O futebol, como a política transformou-se num negócio, num grande negócio, onde além das vaidades e a sua feira, está presente o grande guignol, o cifrão que tudo pode.
Os interesses desenvolvem-se em teia e como todos mamam é muito difícil dar dele conta.
A verdade desportiva cada vez conta menos, como cada vez conta menos a nossa vontade, o nosso voto, a nossa intervenção.
As estórias de manigâncias nas federações, nos clubes, nos orgãos de Estado, nos partidos são de encher livros de terror, do mais sinistro.
Hoje, nada que não se soubesse e já tem barbas longas, muito longas, que recuam ao tempo do anterior ditador da FIFA, do qual este era secretário, João Havelange, foram presos uns. Mas ficaram ainda muitos, e a grande aranha.
No Libé uma 1ª página fantástica dá-nos força para um sorriso:
mas a vida irá continuar, igual, por estas bandas...
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