Encontrei perdido algures no Dodo esta foto do poeta da Ilha Brava, tirada nesta, onde visitei a sua casa e me apaixonei na e pela ilha.
hoje ao passar os olhos por tantas paisagens fico triste e alegre.
Labels: Brava, Cabo Verde, Eugénio Tavares
A ilha Brava é um dos locais de eleição na minha memória, já o disse e escrevi. Fantástica.
Hoje, também por isso, fui à Fabrica da Polvora, assistir a um concerto feliz de uma banda de lá:
aqui, ontem, a Brava 7 luas Band, que animou todos os crioulos que assistimos ao espectáculo. Uma banda escorreita, sem brilhos, e honesta.
Labels: Brava, Cabo Verde, Tempo e música
Já lá vai... sôdade, sôdade, sôdade desta nha terra di Cabo Verde...
Mas só agora saí:
Carregar para ter leitura.
Labels: Brava, Cabo Verde, Ilha do Fogo, Vulcão
CONT.
III
A viagem foi muito calma até à Brava, depois umas magnificas lapas no Poeta, onde voltarei à noite para ouvir o Lito, o chefe
local da policia, excelente cantor de mornas.
Visitei as serras, as casas dos emigrantes e
no Cachaço (sim!) a fábrica de quejo de cabra, muito higiénica e agradável o
dito.
Tirei fotos de um embondeiro fantástico e de uns socalcos
extraordinários.
Á noite a tal tocatina no Poeta, onde vi as
mulheres mais extraordinárias, um povo particularmente bonito, mulatos que
brilham! E novamente jantei um atum (quoi d’autre?) no Castelo, onde fui
convidado para o aquecimento das mornas e conheci o mencionado Chefe. A história
não é linear.
Domingo depois de uma noite mal dormida, no
lodge de um italiano mal encarado, que não recomendo, escrevo no café Luanda.
Hoje vou à Fajã e tentarei visitar a casa, o
sobrado de Eugénio Tavares.
A Fajã é sensacional, passei aí a manhã, lindo.
Almocei uma garoupa assada e conversei duas horas com o Tony. De volta a Nova
Sintra tento ver a casa de Eugénio Tavares, encontramos, ou melhor o Dé meu
guia e motorista, um excelente interlocutor, encontra a Sara, dona da chave da
mesma. É funcionária municipal, ganha cerca de 25.000 escudos mês, cerca de 250
euros, o que é médio para aqui...Ao fim da tarde ouço os bombos do Carnaval e
não encontrando sítio para ver a bola vou ao Castelo jantar, desta vez um arroz
de lapas e vou um pouco à discoteca local.
Labels: Brava, Cabo Verde