Já não vou a manifestações, salvo algumas por objectivos muito concretos, em defesa dos direitos humanos, e do Tibete, em defesa da legalização de todas as drogas, e a marijuana em concreto, e acções simbólicas, cordões humanos para chamar a atenção para algum caso específico.
Sou muito contra populismos, embora esses me possam merecer simpatia ( o caso italiano do movimento de Beppe Grillo) e até algum sorriso, mas nenhum, nenhum apoio, que fique claro.
Tenho muitos amigos neste movimento populista e sem objectivos, que poderá também ser um fermento para nada ou coisa nenhuma, ou qualquer.
Falta-lhe a massa crítica para conduzir a algum objectivo concreto e realista. Radical mas realista.
Que vá quem vá por bem. O importante é não se perder o raciocinio de que para pouco servem estas acções sem um enquadramento e uma direcção, sem objectivos e metodologias para os atingir.
E aqui dou algum substracto, o texto é de novembro, mas só hoje me chegou às mãos (carregar para aumentar!)
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