Hoje foi um dia cheio, reunião informática, almoço para rever algumas questões, ida a livrarias de uma reunião abortada.
Preparação do programa de amanhã na Montemuro, dados para a Gazeta e leitura de um livro que me curiosou:
o último de André Glucksmann a que há que honrar a coerência, mesmo quando apoiou Sarkozy.
Neste livro temos um elogio empenhado de Voltaire. Sem novidade mas com fortes alicerces.
É um dos meus!
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