja pela qualidade literária, e as muitas pérolas de escrita, seja pela riqueza intelectual, além de actualidade deste pensamento.
É dos nossos!
e pequenas descobertas, também nos deixam neste saciados.
depois de uma enorme desilusão na 6ª feira, uma pseudo banda portuguesa de um acordeonista que melhor faria ficar pelas feiras e romarias e três candidatos a estivadores, hoje foi uma luz, uma voz, e arranjos de outra terra.
Músicos excelentes, que vibram com os acordes e desacordes.
Antes um almoço num templo, no Carvalhal (Bombarral).
O Lagar é um sítio para registar, uma Catedral!
Hoje passei o dia a organizar agenda, materiais, contactos, preparar textos e intervenções.
O acordar da "Pensão do Amor" foi sonoro, pelo menos na cabeça...
Leituras e mails, preparação de documentos, mails e tempo para preparar as próximas leituras que chegaram da Amazon.fr, dois livros sobre a problemática da legalização das drogas.
O último, romance, de Savater espera próximo tempo, assim como um Castoriadis.
Entretanto conversas sobre a polis vão-se desenvolvendo depois de uma interessante carta (dirigida a António José Seguro) que Eurico Figueredo teve a simpatia de me enviar e que me merece apreço, nas propostas e análise, embora sejam uma base para discussão, mas não tanto na fé no destinatário, que estará longe de lhe dar ouvidos, dado o sentido radical da proposta, que transforma todo o quadro político, hoje completamente abastardado, e lógica de representação deste.
Discussão a proseguir.
Haja jazz...