O "Mundo à nossa procura", recordo é mais ou menos um título do Ruben A.
E num momento ou noutro o mundo é alguém, que procuramos ou nos procura. E dependendo do momento há sempre um mundo.
Infelizmente, ou por tempos errados ou por factos imprevistos, muitas vezes o mundo, esse, não nos encontra, ou nós fintamo-lo, por não ser a altura (sé-lo-à?) ou por não ser o facto.
Parece que na nossa vida individual, e no nosso momento colectivo o mundo está cheio de tempos e acontecimentos, que qual "profecia Celestina" podem alterar coisas e loisas.
No livro de Jared, aqui mencionado, referem-se dois ou três acontecimentos, encontros que poderiam ou não ter mudado o mundo. Não é díficil imaginarmos muitos mais. Um atalho, uma viragem, um espirro, poderiam ter impedido massacres, cataclismos sociais, hecatombes.
Mas muitas vezes está nas nossas mãos o #embalar do berço# e ... a sua continuação que implica um gesto, uma palavra, uma resposta, uma busca.
E podemos ficar no dharma ' não fazer é fazer ' ou não.
A propósito do que segue...
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