Um livro de excelência mas a que faltou um editor, o que acontece cada vez mais frequentemente, os editores são cada vez mais raros ou incapazes.
Dito isto o conteúdo, o texto do livro é de primeira, de um erudito, um livro de grande, enorme qualidade, como distingue o nosso Jorge Paiva.
mas em falta de uma nova edição, esta vale muito, muito a pena.Na livraria Snob, ao pé do Pedro Nunes, em Lisboa.
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O tempo não estava convidativo, a difusão foi pouca e má, mas menos de 20 pessoas assistiram à conferência magistral de Jorge Paiva na apresentação do seu livro:
que irei degustar com calma e tranquilidade, enquanto o tempo passa.Aqui uma imagem do Jorge:
Labels: Botânica do Império, Camões, Jorge Paiva
Um livrinho sobre 11 plantas invulgares, com/no seu habitat, e com estórias divertidas das suas identificações botânicas e nomeação.
Uma leitura ligeira e cheia de pequenas descobertas.
e nem sombra de jacarandá!Labels: Biologia, Botânica do Império, Viagens
Hoje comecei uma leitura lenta e volumosa:
um livro de referência que critica os "intocáveis", grandes cientistas e divulgadores, homens, brancos,e do seu tempo.Que acabo passado uma semana, leitura cara.
Crítica radical aos conceitos e linguagem , nomeadamente a taxonomia de Linnaeus (mais de 30 referências, 1 cada 10 páginas) e a outras lógicas e nomenclaturas e claro poderes por detrás delas. O seu próprio discurso todavia por vezes resvala (falsifica o conceito de biodiversidade e de espécies, entre outros). O mijo de vaca não é ciência, é um facto.
A ciência não é neutra, é um momento da produção social que muda com o tempo, farto-me de o dizer.
Um livro de referência, que me abriu novos conhecimentos!, que apesar de alguns "excessos" e falhos abre caminho para historiados do leão, leões mesmo, ja que enquanto esses não os tiverem a história não deixará de glorificar os caçadores.
Sabemos, mesmo, que a história é sempre, sempe o discurso do domínio e da falsificação para esse.
Mas nós somos leões!
Nota: Era desnecessário o agradecimento à lista telefónica.
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