Ilustrado com este belo selo, do meu ex-colaborador Fernando Correia:
que não saberá as maldades que com este lhe fazem, vem a nova Quercus (que agora num afã de mediatismo emite um C.I. por dia, muitos com absolutas tontadas) produzir mais um documento em que mistura alhos com bugalhos, e faz afirmações absolutamente ridículas (como quando referiu que Almaraz está a 100 Kms da fronteira, certamente por alguém que nunca lá pôs os pés, são 200 ou 300!, * 260 pelo Tejo) desta vez atribuindo a maioria das mortes de lobos e linces a caçadores, e sem qualquer dado recusando a caça numa zona onde proliferam pragas, ou animais em excesso, sem predadores, a Serra da Malcata.
Mas vivemos tempos de desintegração da verdade e de mero vedetismo sem sustentação.
É a vida!
* Refere-me José Janela, activista da Quercus que estimo, que de Almaraz a Portugal, zona Idanha-a-Nova, são cerca de 140 Kms, o que coroborei nos mapas que ele me enviou. Erro meu que vou lá sempre pelo norte Alentejano e tinha outras referências. Julgo, como lhe referi, que o argumento da distância a Portugal é de um nacionalismo bacoco, eventualmente utilizável em certos domínios, da micro-política.
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São hoje aqui devidas felicitações ao Fernando Correia, que trabalhou comigo, no âmbito da sua sociedade de então com o Nuno Farinha.
Chega-me a notícia que tem selos publicados pelas Nações Unidas, o que é uma valorização e o reconhecimento do seu trabalho.
Aqui:
e aqui:
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