Jantei algumas vezes com
em companhia do meu querido amigo e seu editor Manuel Hermínio Monteiro. O Mário era excessivo, um inclassificável anarquista. Acabado de me conhecer queria que eu fosse pôr "bombas" na GNR que tinha acabado de "esquartejar" um jovem que se oponha à abertura de uma mina, aqui:https://arquivos.rtp.pt/conteudos/revolta-da-populacao-de-barqueiros/, parece que ainda viviamos em tempos medievais. Hoje, hoje, infelizmente só mudou a superfície.Esse 1º jantar ocorreu no 1º Maio, restaurante claro, e durou até às tantas. ele saiu de lá com o Hermínio não muito satisfeito porque.... eu não iria colocar uma bomba, embora tívessemos discutido as várias modalidades...
Outro foi quando Mário e julgo também o Herberto se oponham a ser estátuas no jardim do Isaltas, em Oeiras., Um jantar que correu, também, furibundo embora nesse fosse o Hermínio o responsável pela colocação bombas nos pedestais das estátuas, coisa que julgo que só foi feita, pelo menos após a morte do Hermínio.
Grande Mário!
As minhas experiências com o Mário, que conhecia de leitura e bonecos já era estranha...
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