Campanha,
Não há diferenças substanciais entre a pré e a propriamente dita, a não ser a associação dos apelos ao voto.
Nesta altura já começa a disputa, a procura do espaço público, de uma linha nos média, da voz na rádio, de uns segundos nas televisões.
De ideias e projectos para o agit/prop e de ideias estruturadas para a cidade.
A procura do soundByte é uma arma de dois gumes, que se pode facilmente virar contra o feiticeiro. Assunto não estudado, falado ao sabor do improviso, ou com rabo de fora ( e se esse rabo for o governo pior, muito pior...) como por exemplo: quando se fala peremtóriamente sobre temas onde não há estudos suficientes, onde se tem que tomar em conta a globalidade, ver o que aconteceu noutras cidades, analisar todo o sistema e não tomar a parte pelo todo.
De facto quando se fala de portagens em Lisboa estamos a falar do que já existe ( temos duas!) e tem que se considerar o quadro geral dos transportes públicos, dos sistemas disuasores, de àreas de parqueamento, em articulação com a àrea Metropolitana, e saber também de propostas para outra funcionalidade desta estrutura.
Alguém, com leviandade dado não haver estudos que escorram nenhuma posição, dizer desde logo que não e propor como alternativa enviar o homem à Lua, faz lembrar o velho dito chinês, quando procuramos soluções para problemas não há que olhar para a Lua.
Qualquer coisa, meus caros, qualquer coisa... para o "soundByte"!
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