Traição, como uma forma de decepção ou repúdio da prévia suposição, é o rompimento ou violação da presunção do contrato social (verdade ou da confiança) que produz conflitos morais e psicológicos entre os relacionamentos individuais, entre organizações ou entre indivíduos
e organizações. Geralmente a traição é o ato de suportar o grupo rival,
ou, é uma ruptura completa da decisão anteriormente tomada ou das
normas presumidas pelas outros.
da Wiki.
Acho que Manuel Alegre perdeu, do meu ponto de vista, o sentido do ridículo.
Pôr um processo a um miserável detroço que o chamou traidor é um enorme disparate e só vai dar a esse abjecto excremento uns minutos de fama antes de puxarmos o autoclismo.
Todos do Minho a Timor, salvo uns miseráveis sugadores e a bufaria que lhes dava suporte, além de alguma conivência tácita que muitas vezes o comodismo social motiva, mas todos os outros, uma grande uma enorme maioria fomos traidores, segundo o fascistoide execrável que se pôs em bicos dos pés para o denegrir, que nem nome tem.
Devia Manuel Alegre deixar essa carroça de escória passar e seguir, com os outros milhões de traidores, sem lhe dar um segundo de antena.
O 25 de Abril foi a consagração das traições a um regime infecto e execrando que nos impunha um pátria que não era nossa, uma guerra que não era nossa, um silêncio que não era nosso.
Que Manuel Alegre e bem, muito bem, desafiou aos microfones e com a sua acção política.
Sendo que só me merece apoio a traição de Manuel Alegre, só apelidada de traição por essa escumalha, que ignora o valor da dignidade e de coisas essenciais como os direitos humanos, aqui venho dar também conta da minha traição.
Contra essa canalhagem!
E:
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Serei tudo o que disserem por temor ou negação: Demagogo mau profeta falso médico ladrão prostituta proxeneta espoleta televisão. Serei tudo o que disserem: Poeta castrado não!
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Não cheguei a conhecer pessoalmente o meu primo consorte (sobrinho do padrasto da minha avô) Ary dos Santos, autor da letra, embora tenha estado em casa dele. O Carlos do Carmo conheço-o, já tivemos há muito uma conversa sobre a legalização das drogas, e sou visita do Speakeasy onde o filho continua o tempo.
Lisboa é, também uma paixão. Aqui no âmbito da primeira lista independente de cidadãos, o Movimento Alfacinha, que recorreu por logistica ao PPM, defendi a sustentabilidade urbana e com o tio Gonçalo, em sua substituição, exerci o meu primeiro mandato enquanto autarca, vereador desta mui nobre cidade.
Agora que os dados já estão lançados para uma nova campanha autárquica ( e o absurdo de irmos ter 10, dez meses de campanha eleitoral, o que devia ser proibido e sancionado por lei, mas vivemos numa estrebaria!) e quando finda o trabalho uma equipa na vereação, da qual neste mandato no 1º ano fiz fugazmente parte, substituindo nesse meia dúzia de vezes Helena Roseta e/ou Nunes da Silva, e sendo que no restante mandato, nada, mesmo nada;
e sendo que apesar de tudo no quadro global faço uma avaliação suficiente do trabalho realizado, e sendo possível mesmo, certamente sem qualquer envolvimento meu desta vez, que venha a dar à equipa que António Costa venha a constituir a minha simpatia (ou não), tenho em preparação para momento oportuno uma reflexão sobre a cidadania, o poder autárquico, e Lisboa.
A seu tempo, a seu tempo voltarei a esta etiqueta.