O entrismo é uma táctica trosquista, para se expandir usando outros partidos para se albergar. Apropriadamente o Libération aplica o substantivo à lógica de expansão China que vai ocupando seja os lugares vazios da cultura e educação seja os pontos de comércio e indústria que se lhes vão colocando à frente, e se vai deparando com a incapacidade ocidental de discurso, de política e de sociedade.
Insidiosamente a Rota da Seda vai sendo tecida e o imperialismo, último estádio do capitalismo chinês vai alastrando, e não é com o vírus, mas como.
recordo de nos anos 60 ter lido um livro sobre o alastrar, na altura ainda se pensava que era comunismo, do poder chinês. Na universidade, nos anos 70 ou ínicio dos 80 fiz um trabalho, para o qual ouvi um dos hoje especialistas do poder chinês, sobre esse, que obviamente chamava capitalismo de Estado e expansionista.
Nada de novo debaixo dos nossos pés, nem as sandálias.....
Há 32 anos estava em Roma numa conferência sobre ambiente na Parlamento. Hospedaram-me num hotel em frente ao mesmo e estava a deitar-me quando ligo a televisão e penso que estou a ver uma ficção. Um blindado jogava com um simples cidadão ao esmaga, esmaga.
#WeRemember64
Milhares foram mortos ou presos ou desaparecidos nesse dia, que não esquecerei.
A China, o poder imperial, que é sempre o mesmo, continua o mesmo de sempre, é responsável por milhões de mortos, de fome, por várias, inúmeras repressões, assassinatos, e torturas. Hoje o poder imperial China, por todo o mundo é responsável pelas maiores atrocidades ambientais, sociais e cívicas. Na China o sistema é um autêntico Big Brother que constrói a verdade e para o qual Guerra é Paz.
Não deixaremos esquecer, não apagaremos a memória.
na elaboração da posição da Amnistia Internacional sobre a prostituição, nesta linha e contra algumas feministas e outra "esquerdalhada" enganada. Os direitos humanos, sociais, económicos e outros só são protegidos em quadros legais. Seja a prostituição seja a droga tem que ser lewgais, com todas as consequências.
este, que enviei ao Co-grupo da A.I. por cá não seria possível, dado que somos marionetes do capital, do capitalismo, do imperialismo China, veja-se a nossa não reacção aos atropelos em Macau!
O Reino, ainda, Unido ao menos ainda tem laivos da antiga arrogância imperial! e não dobra, nalguns casos, a espinhela.
Once upon a virus (China’s view)
A verdade da mentira ou de como mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. O grande manipulador totalmente manipulado e humilhado. Quem sabe sabe. A guerra é paz e a paz é guerra. O peso das palavras dilui-se na realidade, e esta é imutável.
Contra factos e palavras ditas não há argumentos.
No aniversário do Dalai Lama lembremos o povo do Tibete e os seus direitos à individualidade e integridade esmagados pelo comunismo, oficialmente a ideologia da ditadura cleptocrata da China.
Hoje, todos os dias, devemos recordar, não esquecer os direitos todos re sobretudo o à identidade e usufruto da espiritualidade dessa. Contra ps totalitarismos-
É uma espécie de biografia, sobretudo do lado intelectual e envolvido, de Simon Leys, das suas posições, dos seus livros. E neste também lemos a história de personagens menores, alguns até registamos com alguma surpresa, que bajularam um dos piores ditadores da história universal, apesar de não poderem dizer que não sabiam, dos milhões de mortos, da manipulação e do lado execrável do personagem.
A história está cheia de ignomínia, de ditadores ( este é Mao) e dos seus apoiantes, "compagnons de route" e outros facínoras.
Honra a homens como Pierre Ryckmans!
Ontem também estive num interessante colóquio sobre novas expressões literárias, no caso as BDs, quadrinhos, charges, ou como queiram, na Fundação Gulbenkian:
ocasião também para falar da solidão do autor e do processo criativo...
que embora goste muito dos textos e tenha amizade com o autor aqui, aqui se perde...
apesar da excelente capa isto é uma vigarice, os textos mesmo quando aprimorados já estavam publicados por aí... excelentes uns, assim assim outros, mas todos já lidos...
Hoje foi dia de leituras de jornais e também do Charlie Hebdo, que deveria dar a alma ao criador... desenxabido, sem grande graça e com muito ressabiamento, normal dir-me-ão, mas esse não faz um jornal!
E aqui excelentes fotos no World Press Photo, no Museu da Electricidade:
estas duas da poluição, da economia industrial produtivista e sem consideração pela humanidade nem pelo que a sustenta da China comunista/capitalista, selvagem.
onde os direitos só existem para a minoria oligárquica que a governa e detém os meios de produção (onde é que eu já ouvi isto?)
Acabaram os Jogos dos Direitos Negados. E mal, muito mal andou quem em vez de alertar, como o fez incansávelmente o Dalai Lama, durante este período se calou, não se manifestou, obrigou ao silêncio, censurou quem se procurou manifestar. Mal, muito mal andou o Secretariado Internacional da Amnistia Internacional, de cuja direcção nacional sou membro, ao criar com o seu silêncio e amordaçamento uma sensação de convivência com uns Jogos que não respeitaram os seus compromissos, violaram a palavra dada para os realizar, e, durante os mesmos, continuaram a repressão e os morticinios. Mal muito mal e a minha crítica é política e entendo fazê-la com todas as letras, ainda para mais porque sinto que os caminhos em determinado sentido da organização não são os melhores, e é minha convicção que o silêncio imposto terá sérias consequências ao nível da defesa dos direitos humanos numa China desacossada. Os membros que me falaram, o estado de espírito que sei perpassou noutras secções, a amargura por não se fazer qualquer movimento, quando os massacres, como foi denuciado pelo Dalai Lama, continuaram, leva-me a dizer que a Amnistia Internacional falhou. Falhou na manutenção da vela acessa. Falhou e errou politicamente e por falta de uma visão clara das relações internacionais e do peso destas para a China. A AI deixou as mãos livres à China. Sabemos que essas mãos, as mãos do poder autocrata e imperial da nomenclatura chinesa estão sujas, muito sujas. Será mais dificil após este erro continuar o combate pelas liberdades e os direitos humanos na China, mas superaremos este erro e continuaremos a não nos calar.
Hoje também me apetecia estar na caminha, onde deviam ter ficado os supostos atletas portugueses em vez de andarem a viver à conta de chorudas bolsas e viajar e ver muralhas à conta dos meus impostos... Sou cada vez mais em favor de orçamentos participativos ... o $ que ia para esta marotagem toda (e os tecnicos e os acompanhantes e etc) ia direitinho para o pré-primário e assim podiamos chegar lá. E ainda por cima não falam nos DIREITOS NEGADOS!
Os Jogos dos DIREITOS NEGADOS A China não respeita a sua palavra. Hoje uma vez mais o Dalai Lama voltou a mencionar as contínuas violações dos direitos e repressão no Tibete e tivemos a notícia que o sítio do:
Partito Radicale Nonviolento Transnazionale e Transpartito está a ser censurado, e recordo que este tem sido implacável nas denuncias das continuas violações e negação dos direitos na China e no Tibete. (...)
Nonostante la Cina avesse rassicurato il mondo intero sulle questioni dei diritti umani, della libertà di stampa, del diritto a manifestare dei suoi cittadini, abbiamo avuto oggi la conferma che il sito ufficiale del Partito Radicale Nonviolento Transnazionale e Transpartito è totalmente oscurato in Cina.
Quando si clicca su www.radicalparty.org o non appare nulla oppure appare una pagina che, in cinese, dice: “forse cercavi queste altre pagine:
Hoje, embora à revelia (mas o que é que isso quer dizer?) do Secretariado Internacional da Amnistia Internacional foi colocado na net. Lamentávelmente, à revelia:
http://www.smh.com.au/ftimages/2008/08/07/1217702214851.html a ver e fazer circular.
OS Jogos dos DIREITOS NEGADOS... num estado policial...ler o excelente artigo: http://www.commondreams.org/archive/2008/08/07/10860/ e perceber porque razão a censura que parece ser agora norma e o silêncio é um perfeito disparate!
Hoje sabemos que poucos, muito poucos, iremos ficar calados... Um grupo numeroso de atletas, onde para nossa vergonha não há nenhum português, dirigiu uma carta aberta às autoridades chinesas, para que respeitem os direitos humanos, com uma menção especial ao Tibete. Amanhã à hora do incio da cerimónia inaugural em muitos locais haverá barulho, sinos, movimento e em Assis os companheiros do Partido Radical lembrarão o país que assassina o maior número dos seus cidadãos do mundo e lhes faz pagar a própria bala com que são mortos..., onde os direitos humanos são diariamente pisoteados e claro, claro o TIBETE. Por todo o lado se vai fazendo ouvir as vozes que não se calam. A China, os seus dirigentes ouvirão, ouvirão o clamor, que noutras, em muitas outras alturas se devia ter feito ouvir.
Todos de máscara, para protestar contra os DIREITOS NEGADOS!
Deviam todos, todos os atletas, e desde logo no desfile inaugural, colocar as máscaras, porque não cheiram os direitos, cheiram o seu pisoteio e o odor da repressão, que se mantêm, que aumentou ao contrário das promessas. Há que fazer destes Jogos, dos DIREITOS NEGADOS, uma grande TIANNAMEM de todos os direitos e de toda a oposição a quem não os respeita! No site da secção portuguesa está mais um berro, de quem não se pode calar de quem tem responsabilidade, corpo e sangue para que os direitos, todos os direitos sejam respeitados, para que o respeito pelos compromissos seja honrado. Os dirigentes chineses mostraram que não teêm respeito, não teêm dignidade, são um bando, não de 4, mas de malfeitores, pessoas que mentem, pilham e desrespeitam a dignidade do vivo, e os seus direitos. Ver: http://www.amnistia-internacional.pt/
Pois irá, oxalá, correr mal, para as autoridades chinesas.
Ontem os protestos voltaram a Tiannamen, desta vez os desalojados miserávelmente pelo jogos que se conseguiram fazer ouvir por entre a densa nuvem que os abafava. Nuvem que é o poder totalitário e concentracionário que abafa as liberdades públicas e rapta os direitos, todos os DIREITOS são NEGADOS...
Hoje somos informados de que a Justiça espanhola vai investigar regime chinês por genocídio. "A justiça espanhola declarou-se hoje competente para instruir uma queixa por genocídio apresentada em Madrid contra sete responsáveis políticos e militares chineses após as violentas repressões de Março na capital tibetana, avançou hoje uma fonte judiciária."
Sem considerações sobre os atletas espanhóis que também estão lá e muitos, muitos não se calarão, oxalá tenhamos portugueses a honrar-nos, a justiça espanhola aumenta o calor em vesperas do jogos.
Os Jogos dos Direitos NEGADOS.... Talvez na Arabia Saudita, em termos per capita, se assassine mais que na China, mas é a China a recordista de assassinatos, em nome do Estado e cumprindo uma hipotética lei de talião. Os assassinados pelo Estado, com os DIREITOS NEGADOS, são ainda por cima obrigados a pagar as balas com que os matam. Requintado e à chinesa. Não pode haver silêncio, silêncio nenhum.
Em relação aos quais não pode haver nenhuma realpolitik que nos cale! Hoje no Público temos uma notícia sobre a poluição em Pequim e como essa irá afectar os Jogos...e as pessoas que lá vivem? Os direitos humanos integram o direito a um ambiente saudável! Não nos podemos calar face ao total desprezo das autoridades chinesas com os direitos básicos da sua população, com os despejos arbitrários, muitos dos quais para construir infra-estruturas de apoio aos jogos, mas em grande escala na zona da barragem das Três Gargantas ou de outros empreendimentos industriais que motivam o despejos de milhares, milhares de pessoas sem quaisquer compensaçõs, na melhor lógica do comunismo, pois eram proprietários de terras, de pequenas courelas e portanto parasitas que deviam ser exterminados!, para os títeres desse sistema, entre os quais o execrável Tuong. O comunismo imperial sonega todas, todas as liberdades e nega todos, todos os direitos. E mente, mente descaradamente, desonra as promessas que fez. Ninguém, ninguém se pode calar!
Não nos podemos calar! Os meus companheiros italianos apelam a que todos comecem a colocar bandeiras tibetanas nas janelas e organizam um grande evento em Assis no dia 8 sobre o Tibete e os direitos humanos na China, e estão incansáveis na denúncia e na acção pública e nos média. A sensibilização e a pressão não se faz com o silêncio e qualquer limitação de acção, de toda e qualquer acção. Todas as intervenções que possamos fazer, e hoje mesmo escrevi à RTP e referi que individualmente e certamente com mais gente mudarei de canal, no caso raro há que referi-lo de estar a vê-la, no momento das transmissões, e solicitar que o tema dos DIREITOS NEGADOS não seja esquecido, mesmo que haja quem deles não fale. Tenho que referir que é nestes momentos que tenho mais dúvidas sobre a bondade organizativa e sobre interesses que se ocultam sobre a transparência e os processos das estruturas, e sobre a democracia tutelada. Sou um individualista, liberal e libertário e prezando os valores da solidariedade e a integração em lógicas de colectivo não sou capaz de amordaçar a minha consciência. Vamos todos, todos fazer barulho contra a China dos DIREITOS NEGADOS, ainda que haja quem se satisfaça com um bocadinho de direitos, os direitozinhos. A bandeira do Tibete já está na minha janela, a RTP já está avisada, e para Assis já seguiu o meu espírito. Dia 8 meditarei porque a energia também se senta.