Para nos orientarmos, no meio do trânsito...
Labels: Encierro, Pamplona

Começaram as festas de Pamplona as S.Fermines. E logo a vaca saltou sobre a rapaziada, repetição anual do ritual de vida e por vezes de sofrimento de morte que se articula com esta no espantido e no desafio da corrida, curta, dos toiros.
Que o ritual e a festa continuem é um sinal que a vida vence a morte, na sua memória e na continuidade.
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são, talvez, os encierros mais espectaculares do mundo. Hemingway foi um dos que os tratou, em livros cheios de duende, de relações, de sexo, de vida e morte, de política e de claro e escuro.
em Pamplona conheci o tempo sem tempo e uma canção a romper o escuro das noites dos punhais, em pamplona conheci vida e duende, bebida pela bufanda e andei pelo deserto, por aqui, por terras de Navarra percorri estradas e sentei-me nas praças.
hoje foi dia de encierro, de um tempo mágico que em redor da vida e da morte do toro, mítico e real todos os anos se transforma no seu entorno e nesse continua a transfigurar-se.
Pamplona, voltarei a Pamplona, voltarei,,,
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