Como referi, na Sociedade de Geografia, acabei por improvisar a partir de umas notas.
e embora tenha referido a situação na CML (e o papel de Helena Roseta na moralização e implementação de normas para atribuição de casas camarárias) e o caso abdominável dos paquetes de luxo no Haiti (com a concordância e conhecimento pessoal do Mira),
deixei o caso do anti-proibicionismo para outra ocasião, sendo que no caso me interessa seja a motivação liberal (direitos individuais) seja a economica (offshores, economia negra, Ziegler,etc),
assim como deixei para outra ocasião a questão do direito de compensação aos ex.trabalhadores do urânio, tema em que sou recorrente...
Foquei-me nestas notas:
Democracia é auto-controle
Liberal/libertário
Justiça justa //
Direitos todos
Direito à vida do direito,
transformação do direito em mais direito
Procedimentos claros
Regras e formas transparentes
Respeito pela palavra dada
Politica...
Ser verdadeiro para a com a consciência
Eu
até que o Mário Parra me pediu para concluir nos 1ºs 18 minutos pode dar um enquadramento da ética.
como nos diz o Fernando Savater, com Jonathan Littel os meus autores ontem de citação, a ética é um "enquadramento".
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A Sala da Sociedade de Geografia estava cheia, cerca de 80 pessoas contagem a olho vivo.
Irei trazer aqui algumas considerações que fiz (completamente fora do que tinha planeado...mas penso que pertinentes e que focaram pelo menos o discurso do António José Seguro).
Para além dele com quem compartilho décadas de debates e com que estive muito de acordo, gostei das intervenções da Teresa Caeiro (do CDS). O Mira Amaral é o Mira e pronto. Deu uma lição magister de economia, com a qual se pode em grande parte concordar, e outra não.
O Mário Parra, presidente da APEE, que se deve felicitar percebeu que ao Manifesto “Ética Global na Economia” faltam algumas vistas...embora seja, desde logo há que referi-lo, muito bom...
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