Sou contra o labrostismo no debate político, vejo com pesar os insultos soezes, mesmo quando disfarçados de linguagem parlamentar, que acho que não contribuem para a política, gestão do social orientada por lógicas e interesses.
Não gosto de insultos e acho, ou melhor achava, que chamar gatunos a quem defende uma lógica de gestão do social, que sendo embora claro que tem como objectivo o empobrecimento social e a idolatração do fetiche défice, não é, ou era, sério dado que não considero ou considerava como o governo como um bando de mal-feitores ou bandidos.
Ontem, todavia, aqui o confesso e desde logo o invocarei em justiça ou não, o conselheiro de Estado e amigo pessoal de Pedro Passos Coelho, conhecedor da coisa pública como poucos fez afirmações claras na TVI.
Luís Marques Mendes, fez um cerrado ataque ao Governo, acusando-o de ter feito “um assalto à mão armada” aos portugueses e de estar “desorientado”.
Ora quem faz um assalto à mão armada, organizado em grupo, é um bando de gatunos, miseráveis e vis quando ainda por cima assaltam também indefesos e crianças (retiro as mulheres para não ser acusado de sexismo), é uma quadrilha selvagem.
Bandidos, GATUNOS.
A partir de ontem está justificado o uso do substantivo!
Sois uns larápios do piorio!
Aqui:
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