Estive ontem aqui:
e ainda assisti às duas primeiras intervenções, numa sala com mais de 60 participantes. Grande qualidade e só compromissos me obrigaram a ausentar-me.
Foi distribuido também este excelente documento. Sabemos que estas são empresas de malfeitores, também conhecidas por cintras, que com meia dúzia de tostões roubam a cidadania e assim tem contratos de prospecção disparam-lhes as "valias" e também os prejuízos para o ambiente, o ar e a água, que nunca são recuperados quando essas se desvanecem.
Labels: Alcalaboza, Alcalaboza Viva, minas
Hoje era para ir com os companheiros da Alcalaboza viva visitar o núcleo do Rio, museu de Santo Amador. Ficaram a dormir de modo que fui sózinho, foi uma agradável vista, e conversa com. um ex-deputado da CDU o João Ramos, o António e a Rosa, o museu é uma sala com artes da pesca e um barco reconstruído, interessantes e a que falta uma referêrencia ao estado actual do rio, que ficou registada.
Um cozido foi o almoço e muita conversa, depois fomos até ao rio onde registo uma paisagem de excelência, e não fora estar ainda a desbordar com as águas islandesas ficaria estarrecido.
eprojectos para revitalizar esta terra, que devia ser freguesia (juntar rurais e urbanas é um absurdo!), e dar vida a esta rio que também atravessa a minha terra.
Pena os de Alcalaboza terem faltado. Haverá perdão.
E no topo da igreja local dois cegonhitos espreitam:
Labels: Alcalaboza, Ardila, museu, Sto Amador
Na próxima 5ª, dia 16 no II Encontro de Ecologia Política, na FCSH irei pelas 11 horas apresentar uma comunicação para a qual apresentei um texto genérico:
A
insustentabilidade do garimpo
António Eloy (Observatório Ibérico Energia)
Toda a mineração é um momento de grande entropia e degradação da biodiversidade
e da saúde dos trabalhadores e das populações vizinhas, além de alteração dos
processos sociais e culturais. É também, em todos os casos componente das
modificações climáticas e do actual sistema de Hegemonia. Inverter os processos
recuperar e reciclar num quadro de sobriedade social e de novas políticas de
desconsumo inteligente e valorização dos territórios, também no âmbito de
novas lógicas de gestão política e organizativa é uma opção. O garimpo, a
mineração tem no momento muitas frentes de degradação e algumas até
erradamente, falsamente e mentirosamente invocando que são contributos para a
luta contra a destruição ambiental e alterações climáticas. Do Congo à Amazônia,
do Alaska à Austrália, do Niger ao Kazaquistão, de Montalegre a Cortegana, da
Urgeiriça a Aljustrel o registo de destruição e morte é imenso, imenso.
Induzido pelo meu amigo Felix Talego do "Alcalaboza Viva", que no sábado tem mais uma sessão que recomendo (estarei noutra que também aqui trarei!)
irei apresentar uma súmula do que apresentei na Rádio:1-Artigos, seminários, livros, Ida a Viseu, 1ª página Diário Lisboa, início anos 80. PEN....
2-Ida a assembleias de ex-trabalhadores, apoio C.S., ínicio 90
a) questões de compensações
b) questão das casas
c) questão da recuperação terrenos (e cursos de água)
3-Nisa, no final anos 90, 1º AIA, CM, pareceres, luta política, e no ínicio deste século ligação desta com Urgeiriça, e Espanha. Filme.
4- Retortillo, acção no terreno, ligação a Portugal, ida do Parlamento
5- Zahinos, uma luta épica, o envolvimento da população, a Cooperativa, as autarquias, o Parlamento, a sessão na Ler Devagar, a sessão em Zahinos, as manifestações.
C.S.N. e papel deste
6- Articulações e o caso do petróleo, Algarve, Oeste litoral
7- Outros casos Lítio, Ouro, Aljustrel, Rio Tinto....
8-Alcalaboza, grafito, metais raros
É a vida que continua a agitar-se.
Labels: Alcalaboza, Ecologia política, minas, Uranio