Leio este, aconselhável aos que querem saber a importância do cozinhado e da variedade (local) da alimentação e da necessidade de confrontarmos os fanatismos e o animalismo, assim como dietismos rigorosos.
Um livro divertido e culto, onde apreendemos também a saborear:
e agarro este número da Urtiga de 1978, onde temos algumas reflexões de toda a actualidade ( um texto de Delgado Domingos, entre outros) e onde podemos ver como evoluímos...( ainda foi escrito numa IBM!)
E um notável (incompleto na parte portuguesa! mapa da nuclear ibérica, onde vemos os muitos ganhos mas também as derrotas!)
o tempo vai passando, e neste temos que honrar as memórias.
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Sou, por razões de intransigência e também desde logo feitio, um demissionário, embora nem sempre a gosto, mas sempre de organizações que se afastam dos príncipios, ou de corpos sociais que desvirtuam as regras, que são como o direito, para respeitar até que sejam alteradas.
E desde há algum tempo que me afasto de situações onde estou constrangido ou das quais não tenho prazer.
gosto muito de plantas, sobretudo as nativas, embora também outras como os cactus, vindas da América e que se adaptaram sem grandes constrangimentos ao nosso país.
Estive ligado a uma revista histórica do movimento ecologista e alternativo, que editou 5 ou 6 números, chamada Urtiga.
Sou como disse intransigente em regras e procedimentos.
Não lembra ao careca e penso é uma vilania chamar a uma qualquer organização essa.
Mas enfim como dizia Galileu "Eppur si muove".
I rest my case.
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