Talvez, talvez tenhamos que voltar a sair à rua, contra os fanáticos e o discurso do odio à vida, à verdadeira vida que é o direito, o direito todo, aos nossos corpos à nossas vidas todas.
https://www.theguardian.com/global-development/2022/may/07/killed-by-abortion-laws-five-women-whose-stories-we-must-never-forget
contra a morte e a sua dita santidade que volta a espreitar.
este distribuiu-o na Faculdade!
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Outros tempos, outras lutas....
a A.I. ainda gatinhava, a Gazeta engana-se no dia ( Domingo foi dia 11!, em 1981) mas já estava na vanguarda da luta anti-nuclear, e pelos direitos!
Outros lutavam em defesa do mítico lince, que na Malcata já só existia em auto-colante....
mas, também nesses tempos, havia quem lutasse pelos direitos fundamentais e básicos da cidadania e das mulheres desde logo...
recordo bem, foi, talvez uma das minhas primeiras, ou décima quinta..., intervençao para um público de algumas centenas, muitas, de pessoas, homens e muitas, muitas mulheres, e recordo que comecei por levar uma valente assobiadela de desagrado, mas continuei e fui subindo a voz, até que o aplauso me calou.
Viva a luta feminista!
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