Sou um iberista e não posso deixar de lamentar este triste feriado, para comemorar uma defenestração do amante da rainha a que se seguiram 30 anos de guerra peninsular (entre Portugal e Castela).
Infelizmente a história é mal contada e os nazionalistas tomaram conta dela. A não, seja isso o que seja, mas certamente um conjunto de interesses económicos e financeiros não foi restuarada, dado que nunca tinha existido, mas sim um aglomerado de comunas ou concelhos que para escapara ao feudalismo se reconheciam num rei, sem poder.
Infelizmento os 60 anos de unidade peninsular foram muito, muito mal geridos por uns descadelados, não o são quase sempre?, monarcas e popr interesses parasitários que provocaram, aqui e na Catalunha muitos protestos e incidentes.
Depois, a partir do século XVIII começa a construir-se o Estado-nação, com base na invenção desta última, o estabelecimento de um sistema de impostos e a imposição de uma língua, assim como a construção de elementos uniformizadores, o exército, a banca, aliados às grandes fortunas que parasitam sempre o Estado e desprewzam sempre o mercado, que era a base da oposição ao feudalismo.
Claro que não vale sequer a pena discutir este tema, claro que aparecem sempre umas sumidades vindas da hegemonia habitual a proclamar umas ditas verdades, que não correspondem a nada mas fazem a dita História. Nada do que parece é. No dia 1 de Dezembro de 1640 só houve um amante da rainha que foi deitado pela janela fora, por isso estivemos 30, 30 anos em guerra.
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Acumulam-se leituras....12 ou 13..... maiores e menores urgentes ou só diligentes.... algumas de lazer absoluto.... 2 ou 3 romances ou espécies parecidas, 3 ou 4 de teoria e prática socio-ambiental, 2 ou 3 sobre energia e clima, e 2 sobre viagens... acabo este, também de viagens e de espírito.
Desenho brilhante e uma estória, de re-encarnação.
no dia em que volto a almoçar com o meu velho amigo Jeremias, a caminho dos 90. Talvez, também, a caminhar paralelo à sombra, do tempo.Labels: BD, Historietas, Jeremias
Foto-jornalista já é corrente, agora comic-jornalista ou historieta-jornalista não. Mas há, alguns excepcionais. Joe Sacco é sem dúvida uma das grandes referências.
Começo hoje a leitura deste denso e profundo livro-BD-reportagem:
quase 200 páginas onde o desenho nos transporta aos eventos e onde a leitura pessoal e envolvida nos percorre a espinha. Sensacional.Labels: BD, Comics, Historietas, Joe Sacco
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