Um livro impressionante, fora só pela enormidade de mortos desta actividade predatória do espaço e da vida. Alternativas? Claro que as há, sempre as houve.
extremamente bem documentado e com pequenas estórias laterais, como a do siluro, quem diria? que enche os rios, ou a descoberta da origem do nome "Chamizo", a estória de Picasso nas minas e a referência a Alexander von Humboldt. E muito interessante o "áparte" sobre a escravatura e a mineria
E registo a referência que só na mineria asturiana há cerca de 5.000 mortos a contabilizar. Das outras talvez mais...Há siluros e siluros.
Também muito interessante este novo conceito, que julgo possível de utilizar noutros sentidos que o desta autora Maria Pilar Burillo:
A demotanasia.
E os donos disto tudo a mandarem. Vamos, vamos resistir.
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