MAIS AVIÕES NÃO!
PORTELA MAIS MONTIJO
NÃO É SOLUÇÃO!
O
Governo de Portugal, juntamente com a concessionária ANA/VINCI preparam-se para
quase duplicar o número de movimentos de aviões na região de Lisboa, com grande
incidência no Aeroporto Humberto Delgado incluindo o período nocturno e, em
paralelo, construir um designado aeroporto da Base Aérea do Montijo,
complementar à Portela.
Trata-se
de um processo que não serve os interesses do país e que é contra as pessoas, o
seu bem-estar, a sua saúde e a sua segurança e é um grave atentado ao ambiente.
Num
quadro em que até o Parlamento Europeu “decretou” a Emergência Climática, o procedimento
das autoridades portuguesas é o pior contributo que se pode dar no combate e no
empenhamento que, por todo o planeta, milhões de cidadãos, nomeadamente as
novas gerações, travam para contrariar as nefastas consequências decorrentes
das alterações climáticas.
Tudo
isto é feito à revelia da legislação e dos procedimentos a que o estado está
obrigado, e no caso da Portela sem qualquer Avaliação de Impacte Ambiental.
O
aumento da pressão sobre a região de Lisboa, nomeadamente na capital, é
inaceitável e vai-nos condenar a viver pior durante mais umas décadas e, se
nada fizermos, até ao fim da concessão à ANA/VINCI em 2062.
Por estas e muitas outras
razões, um grupo de organizações e cidadãos decidiu levar a cabo uma acção de
protesto em Lisboa que tem por base o combate ao aumento do ruído, da poluição
atmosférica e pela preservação da segurança de pessoas e bens. Esta iniciativa
insere-se no quadro geral da luta contra as alterações climáticas e da
emergência em que vivemos mergulhados. Mais aviões não!
PARTICIPAR AGORA É O CAMINHO MAIS SEGURO E
CERTO PARA GARANTIR UM FUTURO MELHOR E MAIS AMIGO DAS PESSOAS E DO AMBIENTE.
Participa e “Traz Um Amigo Também”.
Organização: (Aberta a futuras adesões).
“Lisboa Precisa”, “ATERRA”, “URTICA”, “FAPAS”,
“GlocalDecide”, “União dos Sindicatos de Lisboa-CGTP-IN”, “Plataforma Cívica
Aeroporto BA6-Montijo Não”, “Zero” e outras organizações
Labels: aeroportos, Portela, Poupem o Montijo
É um sufoco ver as inundações repentinas e inesperadas em Espanha, é um sufoco ver os fogos massivos e expectáveis na Amazónia, mas os dois fenomenos estão articulados, não pelo efeito de borboleta, mas pela circulação atmosférica global, mesmo que não em lógica de causa efeito.
Vivemos tempos dilacerantes, em que a cultura das trivialidades e do não pensamento vai alastrando como óleo e ensopando espíritos e atingindo até, pessoas por quem tinhamos estima.
A estupidez descabelada vai proliferando e já não sabemos com quem contar para criar projectos e desenvolver realidade, verdadeira.
Claro que podemos sempre emigrar, figuradamente, da cidade ou melhor da cidadania e abandonar a participação e os empenhos, dos quais temos mais dúvidas que certezas, apesar de termos nos últimos tempos ganho muitas batalhas, num mundo que se afunda cada dia.
A luta contra a mina de urânio de Zahinos foi um momento excepcional, conseguimos alguns momentos no que se refere o programa nuclear espanhol, onde continuamos contudo debaixo da espada, e solicitando a protecção do manto da senhora de Fátima que outra não temos em caso de acidente.
Uns livros aqui e ali, poucas conferências têm sido o quotidiano, onde à parte os também gratificantes empenhos em Ferrel tudo parecem cartas sem trunfo.
Agora vamos ver o Poupem o Montijo, outra batalha para ganhar contra a brincadeira de aeroportos em que o nosso governo se volta a atolar, mas atolar mesmo e a chocar, agora não contra um monte como na OTA mas contra milhares, milhares de aves...
Vamos ver....
Quem quiser receber o Manifesto....
Labels: Poupem o Montijo, Zahinos