insignificante
Não é leitura para hoje, que agora volto a embrenhar nas energias fósseis....
mas acompanhar-me, talvez, o resto da vida...
era um poeta maior que a vida e que superou a morte infame que esbirros sem qualificação de um minorca sem a mínima categoria lhe deram.
Esta recolhe, não só de poesia é uma obra sublime!
“
Um luzeiro no céu
a rosa na água
e um lírio ao vento
“
e nela descubro este "kaiku" genial.
Será um livro para muitas estações, ora descoberto.
Labels: Garcia Lorca, Lorca, Poesia
Foi uma hora divina! De sublime prazer!
Ouvir Miguel Poveda #Enlorquecido#
Este é um dos poemas magistralmente a nós trazido, pela voz e sons deste CD e livro do outro mundo.
“…Tierra para todo lo que huye de la tierra…”
FGL
“Canción de la muerte pequeña”
Prado mortal de lunas
y sangre bajo tierra.
Prado de sangre vieja.
Luz de ayer y mañana.
Cielo mortal de hierba.
Luz y noche de arena.
Me encontré con la Muerte.
Prado mortal de tierra.
Una muerte pequeña.
El perro en el tejado.
Sola mi mano izquierda
atravesaba montes sin fin
de flores secas.
Catedral de ceniza.
Luz y noche de arena.
Una muerte pequeña.
Una muerte y yo un hombre.
Un hombre solo, y ella
una muerte pequeña.
Prado mortal de lunas.
La nieve gime y tiembla
por detrás de la puerta.
Un hombre, ¿y qué? Lo dicho.
Un hombre solo y ella.
Prado, amor, luz y arena.
Mas tenho que dizer que por vezes só com algumas palavras se chega ao divino...
Lorca que escreve com premonição do seu bárbaro assassinato pela canalha fascista
.
Aqui:
Oye, hijo mío, el silencio.
Es un silencio ondulado,
un silencio,
donde resbalan valles y ecos
y que inclina las frentes
hacia el suelo.
Labels: Enlorquecido, Garcia Lorca, Lorca, Miguel Poveda, Poveda, silêncio
Miguel
Poveda: “No es normal que Lorca esté en una cuneta y Queipo de Llano enterrado
en la Macarena”
in
https://elpais.com/cultura/2018/05/21/actualidad/1526904638_715524.html
Labels: Garcia Lorca, Lorca, Poveda
De Sophia, foi hoje o dia.
TÚMULO
DE LORCA
Em ti choramos os outros mortos todos
Os que foram fuzilados em vigílias sem data
Os que se perdem sem nome na sombra das
[cadeias
Tão ignoradas que nem sequer podemos
Perguntar por eles imaginar seu rosto
Choramos sem consolação aqueles que sucumbem
Entre os cornos da raiva sob o peso da força.
Não podemos aceitar. O teu sangue não seca
Não repousamos em paz na tua morte
A hora da tua morte continua próxima e veemente
E a terra onde abriram a tua sepultura
É semelhante à ferida que não fecha.
O teu sangue não encontrou nem foz nem saída
De Norte a Sul de Leste a Oeste
Estamos vivendo afogados no teu sangue
A lisa cal de cada muro branco
Escreve que tu foste assassinado
Não podemos aceitar. O processo não cessa
Pois nem tu foste poupado à patada da besta
A noite não pode beber nossa tristeza
E por mais que te escondam não ficas sepultado
Labels: Livros, Lorca, Sophia

Hoje picado, sem dor, do excelente blog do meu estimado amigo Jorge Mangorrinha,http://aoencontrodasaguas.blogspot.com/,
desenho e trecho de Frederico Garcia de Lorca
¿Qué tiene el agua del río
esta tarde tan sentida
que parece que mirando
al claro cielo suspira?Labels: Lorca