Miguel Ángel Sánchez, através
da rede tajo (http://www.redtajo.es/) envia-me
esta foto, em panorâmica e soberba.
O estado do Tejo em Santarém
é altamente preocupante, o assoreamento e a exiguidade das suas águas deviam
merecer uma intervenção cidadã e dos poderes politicos.
Dos poderes politicos desde
logo a informar-nos da observação (ou não) pelo Estado Espanhol da convenção de
Albufeira.
Duvido que estejam a ser observados
os quantitativos de água nesta estabelecidos, com a desculpa da seca meteorologica,
devemos estar a receber menos esgoto
(sim porque normalmente, e
dado que a Convenção de Albufeira não se preocupa com a qualidade das águas,
recebemos… esgoto… ainda por cima insuficiente!)
que o determinado.
E o que é mais incrivel é
que o transvase Tejo-Segura debita 11m3 semanais, enquanto sou também informado
pelo Miguel (que aqui saudo!) que
o Tejo em Portugal usufrui de 7 m3 semanais.
O “ladrillo”, os campos de
golfe, os pomares e primores usufruem de mais Tejo que um país todo (e não devo
deixar de referi que a outrora capital das três religiões a mui nobre e
magnifica cidade de Toledo e o seu termo está cercada por cloacas e com o rio
quase seco na sua passagem).
É claro por cá continuamos
a bolsar sobre o pequeno almoço dos eleitos, as massagens dos eleitos, os
hoteis dos eleitos, os carros dos eleitos, as mulheres dos eleitos, a roupa
interior dos eleitos, a excreta dos eleitos.
A vida, a verdadeira vida,
passa todavia por aqui, por estas águas a fluirem em quantidade e qualidade
adequada à continuação da vida, essa sim verdadeiramente eleita!
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