insignificante
Hoje foi um dia intenso.
Começou com uma caminhada, no entorno das termas, pela estrada romana:
e depois das águas uma grande conversa sobre termalismo com. o eng. Loureiro, que aqui trarei em próxima posta.
Almoço, novamente, no Valério, em Mangualde e depois de almoço visito:
https://palacioanadiamangualde.com/
uma visita guiada, em castelhano (com o meu permisso!), pelo Jorge, diligente e sóbrio funcionário, coisas excelentes, além dos jardins, onde muito recordei G.R,T., bem cuidados e com diversas tipologias.
Do Palácio o melhor, excepcional mesmo, são os azulejos. Aqui deixo alguns exemplos:
Começo com Neptuno, iluminado, mas o próprio tem uma expressão de deus:
e segue o trabalho da vindima:
e a seguir duas da curiosa sala com inversões, a primeira é a matança, o porco mata o homem, terá sido aqui que Orwell buscou inspiração?
e para acabar um burrinho a mandar no outro.
A foto deste azulejo, também fabuloso, ficou perdida....
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Estas duas estão na rua S. João da Mata, em Lisboa, quase em frente do excelente Batata Doce!
eu tenho dois magníficos azulejos (serigrafias).
Labels: Azulejo, Pinto Coelho
Esta zona está cheia de azulejaria de grande qualidade, seja nas estações de comboios, infelizmente ao abandono, seja por aqui, ali e acolá.
Esta encontrei inopinadamente numa parede em Vaiamonte:
um excelente documento sobre uma antiga ceifa.
Labels: Azulejo, Vaiamonte
As estações de comboios e os seus entornos, e tantas, tantas estações abandonadas e com o nosso património a ser devassado, são locais com da melhor azulejaria do nosso país.*
aqui um rearranjo de postal de boas festas que os meus amigos Alain e Martine me fizeram chegar, penso que da Campanhã, e talvez outra.
* todo o nosso património está, a saque. E esse, é mais um, aliás todos os temas, que não é falado na campanha, miserável.
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Gosto de comboios, escrevi sobre eles e sobre aventuras neles, aprecio diversos aspectos destes e também as notáveis estações ou apeadeiros, e o seu azulejar, que se vai perdendo....
Este em Vale de Pêso está dependente de um levantamento rigoroso!
este é outro local, mas o mesmo tema....
já este são as pedrinhas das cerâmicas de Nisa:
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Hoje visitei o museu "etnográfico" da Graciosa, onde uma simpática funcionária, Angelina, me fez uma detalhada visita guiada.
Gostei muito:
http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/entidades/pgra-drcultura-mg/, e além de outros materiais comprei este caderninho que me parece de mérito:
quem esquece o passado não tem futuro.
Depois de ontem ter passado por este interessante projecto, de que darei mais notícias:
reparem na ovelhinha!
Hoje, depois da sessão etnográfica encontrei este milheiral (burras de milho!) a secar:
e já tenho papado algumas virgens...
esta um mulherão, na igreja das 6 janelas, para ser (à ) vista de todos.
esta mais recatada, com a particularidade de esmagar os cornos do toiro, carregue e verá o dito!
já tinha ficado impressionado com a igreja de Guadalupe, onde só há... virgens, até no altar mor. Nunca tal tinha vista. Viva a Senhora dita!
hoje fiquei deliciado com a qualidade dos azulejos da igreja de Sta Cruz.
E não posso deixar de manifestar o meu desconforto por no café da vila terem destruído os azulejos que o cobriam no interior, e que aparecem ali e acolá, por uma vulgar mão de tinta. Que pena!
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Noutro dia num mercado de antiguidades denunciei a um vendedor de quadros e livros velhos os colegas como sendo todos ou quase todos uns larápios.
Não houve grande discussão embora esse tenha tentado. Perante factos não há argumentos. Quase todos estavam a vender azulejos, alguns de alta qualidade. Todos roubados. Não sejamos cumplices desses bandidos!
deixá-los com o produto e chamar a entidade fiscalizadora, se a houver, sempre lhes dá um susto, na sua larapiada.
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Este azulejo é, talvez, dos anos 30/40, calculo pelo nº de telefone, mas além disso tem farta matéria de análise.
Vejam o ramo da oliveira (?), colocado com sábia mestria a adornar o mesmo... e o enquadramento da garrafa, sobre o fiel amigo, que tem nessa um amigo fiel, que ainda por cima!... é filtrado.
No fundo vê-se o fotografo ( não sou eu!) e espelhada a sala.
E será Rua do Almada, em Lisboa?... essa informação é omisso, mas possível!
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Estive na aldeia das Vermilhas, concelho de Vouzela.
Na mesma onde está:
esta igreja, cuja monumentalidade já teve melhores dias...
ainda que só em azulejo, está esta magnifica adega do Horácio...
ele há cada uma!
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Este país nunca deixará de nos surpreender.
Vejam o magnifico azulejo.
Não sei se o património referido é a caixa de electricidade se a casa a cair de pobre.
Mas lá que os pobres têm azulejo, têm!
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