Na Islândia vi as mais belas e grandes cascatas da minha vida. Passei por debaixo desta e quiando saí vi o arco-íris:
mesmo à porta.
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ontem, ao amanhecer, da minha janela.
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só falta a tal em cima da azinheira para ser Fátima!
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Será, talvez um dos capítulos do meu livro sobre a história do movimento ecologista.
Era membro da direcção da Associação Amigos da Terra, nos anos 80, que tinha já sido assebiada por uns metralhas para se converter numa "sucursal" do pensamento verde do Kaddaffi ( recusei uma visita à Libia...) e os fulanos foram afastados pelo grupo, não violento e liberal.
Apareceram, passados uns tempos, uns tipos, vindos obviamente do Partido Comunista, muito activos e militantes. Julgo que foi depois de levarmos uma carga de porrada da brigada operária numa manifestação pela paz soviética, por nos opôrmos a todo o nuclear!, pois apareceram então, nunca soube se a mando ou não, a tentar controlar a Associação.
Eramos incontroláveis. Foram-se embora quando numa reunião com 15/20 pessoas não conseguiram levar água ao seu moinho:
Aprovámos uma moçao de solidariedade com o
e ... eles não gostaram. Nunca mais apareceram. Julgo que foi ali que nasceu a sucursal comunista chamada Verdes.
Mas hoje lembrei-me desta estória porque o Walesa (que nunca me mereceu qualquer simpatia) fez umas declarações horripilantes sobre aos direitos humanos e nomeadamente a homosexualidade.
De uma homófobia primária.
O mundo felizmente tem muitos arco-íris!
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