Nada é pouco,
de facto entrámos num período em que a realidade parece continuar sózinha e em que toda a responsabilidade parece estar de férias. Lendo os jornais, talvez pelos editores estarem fora, talvez por os fazedores de títulos e publicistas estarem em controle só lemos mentiras, mentirolas e artigos feitos, escritos com os pés e sem ponta de cabela, só carruncho.
Felizmente o JPP não está de férias, embora a quantidade disparatada de fotografias no www.abrupto.blogspot.com mostre que aquela cabeça já passou melhores dias, mas é a vida ou o pagamento de favores, ou falta de ideias, ou falta de assunto.
Lisboa está magnifica, lugar em todo o lado e um desejo que fosse assim para sempre...mas já sabemos que passado Agosto voltaremos à rotina e ao lufa-lufa do espaço a comprimir o tempo.
Voltaremos a outras insanidades como o rongo-rongo absurdo da campanha sem ideias e sem dignidade para o lugar de chefe do P.S.D. ou melhor para, qualquer que ele seja o do derrotado das próximas legislativas, que este país parece não ter rumo nem alternativas consistentes, articuladas estruturadas e com lideranças capazes. O Chão da Lagoa foi a extrema unção de Marques Mendes e só se passa por essa uma vez... Do Menezes está tudo dito, basta lembrar o seu emúlo Santana e...pronto, já disse outra vez!
Agosto vai passar, neste mês temos dias para recordar, acontecimentos para registar em memória presente e as festas, ah as festas do povo.
Agosto vai ser quente...
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Rongorongo,
é o que parece que andamos a falar, escrever, pensar. Talvez por vivermos imersos em leviandades e disparates, em obscenidades e desvarios, os que sabemos do rongorongo e de outras línguas perdidas vamos cada vez ficando mais etruscos a lermo-nos ou relermo-nos.
Vivemos tempos de pacotilha e tudo parece ser um mau filme de série B, em que o enredo é nulo, os personagens (todos e mais uns recentemente aqui citados) de uma mediocridade assustadora ou autenticos "malvadezas" e alguns de puxar as águas tal a pestilência.
Rongorongo será alguma tábua de salvação? ou estaremos condenados a este ramerame, qual seres perdiodos de sentido e incapazes de em linguagem tornar a realidade em algo transformável?
Tudo parece relativo neste tempo que passa, ontem fui, por incrível que pareça não tive tempo para tal durante a campanha por Lisboa, comer uma sandes de carne assada e beber uma cerveja ao Gambrinus, que continua. Será uma excepção? Ao pé o edificio até à algum tempo fervilhante jaz morto e arrefece, e nele memórias intensas de outros passados.
Rongorongo para os leitores, na linha justa de J.P.P., e biba o Grito do Pobo!
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