insignificante
É inacreditável e inqualificável.
Um país que esmaga os direitos humanos mais básicos, que se coloca ao arrepio do que estrutura a comunidade e o que faz o Estado de Direito e a organização da comunidade internacional que é o respeito da individualidade e da sua liberdade de expressão, sendo que infelizmente há muitos, muitos que espezinham esses, mas vamos ao caso:
o boicote à reunião das partes (COP) da Convenção do Clima que está agendada para o Cairo e no mínimo fazer saber do nosso protesto nessa.
Mas não basta, temos que mobilizar a opinião, temos que marchar, não contra os canhões, mas pela direito e a liberdade, todos, todas.
Labels: direitos, direitos humanos, Direitos para todos
O mês do Orgulho Gay!
Pelos Direitos, todos!
Labels: Direitos individuais, Direitos para todos, Orgulho Gay.
Poderia ser o umbigo de Venús, mas esse ficou na posta anterior...
Esta é a Marcha, onde irei marchar presença:
Labels: Direitos para todos, Gay, LGBT
Este filme é um muro no estomago:
Vencedor do Prémio Amnistia Internacional assim como o
Grande Prémio do Júri, ambos no Festival de Berlim, o filme acompanha uma
família Roma/cigana na Hungria durante um dia, numa época caracterizada por uma
recrudescência da intolerância e de crimes raciais.
Trata-se de um filme forte
que faz um retrato realista da comunidade Roma e que denuncia as discriminações
que sofre, apelando não só a uma consciencialização mas também a uma reflexão
sobre os valores humanos.
Umas obra dura e que convida à reflexão, e à acção!
Labels: ciganos, Direitos para todos
Discriminar não é humano
Discriminar, independente da raça, do género ou da orientação sexual é não ter leis iguais para todos, independente desse/a.
Casar e constituir família é um articulado e um desiderato que procede de códigos, de leis, é enquadrado por esses/as.
Discriminar não é humano?
Não, não é humano, é a resposta que devemos, temos que dar no quadro do exercício da Declaração Universal dos Direitos Humanos!
Não é humano limitar o acesso aos beneficios e usufrutos que a lei permite, a ninguém, independentemente da raça, do género ou da orientação sexual.
Fazê-lo é, independentemente das motivações, resultado de algum preconceito, mesmo que esse seja subliminar, e com raízes profundas no pensamento que nos estrutura, e mesmo que recusemos assumi-lo.
Os defensores dos DHs não podem ter a mínima, a mínima hesitação em relação a esta questão, e não podem enfiar a cabeça na areia, baseados em quaisquer tipo de subterfúgios nem por qualquer receio de ocasionalmente tal coincidir com uma meritória iniciativa, se bem que limitada, de um qualquer partido político.
Labels: direitos humanos, Direitos para todos