É uma discussão difícil, que remete para a cultura, com tudo o que isso implica, e para a humanidade, com o que esta se interliga com essa e se re-liga com essa que também é a ideia do divino e a
sua materialização nos formalismos e fanatismos a essa ligados.
Esta revista, ao contrário da "intenção" não contribui, senão escassamente, para essa discussão:
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Identidades, Una Bomba De Relojería ,
foi um da dezena de livros que ontem comprei em Badajoz.
Li-o de um folgo, com a excelente National Geographic deste mês sobre a hominização, pelo meio.
A lógica do clube, do país, da religião, sempre contra os outros é percebido na sua intolerabilidade.
Hoje vamos ter outro episódio.
Inacreditável que o futuro presidente da República tenha assumido que os partidos são como os clubes de futebol, que não interessa a ideologia a mudar, os dirigentes bons ou maus, as propostas que vão mudando e muito, com o tempo (só o PCP, o maior bloqueio do sistema e avatar das sucessivas maiorias, como finalmente, mas no El Pais é analisado, e denunciado, não, nunca muda ou mudará, com os seus inúteis 10% a não servirem para nada!).
Pois estas são as identidades que temos. Um livro obrigatório. Fiquei feliz por há mais de 20 anos ter devolvido, com 35 anos de sócio, o cartão de um clube de futebol!
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