
Uns dias no "paraíso", no qual Ulysses pode ter deixado marcas.
A Sícilia é um espaço repleto de história, estórias e tempos. E claro muitos templos antigos e modernos que também são as pedras vivas.
Muito vimos, muito ficou por ver. Fiquei surpreendido, um dia se o temple "esse" e o duende que o acompanha me forem benéficos, escreverei o meu "Carrossel Siciliano", no género Lawrence Durrell.
Todos os momentos foram de tempo parado, todas as caras e pedras registos sem tempo no espaço.
Do Museu da Marionete ao alto, quase ao alto, do Etna, dos templos de Agrigento ao barroco notável de Noto, das ruas e palácios de Ortigia ao mercado de Ballaró, entre as portas de Taormina aos locais de Selinunte, do Palácio dos Normandos ao Cancellete Verde ou a todos os templos gastronómicos (inolvidável o de Modica)tudo cheira ao passado no presente.
As pedras são também isso, mesmo quando se lhes tira a lama e se descobre que podíamos estar noutro lugar, noutro momento.
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