É um livro de leitura muito agradável, para mim revisão de matéria dada, com alguns epifenómenos que desconhecia.
Estilo "sebenta" universitária, desde logo dando a esta toda a valorização. E a colaboração de Nuno Farinha enriuquece o texto muito bem documentado e culto do Jorge Rocha, professor da matéria:
recordei outros livros de Edgar Morin e de outros mestres, por entre esta leitura viajada.
Notável e até para mim novidade o trabalho etno-linguístico associado ás dispersões de populações!
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Um livro notável sobre o processo de hominização e o nosso aprendizado com a natureza e os animais.
O seguimento da pista, a pistagem, a busca, dir-se-á, é essencial no processo de construção cerebral e de relacionamentos e por este livro o documentamos com ligações a grandes mamíferos e o procedimentos.
um livro fascinante de onde retiro estas referências:
La mémoire est lá dans le langage, il s’agit de la faire remonter dans les corps et les regards.
Vivre, c’est être généreux em signes.
À l’aube, partir juste pour rencontrer, sans savoir qui ni quoi. C’ est um nom possible de la vie.
(...) ce n’est pas l’univers vivant qui est muet: c’est nous qui ne savons plus l’entendre ni le lire. Le vivant n’est plus un réseau de significations dans lequel l’humain peut s’orienter, comme chez lui.
Interpréter et reconstruire sont deux types d’activité qui sont omnipresentes dans le pistage.
La dopamine serait l’hormone, non du plaisir, mais de la quête.
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