insignificante
Um dos fascínios de Tony Judt eram... os comboios...
Aqui:
www.nybooks.com/articles/archives/2010/dec/23/glory-rails/
Dec 23, 2010 - Judt-1-122310.jpg Fogg Art Museum/Harvard Art Museums, Cambridge/Art Resource. Claude Monet: Gare Saint-Lazare: Arrival of a Train, ...
www.nybooks.com/articles/archives/2011/jan/13/bring-back-rails/
Jan 13, 2011 - Rail travel, in what were increasingly open-plan trains whose managers had to fill them in order to break even, was decidedly public transport.
www.nybooks.com/articles/archives/2010/mar/11/in-love-with-trains/
Mar 11, 2010 - According
to the literary theorist René Girard, we come to yearn for and
eventually love those who are loved by others. I cannot confirm this ...
www.nytimes.com/2015/01/18/.../tony-judts-when-the-facts-change.html
Jan 16, 2015 - Written in the last 15 years of Tony Judt's life, these essays confront the ... (A better means of transportation, Judt thought, were trains, which ...
www.the-tls.co.uk/tls/public/article1239882.ece
Apr 3, 2013 - W hen Tony Judt died in August 2010, the sense of loss went beyond what might have been expected at the death of an academic historian.
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www.theguardian.com › Arts › Books › Tony Judt
Nov 21, 2010 - Tony Judt never thought his dying memoir would be published. ... He loves London buses, London trains, London sliced white bread and ...
nationalinterest.org/feature/tony-judt’s-journey-12705
Apr 23, 2015 - Tony Judt's When the Facts Change offers a valuable opportunity to ... to the system of trains that connected Europe in the postwar society of his ...
www.popmatters.com › Books › Reviews › Tony Judt
Jun 12, 2015 - This is what Tony Judt, the late historian and essayist, returns to again and again in a collection of essays and book reviews, When the Facts ...
Labels: comboios, Tony Judt
“A tendência da democracia de massas de
produzir políticos medíocres. (...) A política não é lugar para onde gente com
inteligência vivaz e com visão tenda a envolver-se.”
“A maioria dos jornalistas, e isso tem que ver
com a natureza do poder e da comunicação de hoje, tem tanto medo de perder o
seu estatuto como de estarem errados.”
Finalmente acabei, embora com algumas páginas
na diagonal a obra final de Tony Judt, já aqui mencionada.
Muito interessantes, numa era em que a
economia continua à deriva, as observações sobre Keynes, no último capítulo,
bem como o estabelecimento de doutrina sobre o Estado Social, numa economia e
sociedade liberal.
Mas são as citações acima as que achei que
devia encerrar estas observações sobre este livro de um verdadeiro enciclopedista.
É infelizmente a constatação, que aqui temos
vindo a fazer, repetidamente, da falta de categoria e capacidade da nossa
classe politica, a generalidade abaixo de qualquer classificação, qualidade ou
inteligência. Uns pelintras, vigários e baços. E mentirosos!
E sobre o jornalismo... que dizer quando a
maioria bajula... os referidos, só vivem pelo efémero e o que lhes dá uma
“caixa” ou paga uns jantares. A maioria ou estagiários mal pagos ou membros da
referida casta.
Bom por aqui fico. Vou estar fora até dia 21 e
por isso não voltarei em breve.
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Está em estado terminal # O Clientelismo, doença infantil da democracia# que escrito com o meu amigo e camarada Tomaz Albuquerque conto lançar em Outubro/ Novembro, e enquanto o revi e acrescentei no simpático Hotel, já minha "casa" de outras revisões Vila d' Obidos , voltei à leitura deste opus:
que iniciei há quase um ano no hotel Quinta das Lágrimas. Agora sim entrei na matéria, excepcional, um pensamento bem estruturado, uma filosofia política acertiva e um conhecimento enciclopédico sobre a história e os acontecimentos desta que ocuparam o nosso, nosso tempo.
Tony Judt foi uma das grandes almas que deixou marcas num pensamento demo-liberal e social.
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Faz um frio cortante, a contractura continua a impedir.me de dormir.
O lume acompanhou-me, salvo alguns recados e uma ida ao correio, quase todo o dia.
E um livro bálsamo "O Século XX Esquecido" de Tony Judt, uma memória pensada de gentes, e factos que moldam o pensamento liberal, numa Europa e num mundo, num tempo, numa era de desorientação. Uma análise e enquadramento de biografias, uma posição modelar sobre Israel, uma crítica ao desmantelamento do Estado Social e textos notáveis sobre a Bélgica (discordo todavia totalmente das observações sobre Bruxelas, uma das cidades icónicas do meu mundo) e a Roménia (terrível!).
Por entre as quantidades assustadoras de cascalho que inundam as livrarias, edições a granel sem ponta por onde se lhes pegue, com plágios a plagiarem plágios (alguns já aqui referi) por entre as trafulhices da novilíngua, que agora já não está assinalada e nos obriga a folhear os livros para vermos se estão escritos em português ou no tal acordês, quando as livrarias se transformam em ofertantes de promoções e descontos e os jovens que vendem livros podiam estar a vender peixe na lota que sabiam a mesma coisa sobre o produto, este livro notável pode escapar.
É uma obra sobre os nossos, e um pensamento da casa.
Uma grande figura política e moral.
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