São quase 600 páginas, uma escrita envolvente e posições políticas muito na nossa linha. Ambiental e éticas.
Li 3/5 e estou muito feliz, certamente um dos melhores livros do ano!
E embora esteja sempre presente na ideia do museu a "Hidra do Apocalipse" é manifesta nos últimos capítulos, enquadrando o pensamento e estruturando os sentidos.
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Vou começar a ler o último de Ariel Dorfman "Allende y el museu del suicidio" e revejo este:
https://monoskop.org/images/e/ef/Dorfman_Ariel_Mattelart_Armand_
e já na altura separava o trigo do joio, sempre me adeptei das B.D.s. Ler este livro mencionado sobre Allende, nestes tempos sombrios, muito sombrios pode dar alguma esperança a um futuro que já a perdeu.
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