Se por cá resolvemos, em muitos outros países continua o poder machocrata a impôr-se sobre as vidas e as mulheres:
https://www.ippf.org/blogs/why-denying-safe-abortion-care-form-femicide
um artigo esclarecedor.
Labels: Aborto, feminismos, I.V.G.
Sou contra os referendos, entorse da representação, para a qual alguns votam hoje, numas eleições distorcidas por um método de Hondt de círculos absurdos, além, mas é a vida, de partidos sem textura, ideias, projectos e até um discurso ideológico minimamente sério.
Não votem.
Participei, e também já votei noutras ocasiões, em que achava que havia questões fundamentais em jogo. Agora ganhe quem ganhe é mais do mesmo. Como dizia um amigo meu "Si hay gobierno,,,, soy contra!" assim iremos seguir, seja quem seja,e lutaremos contra os aeroportos, as minas, os regadios e tantos outros disparates defendidos.... por todos.
Pois também me envolvi em dois referenduns, e distraído estava que não me envolvi no 1º sobre a interrupção voluntária da gravidez. No 2º envolvi-me e alterei o voto, 70% do voto em Barrancos, se mobilizou e alterou de posição. Também estive conta a regionalização, quem poder leia o magnifico artigo de Miguel Sousa Tavares, ontem no Expresso! Vale a campanha, se a houver.
Pois no 2º referendum sobre a I.V.G. participei em colóquios e argumentei em jornais e distribui propaganda e falei em Barrancos.
Hoje encontro um artigo que fez falta na altura, numa altura em que sombras negras, muito negras surgem, novamente nos E.U.A.:
https://www.commondreams.org/views/2022/01/28/fetal-personhood-another-big-lie-christian-right
este é um documento fundamental.